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terça-feira, 31 de julho de 2012

Lenda da Mãe-de- Ouro

Origem da lenda da Mãe-de-Ouro, personagem do folclore brasileiro, características, como age, imagem Mãe-de-Ouro: capacidade de indicar jazidas de ouro. Quem é e aparência A Mãe-de-Ouro é uma personagem do folclore brasileiro, muito popular no interior das regiões Sudeste e Nordeste do Brasil. Possui a aparência de uma linda mulher loira, com cabelos comprido dourados que reflete a luz do Sol. Aparece sempre trajada de um longo vestido de seda branco. Em algumas regiões, a Mãe-de-ouro é também representada por uma bola de fogo que tem a capacidade de se transformar nesta linda mulher. O que faz a Mãe-de-Ouro De acordo com a lenda, a Mãe-de-Ouro tem a capacidade de voar pelos ares, indicando locais onde existem jazidas e ouro que não devem ser exploradas pelo homem. Desta forma, é uma espécie de protetora destes depósitos naturais de ouro. Há também versões de que a Mãe-de-ouro atue como uma defensora das mulheres que são maltratadas pelos maridos. De acordo com a lenda, a Mãe-de-ouro atrairia homens casados para uma caverna, libertando assim as esposas destes maridos e colocando no caminho delas homens bons. Curiosidade: - Esta lenda do folclore brasileiro surgiu, provavelmente, no auge da época do Ciclo do Ouro (século XVIII), nas regiões auríferas (Minas Gerais, Goiás e Bahia).

segunda-feira, 30 de julho de 2012

O Cachorro e Sua Sombra.- Esopo.


Um cachorro, que levava na boca um pedaço de carne, ao atravessar uma ponte sobre um riacho, vê sua imagem refletida na água. Diante disso, ele logo imagina que se trata de outro cachorro, com um pedaço de carne maior que o seu. Então, ele deixa cair no riacho o pedaço que carrega, e ferozmente se lança sobre o cachorro refletido na água, para tomar o pedaço de carne que pensa ser maior que a sua. Agindo assim ele perdeu a ambos. Aquele que tentou pegar na água, por se tratar de um simples reflexo, e o seu próprio, uma vez que ao largá-lo nas águas, a correnteza levou para longe. Autor: Esopo. Fábulas Moral da História: É um tolo e duas vezes imprudente, aquele que desiste do certo pelo duvidoso.

TARA - Mitologia Oriental.


Tara, que surgiu na Índia e cujo nome significa “Estrela”, é uma das principais deusas do panteão tibetano. É conhecida por ajudar aqueles que chamam por ela em tempos tumultuados e de necessidade, para seguir por um caminho mais claro, para encontrar o silêncio e a força interiores. Ela também é a deusa do autocontrole e do misticismo. Da primeira lágrima de compaixão formou-se um lago. No meio deste lago surgiu um lótus. Quando ele floresceu, Tara emergiu. Embora lhe fosse oferecido reencarnar em forma masculina, ela jurou sempre reencarnar mulher. Tara é conhecida na China como Kuan Yin e no Japão como Kwannon. É a deusa mais importante do budismo tibetano. Considerada a salvadora, a deusa branca, a deusa mãe que possui 21 aspectos. É venerada como a mãe de todos os bodhisattvas, os aspirantes à iluminação. Educa-os com sabedoria. A deusa Tara branca e a deusa Tara verde estabeleceram o budismo no Tibete. Esta deusa é representada com o terceiro olho no meio da testa, símbolo do seu conhecimento supremo. Avalokiteshavara, o Buda da Compaixão, que em profundo pesar ante os sofrimentos do samsara, lhe caíram lágrimas dos olhos, lágrimas essas que formaram um lago. Do fundo do lago emergiu uma flor de lótus. Quando o botão se abriu, uma maravilhosa divindade feminina saiu de dentro dela. Era Tara, que em sânscrito, significa "Estrela". A nobre Deusa Tara é descrita como "da cor da lua, calma, sorridente, sinuosa, irradiando luz de cinco cores...”. Tara, filha de Avalokiteshavara, tem beneficiado muitos seres, manifestando-se de varias formas e realizando varias atividades através de estados particulares de concentração. A sua terra pura chama-se “harmonia das folhas de turquesa”.

domingo, 29 de julho de 2012

A História de BUDA.


O termo Buda, significa "aquele que sabe", "aquele que despertou", não é um nome próprio. Foi aplicado a Siddharta Gautama, Buddha, porque ele teria atingido o nível de entendimento e plenitude, por ser alguém excepcional em nível de elevação moral e espiritual. Siddharta Gautama, o Buddha, nasceu no século VI a. C. (em torno de 556 a. C.), em Kapilavastu, norte da Índia, no actual Nepal. De linhagem nobre, filho do rei Suddhodana e da rainha Maya. Logo após o nascimento, Siddharta foi levado a um templo para ser apresentado aos sacerdotes, quando um velho sábio, chamado Ansita, toma o menino nas mãos e profetiza: "este menino será grande entre os grandes. Será um poderoso rei ou um um mestre espiritual que ajudará a humanidade libertar-se de sofrimentos". O rei muito impressionado com a profecia, decidiu criá-lo afastado de tudo o que pudesse despertar qualquer interesse filosófico e espiritual, mantendo-o longe das misérias e sofrimentos, cercando-o de luxo. Aos dezesseis anos, Siddharta casa-se com sua prima, a bela Yasodhara, que lhe deu seu único filho, Rahula. Continua a viver na corte, desenvolvendo-se intelectual e fisicamente, alheio ao convívio e aos problemas da população de seu país. Com a sua perspicácia e ouvidos atentos apura a dureza da vida fora do palácio. Contrariamente à vontade paterna, o jovem príncipe, decide atravessar a cidade, e depara-se com a velhice, a doença e a morte. Siddharta entra em choque e profunda crise existencial. A sua dor faz com que se volte para o problema do sofrimento humano, cuja solução se tornou o centro de sua busca espiritual. Assim, aos 29 anos decidiu deixar a família e o seu palácio para procurar a solução para a dor que o afligia: o sofrimento humano. Num dos seus passeios onde acabara de conhecer os sofrimentos inevitáveis do homem, encontrara-se com um monge mendicante. Ele havia observado que o monge, mesmo vivendo miseravelmente, possuía um olhar sereno e tranquilo. Assim, quando decidiu ir em busca da sua iluminação, Gautama resolveu juntar-se a um grupo de brâmanes dedicados a uma severa vida ascética. Logo, porém, estes exercícios mortificadores do corpo demonstraram ser algo inútil para ele, pois, não era mortificando o corpo, retesando ao extremo os limites do organismo, que o homem chega à compreensão da vida. Também não o era, a entrega aos prazeres excessivos que chegaria a tal. Siddharta chegou ao seu conceito de O Caminho do Meio: procurar uma forma de vida disciplinada para não chegar à completa indulgência dos sentidos, descobriu que a vida de provações não valia mais que a vida de prazeres que havia levado anteriormente, e resolve, então, renunciar ao ascetismo e volta a alimentar-se de forma equilibrada. Os seus companheiros abandonam-no escandalizados. Siddharta procura seguir seu próprio caminho, confiando apenas na própria intuição e procurando conhecer-se a si mesmo. Diz a lenda - e lendas, que Siddharta resolve meditar sob a proteção de uma figueira, a Árvore Bodhi. Lá o demonio, tenta enredá-lo em dúvidas sobre o sentido de tudo o que fazia. Mas Siddharta logo sai dessa tentação com a argumentação interna de que sua vida ganhou um novo sentido e novas referencias com sua escolha, que o faziam centrar no aqui e agora sem se apegar a desejos que lhe causariam ansiedade. Mara, o demonio, não se deu por vencido e, tenta convencer Siddharta a entrar logo no Nirvana - estado de consciência além dos opostos do mundo físico - imediatamente para evitar que os seus insights sobre a vida sejam passados adiante... Finalmente Siddharta compreendeu que todas as pessoas eram irmãos e que estavam enredados demais em ilusórias certezas para que conseguissem, sozinhos, uma orientação para onde deviam ir. Assim, Buda, resolve passar adiante seus conhecimentos. Quando todo o seu poder argumentativo e lógico de persuasão falham, Mara, o mundo das aparências, resolve mandar a Siddharta suas três sedutoras filhas: Desejo, Prazer e Cobiça, que apresentam-se como mulheres ardorosas e ávidas por prazer, e se mostram como mulheres de idades diferentes - passado, presente e futuro. Mas Buda vence todas as tentativas de Mara, e se recolhe, à espreita de um momento mais oportuno para tentar derrotá-lo, perseguindo-o durante toda a sua vida como uma sombra, um símbolo do extremo do mundo dos prazeres. Siddharta transformou-se no Buda em virtude de uma profunda transformação interna, psicológica e espiritual, que alterou toda a sua perspectiva de vida. "O modo de encarar a questão da doença, velhice e morte mudo porque ele mudou" (Fadiman & Frager, 1986). Após atingir a iluminação, Buda passa a ensinar o Dharma, isto é, o caminho que conduz à maturação cognitiva que conduz à libertação de boa parte do sofrimento terrestre e o seu número de discípulos aumenta cada vez mais, entre eles, o seu filho e a sua esposa. Os quarenta anos seguintes são marcadas pelas suas intermináveis peregrinações, com seus discípulos, através das diversas regiões da Índia. Buda morreu em Kusinara, no bosque de Mallas, Índia. Sete dias depois, o seu corpo foi cremado e as suas cinzas dadas as pessoas cujas terras ele vivera e morrera.

sábado, 28 de julho de 2012

Não castigue seu corpo.


Seu corpo é,originalmente perfeito, saudável, vigoroso.Seu corpo é você.Existe perfeita interação entre você e seu corpo. Sua mente age e seu corpo age. Portanto queira bem ao seu corpo. Ame-o. Não o perturbe e nem o castigue, gerando pensamentos negativos e destrutivos em sua mente. Como seu corpo reage aos estímulos da mente, se você mantiver pensamentos de tristeza, de mágoa, de inveja, de ódio, de raiva, de depressão , de angustia, de carência , de solidão, de egoismo de vingança, de ciumes doentios, de malquerença, de pessimismo, de discórdias, de ganâncias, de orgulho, de nervosismo, de aflição, de preocupação, de desilusão, de fracasso, de desamor, de descrença, esses pensamentos produzirão desajustes e desarmonias no corpo e dali nascem as doenças. Veja o que acontece quando você se alimenta, por exemplo, um pensamento de raiva: rubor na pele do rosto, dilatação das pálpebras, manchas vermelhas no branco dos olhos. Tudo acontece num relance , por causa da sua mente que não está favorecendo a sua digestão. Quando a pessoa se alimenta, deve de estar calmo para receber o alimento em perfeita harmonia com o pensamento. Há muitos efeitos negativos que se deve afastar na hora de se alimentar. Esqueça ao menos por uns momentos tudo o que te atormenta o dia todo.Ame-se, e lembre que você não se amar, ninguém amará você. Mente doente, corpo doente. Mente sadia, corpo sadio. De Ruth para " Vidas e Sonhos".

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Tomar iniciativa...


Tomarei iniciativa em cada oportunidade. Vou incentivar em mim uma dose de agressividade positiva. No mundo competitivo em que vivemos é preciso estar sempre pronto para saltar. Estarei como a corda retesada do arco, pronto para lançar a flecha. Não permitirei passividade ou lerdeza diante dos estímulos e " provocações" do dia. Serei o primeiro da fila, o primeiro ajudar quem necessite, o primeiro a cobrar providências, mas farei tudo com alegria. Exercitarei a minha mente e o meu corpo a responderem com energias o desafios do dia. Quando sentir a oportunidade de agir, avançarei o queixo por alguns segundos, pois isso ajuda a despertar a dose certa de agressividade. Para alimentar a minha mente, projetarei a figura de Samurai com a mão firme na empunhadura da sua espada. Vou estimular os meus sentidos, físicos a estarem ativados e ligados nos mínimos estímulos do mundo à minha volta. No dia de hoje serei um alegre e bem disposto guerreiro SAMURAI. Autor desconhecido.

Simpatia para não faltar dinheiro .


http://tudonuminstante.blogspot.com Pegue três grão de milho e plante num canto do seu quintal, colocando junto com os grãos três moedinhas. Nesse momento, firme o pensamento, desejando que o dinheiro nunca lhe falte. Quando o milho crescer, o dinheiro também estará chegando para você. E para ficar.Se um dia as folhas secarem plante novamente. Os que moram em apartamentos poderão fazer esta simpatia plantando num vaso, pode ser cacto, ou uma muda de manjericão, ou arruda. Sendo que a arruda é uma planta que morre atoa. ou então coloque num vaso que tenha planta bonita que suporte o sol e a chuva. Simpatia da Bruxinha Valentina.

quarta-feira, 25 de julho de 2012

O Sábio Samurai


Perto de Tóquio, vivia um grande samurai, já idoso, que agora se dedicava a ensinar Zen aos jovens. Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário. Certa tarde, um guerreiro, conhecido por sua total falta de escrúpulos, apareceu por ali. Era famoso por utilizar a técnica da provocação. Esperava que seu adversário fizesse o primeiro movimento e, dotado de uma inteligência privilegiada para observar os erros cometidos, contra-atacava com velocidade fulminante. O jovem e impaciente guerreiro jamais havia perdido uma luta. Conhecendo a reputação do samurai, estava ali para derrotá-lo e aumentar sua fama. Todos os estudantes se manifestaram contra a idéia, mas o velho e sábio samurai aceitou o desafio. Foram todos para a praça da cidade. Lá, o jovem começou a insultar o velho mestre. Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou todos os insultos que conhecia, ofendendo, inclusive, seus ancestrais. Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho sábio permaneceu impassível. No final da tarde, sentindo-se exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro desistiu e retirou-se. Desapontados pelo fato de o mestre ter aceitado tantos insultos e tantas provocações, os alunos perguntaram: — Como o senhor pôde suportar tanta indignidade? Por que não usou sua espada, mesmo sabendo que poderia perder a luta, ao invés de se mostrar covarde e medroso diante de todos nós? Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita, a quem pertence o presente? — perguntou o Samurai. A quem tentou entregá-lo — respondeu um dos discípulos. O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos — disse o mestre. — Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem os carrega consigo. A sua paz interior, depende exclusivamente de você. As pessoas não podem lhe tirar a serenidade, só se você permitir! autor desconhecido.

Lenda de Narciso.


Há milhares de anos atrás, na antigüidade mais remota do povo grego, nas terras da Beócia [1], nasceu Narciso, filho do rio Cefiso, que tomara à força a ninfa Liríope. Narciso era belíssimo e sua mãe, ansiosa por saber-lhe o futuro, procurou um famoso adivinho: o cego Tirésias. Na luz de sua escuridão Tirésias viu e disse: - Narciso terá vida longa contanto que não se conheça nunca! Liríope nada entendeu e mesmo consultando os mais sábios, não conseguiu decifrar o enigma daquelas palavras. Enfim, esqueceu a profecia. Narciso cresceu com os traços e as formas de um deus. Assediado pelas ninfas fugia de todas entretido com os jogos de caça, indiferente ao sofrimento das paixões não correspondidas que despertava. Um dia, porém, cansado de longa jornada, quedou-se na relva à beira de um lago e, inclinando-se a fim de beber, pois tinha sede, eis que na superfície estática da água, deparou-se Narciso com o reflexo perfeito do próprio rosto, coisa que nunca vira antes em toda a sua vida. Extasiou-se. Nas palavras de Ovídio [2], assim reagiu o jovem, enamorado de si mesmo: "...o rosto fixo, absorvido com esse espetáculo, ele parece uma estátua de mármore de Paros. Deitado no solo, contempla dois astros, seus próprios olhos, e seus cabelos, dignos de Baco, dignos também de Apolo, suas faces imberbes, seu pescoço de marfim, sua boca encantadora e o rubor que colore a nívea brancura de sua pele. Admira tudo aquilo que suscita a própria admiração. Em sua ingenuidade, deseja a si mesmo. A si mesmo dedica seus próprios louvores. Ele mesmo inspira os ardores que sente. Ele é o elemento do fogo que ele próprio acende. E quantas vezes dirigiu beijos vãos à onda enganadora! Quantas vezes, para segurar seu pescoço ali refletido, inutilmente mergulhou os braços no meio das águas. Não sabe o que está vendo, mas o que vê excita-o e o mesmo erro que lhe engana os olhos acende-lhe a cobiça. Crédula criança, de que servem estes vãos esforços para para possuir uma aparência fugitiva ? O objeto de teu desejo não existe. O objeto de teu amor, vira-te e o farás desaparecer. Esta sombra que vês é um reflexo de tua imagem. Não é nada em si mesma; foi contigo que ela apareceu, e persiste, e tua partida a dissiparia, se tivesses coragem de partir." Mas Narciso não partiu. Ali permaneceu, paralisado de amor pela imagem aprisionada no espelho d'água. Não comia, não bebia para não se afastar por nem um segundo da imagem no lago, não dormia. Definhou. Morreu, afinal, de fome, de sede, de exaustão. Depois de morto, ainda assim não teve paz: nas profundezas do Hades, Narciso continua sua auto-contemplação debruçado às margens do rio Estige. Na superfície da terra, nos bosques, as ninfas pretendem fazer as cerimônias fúnebres mas eis que o corpo desapareceu e no seu lugar brotou a flor amarela e branca que hoje conhecemos pelo nome daquele que amou somente a si mesmo.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O filme Mental para atrair seu amor


Você já ouviu falar algumas vezes, que o subconsciente não distingue entre imaginação e realidade.Para o subconsciente , vale o que expressa na mente de forma vívida e nítida. Quanto mais intensa for a sua verdade mental, mas prontamente reagirá o seu subconsciente. Um método eficiente para você alcançar o que deseja é o seguinte: Coloque-se numa posição confortável, relaxe, feche os olhos,respire profundamente, ritmicamente, algumas vezes, e acalme sua mente. Agora crie um pequeno filme mental. Por exemplo, se deseja ter Amor na vida e casar, crie o seu filme mental, vendo-se colocar a aliança no dedo da sua amada(ou amado). Forme uma cena nítida e intensa na sua tela mental; veja-a agora, colocando a aliança no seu dedo. Passe esse filmezinho no seu subconsciente à noite quando vai dormir. Repita-o algumas vezes por dia. A imagem aceita a assimilada pela mente consciente se grava de forma mais profunda no subconsciente e a repetição ajuda a reforçar com mais vigor a gravação mental. O resultado desejado acontecerá. A lei irresistível da atração da materialização da ideia imaginada lhe oferecerá a grata alegria de um grande Amor e um belo casamento. Quando você acredita que o seu marido imaginado , vem vindo ao seu encontro, ele . na verdade. já vem vindo ao seu encontro. Autor Lauro Trevisan.

domingo, 22 de julho de 2012

Lenda das Andorinhas.


Conta a lenda... que, num campo de Nazaré cheio da luz do Sol, o Menino Jesus brincava com as suas mãos pequeninas e, amassando barro, com ele fazia passarinhos de asas abertas que, alegremente, colocava no chão. Porém, um homem de maus instintos passou junto d'Ele e tentou esmagá-los com os pés. Jesus, então, muito aflito, bateu as mãos e os seus passarinhos de barro voaram para muito longe... Assim nasceram as andorinhas que, com a beleza das suas asas cinzentas, vieram poisar sobre o beiral da casa onde vivia Jesus. E mais narra a lenda que do barro de que foram feitas construiram, com amor, o seu primeiro ninho. Conta ainda a lenda que, quando Cristo foi crucificado, as andorinhas o rodearam e, com os seus bicos rosados, lhe tiraram da coroa os espinhos que tanto o magoavam. Perante tamanha dor, as suas asas cobriram-se de luto, que nunca mais perderam. Livro "Novas flores para crianças", Fernando Cardoso, Portugal Mundo

Você é o resultado da sua Mente.


Você é o que for a sua mente. A Mente age, gerando em só mesma um estado de paz ou de agitação, de alegria ou de tristeza, de amor ou de ódio, de riqueza ou de pobreza, de sucesso ou de fracasso - e o corpo reage gerando bem-estar ou doenças de acordo com o conteúdo que a mente lhe envia. O homem é a sua mente. O corpo é a manifestação da mente. A estrutura humana é expressão da mente. Quando a mente se deteriora, o corpo se deteriora; quando a mente deixa o corpo, a energia corpórea se transforma em outros tipos de energia. O corpo, portanto, é o resultado da mente. Como a mente é controlável, a saúde e a doença podem ser controláveis. A mente em estado de perfeita ordem e harmonia gera um corpo em perfeita ordem e harmonia, ou seja, em estado de saúde. Por outro lado, a mente é o agente de todos os estados intelectuais, emocionais, sensoriais, extrassensoriais e espirituais. Autor Lauro Trevisan.

sábado, 21 de julho de 2012

As Árvores e o Machado. Esopo.


Um homem foi à floresta e pediu às árvores, para que estas lhe doassem um cabo para o seu machado novo. O conselho das árvores então decide concordar com o seu pedido, e lhe dá uma jovem árvore para este fim. E logo que o homem coloca o novo cabo no machado, começa furiosamente a usá-lo, e em pouco tempo, já tinha derrubado com seus fortes golpes, as maiores e mais nobres árvores daquela floresta. Um velho Carvalho, observando a destruição à sua volta, comenta desolado com um Cedro seu vizinho: O primeiro passo significou a perdição de todas nós. Se tivéssemos considerado os direitos daquela jovem árvore, também teríamos preservado os nossos, e poderíamos ficar de pé ainda por muitos anos. Autor: Esopo Moral da História: Quem menospreza seu semelhante, não deve se surpreender se um dia lhe fizerem a mesma coisa.

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Lenda do Saci Pererê.


A Lenda do Saci data do fim do século XVIII. Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclos-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele. Seu nome no Brasil é origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno. É uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Existem 3 tipos de Sacis: O Pererê, que é pretinho, O Trique, moreno e brincalhão e o Saçurá, que tem olhos vermelhos. Ele também se transforma numa ave chamada Matiaperê cujo assobio melancólico dificilmente se sabe de onde vem. Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc. Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por ele, deve jogar cordas com nós em sem caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja. Diz a lenda que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo. Nomes comuns: Saci-Cererê, Saci-Trique, Saçurá, Matimpererê, Matintaperera, etc. Origem Provável: Os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando do Século XIX, em Minas e São Paulo, mas em Portugal há relatos de uma entidade semelhante. Este mito não existia no Brasil Colonial. Entre os Tupinambás, uma ave chamada Matintaperera, com o tempo, passou a se chamar Saci-pererê, e deixou de ser ave para se tornar um caboclinho preto de uma só perna, que aparecia aos viajantes perdidos nas matas. Também de acordo com a região, ele sofre algumas modificações: Por exemplo, dizem que ele tem as mãos furadas no centro, e que sua maior diversão é jogar uma brasa para o alto para que esta atravesse os furos. Outros dizem que ele faz isso com uma moeda. Há uma versão que diz que o Caipora, é seu Pai. Dizem também que ele, na verdade eles, um bando de Sacis, costumam se reunir à noite para planejarem as travessuras que vão fazer. Ele tem o poder de se transformar no que quiser. Assim, ora aparece acompanhado de uma horrível megera, ora sozinho, ora como uma ave.

Lenda da Yara.


Os cronistas dos séculos XVI e XVII registraram essa história. No princípio, o personagem era masculino e chamava-se Ipupiara, homem peixe que devorava pescadores e os levava para o fundo do rio. No século XVIII, Ipupiara vira a sedutora sereia Uiara ou Iara. Todo pescador brasileiro, de água doce ou salgada, conta histórias de moços que cederam aos encantos da bela Uiara e terminaram afogados de paixão. Ela deixa sua casa no fundo das águas no fim da tarde. Surge magnífica à flor das águas: metade mulher, metade peixe, cabelos longos enfeitados de flores vermelhas. Por vezes, ela assume a forma humana e sai em busca de vítimas. Quando a Mãe das águas canta, hipnotiza os pescadores. Um deles foi o índio Tapuia. Certa vez, pescando, Ele viu a deusa, linda, surgir das águas. Resistiu. Não saiu da canoa, remou rápido até a margem e foi se esconder na aldeia. Mas enfeitiçado pelos olhos e ouvidos não conseguia esquecer a voz de Uiara. Numa tarde, quase morto de saudade, fugiu da aldeia e remou na sua canoa rio abaixo. Uiara já o esperava cantando a música das núpcias. Tapuia se jogou no rio e sumiu num mergulho, carregado pelas mãos da noiva. Uns dizem que naquela noite houve festa no chão das águas e que foram felizes para sempre. Outros dizem que na semana seguinte a insaciável Uiara voltou para levar outra vítima. Origem: Européia com versões dos Indígenas, da Amazônia.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

A Pedra. Além da Imaginação.


"Uma pedra. O que poderia haver de misterioso em algo desse tipo? Seria possível que forças Além de Nossa Imaginação possam se manifestar através uma matéria como essa?" Segundo o Relato a seguir, isso pode ser possível! ================================================================================= Bem, eu não sei como começar essa história, mas eu vou tentar fazer o melhor possível. A minha filha (ela tinha 3 anos na época) estava indo para uma creche enquanto eu não arrumava uma babá. Um dia o pessoal da creche arranjou algumas pedras e fizeram as crianças pintarem para darem aos pais. Quando minha filha trouxe as dela para casa, eu coloquei as pedras pintadas (eram 3) na janela em cima da pia da cozinha. Bem, acho que depois de 2 ou 3 semanas depois, eu notei que toda vez que eu ia lavar a louça, uma das pedras estava sempre dentro ou em cima da pia. Eu não dei muita atenção para isso e simplesmente a colocava de volta na janela. Um dia a minha cunhada estava em casa e decidiu lavar a louça para mim. Quando ela ia começar, perguntou sobre a pedra que estava dentro da pia. Eu falei para ela colocar de volta na janela (a essa altura eu já estava começando a ficar meio assustada com a pedra). Ela falou que ia jogar fora, porque estava toda preta e suja e eu falei que tudo bem. De noite nós duas resolvemos ver um filme. A casa começou a ficar um pouco fria, então eu pedi para ela fechar a janela da cozinha. Quando ela foi fechar a janela, ela viu a pedra que ela tinha jogado fora em cima da pia novamente. Então ela soltou um grito, e quando eu fui ver o que era, vi a pedra lá parada e senti um gelo subir pela minha espinha. Então antes de nós duas irmos dormir, nós colocamos a pedra em um saco plástico e jogamos no fundo da lata de lixo. No dia seguinte nós fomos levar o lixo para a lixeira do lado de fora da casa, e aproveitamos para nos certificar de que a pedra ainda estava lá, e estava. Depois de colocar o lixo lá fora nós fomos para a casa da minha cunhada (ela morava a 2 casas da minha). Chegando lá, nós duase fomos para a cozinha tomar um cafezinho. Depois do café ela foi para o quarto dela me mostrar uma coisa que ela tinha comprado, e de repente ela saiu correndo e gritando para fora da casa, e eu pensei "o que é que aconteceu?" Então eu saí e falei para ela se acalmar e me contar o que tinha acontecido. Nesse instante ela começou a chorar e me contou que a pedra (aquela que tínhamos jogado fora) estava em cima do travesseiro dela. Eu fui ver e a pedra estava realmente lá. Eu não sei e não consigo entender o que aconteceu com a gente, mas eu sei que foi algo que nenhuma de nós duas jamais vai esquecer. Sandra - Poços de Caldas - MG www.alemdaimaginacao.com

Negrinho do Pastoreiro.


O Negrinho do Pastoreio é uma lenda afro-cristã. Muito contada no final do século XIX pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É muito popular na região Sul do Brasil. Na versão da lenda escrita por João Simões Lopes Neto, o protagonista é um menino muito negro e pequeno, escravo de um estancieiro muito mau; este menino não tinha padrinhos nem nome, sendo conhecido como Negrinho, e se dizia afilhado da Virgem Maria. Após perder uma corrida e ser cruelmente punido pelo estancieiro, o Negrinho caiu no sono, e perdeu o pastoreio. Ele foi castigado de novo, mas depois achou o pastoreio, mas, caindo no sono, o perdeu pela segunda vez. Desta vez, além da surra, o estancieiro jogou o menino sobre um formigueiro, para que as formigas o comessem, e foi embora quando elas cobriram o seu corpo. Três dias depois, o estancieiro foi até o formigueiro, e viu o Negrinho, em pé, com a pele lisa, e tirando as últimas formigas do seu corpo; em frente a ele estava a sua madrinha, a Virgem Maria, indicando que o Negrinho agora estava no céu. A partir de então, foram vistos vários pastoreios, tocados por um Neguinho, montado em um cavalo baio. autor desconhecido.

terça-feira, 17 de julho de 2012

O Carpinteiro.


Um velho carpinteiro estava pronto para se aposentar. Ele informou ao chefe que seu desejo era sair da indústria de construção e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar. A empresa não seria muito afetada pela saída do carpinteiro, mas o chefe estava trìste em ver um bom funcionário partindo. Pediu ao carpinteiro para trabalhar em um último projeto. O carpinteiro concordou, mas era fácil, perceber que ele não estava entusiasmado com a idéia. Ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados. Foi uma maneira negativa de terminar sua carreira. Quando o carpinteiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa. Em seguida, o chefe entregou a chave para o carpinteiro e disse: -Esta casa é sua. Ela é o meu presente para você. O carpinteiro ficou muito surpreso. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente. A vida é um projeto que você mesmo constrói. Suas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a casa em que você vai morar amanhã. CONSTRUA COM SABEDORIA.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

As Lebres e as Rãs Fábulas de Esopo.


As lebres, animais envergonhados por natureza, sentiam-se oprimidas com tanto acanhamento. Como viviam, todo o tempo, com medo de tudo e de todos, cansadas, decidiram dar um fim às suas angústias. Então, decidiram acabar com às suas vidas. Concluíram que assim resolveriam todos os seus problemas. Combinaram então que se jogariam do alto de um montanha, para as profundas e escuras águas de um lago. Assim, quando correm para a montanha, várias Rãs que descansavam escondidas pela grama à beira do mesmo, tomadas de medo ante o barulho de suas pisadas, desesperadas, pulam na água, em busca de proteção. Ao ver o medo que sentiam as Rãs em fuga, uma das Lebres disse às amigas: Não mais devemos fazer isso que combinamos minhas amigas! Sabemos agora, que existem seres mais medrosas que nós. Moral da História: Julgar que nossos problemas são os mais importantes do mundo, não passa de ilusão. Fábulas de Esopo.

domingo, 15 de julho de 2012

Múmias do Egito Antigo e a Mumificação


O processo de mumificação, as múmias, religião egípcia, avanços na medicina e química De acordo com a religião egípcia, a alma da pessoa necessitava de um corpo para a vida após a morte. Portanto, devia-se preservar este corpo para que ele recebesse de forma adequada a alma. Preocupados com esta questão, os egípcios desenvolveram um complexo sistema de mumificação. O processo de mumificação O processo era realizado por especialistas em mumificação e seguia as seguintes etapas: 1º - O cadáver era aberto na região do abdômen e retirava-se as víceras (fígado, coração, rins, intestinos, estômago, etc. O coração e outros órgãos eram colocados em recipientes a parte. O cérebro também era extraído. Para tanto, aplicava-se uma espécie de ácido pelas narinas, esperando o cérebro derreter. Após o derretimento, retirava-se pelos mesmos orifícios os pedaços de cérebro com uma espátula de metal. 2º - O corpo era colocado em um recipiente com natrão (espécie de sal) para desidratar e também matar bactérias. 3º - Após desidratado, enchia-se o corpo com serragem. Aplicava-se também alguns “perfumes” e outras substâncias para conservar o corpo. Textos sagrados eram colocados dentro do corpo. 4º - O corpo era envolvido em faixas de linho branco, sendo que amuletos eram colocados entre estas faixas. Após a múmia estar finalizada, era colocada dentro de um sarcófago, que seria levado à pirâmide para ser protegido e conservado. O processo era tão eficiente que, muitas múmias, ficaram bem preservadas até os dias de hoje. Elas servem como importantes fontes de estudos para egiptólogos. Com o avanço dos testes químicos, hoje é possível identificar a causa da morte de faraós, doenças contraídas e, em muitos casos, até o que eles comiam. Graças ao processo de mumificação, os egípcios avançaram muito em algumas áreas científicas. Ao abrir os corpos, aprenderam muito sobre a anatomia humana. Em busca de substâncias para conservar os corpos, descobriram a ação de vários elementos químicos. Curiosidades: - Para transformar um corpo em múmia era muito caro naquela época. Portanto, apenas os faraós e sacerdotes eram mumificados. - Alguns animais como, por exemplo, cães e gatos também foram mumificados no Egito Antigo.

Imagens mentais!


Criarei na minha mente as imagens daquilo que desejo ver realizado. Aceito agora o fato alegado por especialistas no mundo inteiro, de que criar imagens mentais ajuda na obtenção e realização das coisas desejadas. Os especialistas afirmam também que fatores como nitidez da imagem, concentração e maior tempo de permanências na mente, fé em aquilo se quer realizar, são fundamentos para o sucesso dessa prática. Hoje vou escolher um alvo, algo muito desejado, não importa se parece difícil, seja, vou passar esse filme durante todo o dia na tela da minha mente.Colocarei cada vez mais detalhes da imagem, e se ela ameaçar se desvanecer, voltarei a focalizá-la e me fixar nela. Até conseguir meu intuito, até esgotar minha vontade de ter o que quero. Mas conseguirei! Ruth para "Vidas e Sonhos"

sábado, 14 de julho de 2012

Dança do ventre: um despertar do corpo e libido


A sensualidade também é presente em toda a dança do ventre. Não tem como tirar os olhos de uma mulher fazendo a dança do ventre. É fascinante ver o corpo a serviço de movimentos naturais e que a deixam ainda mais bela, em sua pura essência. Cada músculo, osso e pele se movem em harmonia para a dança e criam um clima de sedução e mistério. Nesta hora, a guerreira, que faz tripla jornada de trabalho, pode deixar a feminilidade aflorar e é ai que consegue atingir a naturalidade, livrando-se do estresse e colocando as pressões do dia-a-dia bem longe de toda a delicadeza permitida ao universo forte e sensível das mulheres. "A dança do ventre mexe com a fantasia e o emocional, estimulando o corpo e acabando com as inibições. Quem acha que tem o corpo feio, vai descobrir uma silhueta linda, num processo natural", diz a professora de dança do ventre, Lulu Sabongi. A sensualidade também é presente em toda a dança do ventre. Os movimentos do corpo estimulam a libido de quem os faz e de quem vê. "A mulher passa a se ver como um todo e acaba mexendo com a fantasia masculina porque faz movimentos que se prestam ao sexo", diz Lulu. Mas não dá para confundir. A dança é apenas sensual, mas não passa por apelos ou vulgaridade. "É uma brincadeira com o corpo que faz uma volta ao lúdico", diz a dançarina. Outra vantagem é modificar a postura e os próprios movimentos, que ganham mais graça e suavidade, além de dar mais forma ao corpo.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

O Vento e o Sol - Esopo


"O vento e o sol estavam disputando qual dos dois era o mais forte. De repente, viram um viajante que vinha caminhando. - Sei como decidir nosso caso. Aquele que coseguir fazer o viajante tirar o casaco, será o mais forte. Você começa, propôs o sol, retirando-se para trás de uma nuvem. O vento começou a soprar com toda a força. Quanto mais soprava, mais o homem ajustava o casaco ao corpo. Desesperado, então o vento retirou-se. O sol saiu de seu esconderijo e brilhou com todo o esplendor sobre o homem, que logo setiu calor e despiu o paletó." Moral da história: O amor constroi, a violência arruína. Fábula de Esopo

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Ísis, deusa do amor, mitologia egípcia, poderes


Ísis: a deusa do amor e magia. Quem era: Na antiga mitologia egípcia, Ísis era a deusa do amor e da magia, considerada também a mãe de todo Egito. Era filha de Geb (deus da Terra) e mulher do irmão Osíris (deus da vida no além e da vegetação). Teve um filho com Osíris, Hórus (deus do Céu). De acordo com a mitologia, Ísis tinha o poder de provocar a cheia do rio Nilo, muito importante para a agricultura nas margens do rio. Existiam três templos no Antigo Egito, construídos em homenagem a esta deusa. Curiosidade: - A deusa egípcia Ísis tinha os seguintes títulos (epítetos): "Rainha dos deuses", "Grande deusa Mãe" e "Força fecundadora da natureza" e "deusa da maternidade e do nascimento".

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Sonhos em vão...


O tempo nos faz pensar que: A vida nos atraí sempre o caminho que não devemos seguir. Talvez seja para nos ensinar que nem todos os caminhos que persistimos seguir não seja o certo.Como a pessoa que idealizamos, nunca virá ao nosso encontro. O sonho as vezes é tão belo que nos envolvemos na imaginação, e criamos em nós a ilusão da espera que um dia se realizará. Mas passam os dias, os meses e anos, e nada acontece, e nos faz refletir que são só sonhos! A realidade é bem diferente,e com o passar do tempo já desiludida de tudo, só as sombras do passado nos faz presente. Aí já cansada de tudo, cada dia será como uma estrada sem fim,sem brilho... o sol já não aquece nossa alma, tudo parece sombrio, até as estrelas para quem vivia sonhando, já perderão seu encanto, estarão lá para outros apreciarem a beleza do céu, que para nós, não representará mais nada...somente a tristeza, a solidão nos fará companhia... de Ruth para "Vidas e Sonhos".

terça-feira, 10 de julho de 2012

Uma antiga Lenda Árabe.


Conta uma antiga lenda que na Idade Media um homem muito religioso foi injustamente acusado de ter assassinado uma mulher. Na verdade, o autor era pessoa influente do reino e por isso, desde o primeiro momento se procurou um "bode expiatório" para acobertar o verdadeiro assassino. O homem foi levado a julgamento, já temendo o resultado: a forca. Ele sabia que tudo iria ser feito para condená-lo e que teria poucas chances de sair vivo desta história. O juiz, que também estava combinado para levar o pobre homem a morte, simulou um julgamento justo, fazendo uma proposta ao acusado que provasse sua inocência. Disse o juiz: sou de uma profunda religiosidade e por isso vou deixar sua sorte nas mãos do Senhor: vou escrever num pedaço de papel a palavra INOCENTE e no outro pedaço a palavra CULPADO. Você sorteara um dos papéis e aquele que sair será o veredicto. O Senhor decidirá seu destino, determinou o juiz. Sem que o acusado percebesse, o juiz preparou os dois papéis, mas em ambos escreveu CULPADO de maneira que, naquele instante, não existia nenhuma chance do acusado se livrar da forca. Não havia saída. Não havia alternativas para o pobre homem. O juiz colocou os dois papéis em uma mesa e mandou o acusado escolher um. O homem pensou alguns segundos e pressentindo a "vibração" aproximou-se confiante da mesa, pegou um dos papéis e rapidamente colocou na boca e engoliu. Os presentes ao julgamento reagiram surpresos e indignados com a atitude do homem. "Mas o que você fez?" E agora? Como vamos saber qual seu veredicto?" "É muito fácil", respondeu o homem. "Basta olhar o outro pedaço que sobrou e saberemos que acabei engolindo o contrário." Imediatamente o homem foi liberado. MORAL DA HISTORIA: Por mais difícil que seja uma situação, não deixe de acreditar ate o ultimo momento. Saiba que para qualquer problema há sempre uma saída. Não desista, não entregue os pontos, não e deixe derrotar. Persista, vá em frente apesar de tudo e de todos, creia que pode conseguir. Autor desconhecido.

Cleópatra : A mais famosa Rainha do Egito


Cleópatra foi a última Rainha da Dinastia ptolomaica que dominou o Egito após a Grécia ter invadido aquele país. Filha de Ptolomeu XII com sua irmã, ela subiu ao trono egípcio aos 17 anos de idade, após a morte do pai. Contudo, ela teve que dividir o trono com seu irmão, Ptolomeu XIII (com quem casou), e depois, com Ptolomeu XIV. Biografia, personalidade e atuação política Tinha uma grande preocupação com o luxo da corte e com a vaidade. Costumava enfeitar-se com jóias de ouro e pedras preciosas ( diamantes, esmeraldas, safiras e rubis ), que encomendava de artesãos ou ganhava de pessoas próximas e familiares. A luta pelo poder entre ela e seus irmão gerou uma forte instabilidade política e econômica para o Egito. Diante disso, ela acabou exilada e decidiu pedir o auxílio de Roma ( atual Itália ). Sedutora e extremamente inteligente, ela sabia utilizar-se muito bem do poder que detinha. Num plano audacioso e arriscado, ela enviou a si própria, embrulhada dentro de um tapete, como presente a Júlio César. Após desenrolar-se do tapete, seu argumento foi tão ousado quanto seu plano, ao dizer que havia ficado encantada com as histórias amorosas de César e assim queria conhece-lo. Tornaram-se amantes e ele a ajudou assassinar seu irmão em 51 A.C. Após isto, ela tornou-se a rainha e foi para Roma, onde deu a luz a Cesarion. A rainha retornou à terra natal após o assassinato de César, em 44 a.C. Ainda mais ambiciosa, ela tomou conhecimento da posição importante que Marco Antônio se encontrava na Anatólia, que ocupava o cargo de governador da porção oriental do Império Romano. Estimulada pela ambição que lhe era comum, a rainha seduziu este outro romano iniciando com ele um relacionamento amoroso em 37 A.C. Durante o período que estiveram em Alexandria, ela deu dois filhos a Marco Antonio que, em troca, devolveu-lhe os territórios de Cirene e outros, que até aquele momento, estavam sob o domínio do Império Romano. A atitude de Marco Antônio, que se deixava dominar cada vez mais pelo poder de sedução da rainha, devolvendo-lhe as terras que haviam sido conquistadas pelo Império Romano, incomodou de tal forma o Senado romano, que, este, declarou guerra a ambos. Após serem derrotados por Otávio na batalha naval de Ácio, ambos cometeram suicídio, tendo Cleópatra se deixado picar por uma serpente, em Alexandria, no ano 30 a.C. Após isto, o Egito voltou às mãos de Roma.

domingo, 8 de julho de 2012

Deusa Hathor


Hathor é uma das deusas mais veneradas do Egito Antigo, a deusa das mulheres, dos céus, do amor, da alegria, do vinho, da dança, da fertilidade e da necrópole de Tebas, pois sai da falésia para acolher os mortos e velar os túmulos. Poderes É a legítima portadora do sistro (era feito em geral em bronze, mas também existiam exemplares em madeira e em faiança. Os sistros estavam particularmente associados ao culto da deusa Hathor, mas poderiam também ser empregues no de Ísis, Bastet e Amoun. Os Egípcios acreditavam que o som produzido pelo instrumento poderia aplacar o deus em questão. Quando o culto de Ísis se difundiu na bacia do Mediterrâneo, o sistro tornou-se um instrumento popular entre os Romanos). Trazia a felicidade e era chamada de "dama da embriaguez" e muito celebrada em festas. As mulheres solteiras oravam para ela para enfeitiçar seus espelhos de metal. Distribuidora do amor e da alegria, deusa do céu e protetora das mulheres, nutriz do deus Hórus e do faraó. História Hathor (ou het-heru) era associada com Ísis e com Bast, porém, esta Hathor mais conhecida é a reformulação de uma Hathor pré-dinástica, muito mais antiga, da qual pouco foi revelado e muito foi ocultado pela classe sacerdotal. Seu poder era tão grande que, mesmo com estas reformulações e confusões, em mais de uma dinastia o Faraó era considerado filho de Hathor ou seu consorte. Culto Personificação das forças benéficas do céu, depois de Ísis, é a mais venerada das deusas. Era prestado culto a Hathor em todo o Egito, em especial em Denderá.

sábado, 7 de julho de 2012

Seja um voluntário.


Sinta o Arco-Ires dentro de você. A energia de todo o sistema atuando em você a cada momento, tornando-o um ser pleno, com todas as capacidades de cada raio luminoso. Veja aquele que mais o atraí e busque pelos mensageiros daquele raio de luz. Peça a eles que lhe transmitam a mensagem daquele raio, que lhe ofereçam a oportunidade de colocar-se na Terra, a serviço daquela fonte de luz, contribuindo para a continuidade do serviço que os Mestres e toda sua legião de auxiliares fazem nos outros planos em seus etéricos. Peça para ajudar a mudar sua vida. De um autor desconhecido.

A vaquinha.


Certa vez, um mestre da sabedoria passeava por uma floresta acompanhado de seu fiel discípulo, quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre, e resolveu fazer uma breve visita.Durante o trajeto, ele falou ao aprendiz acerca das importâncias das importância das visitas e das oportunidades do aprendizado que temos também com as pessoas que mal conhecemos. Ao chegar, constatou a pobreza do lugar, sem calçamento , casa de madeira , os moradores, um casal e três filhos, vestidos com roupas rasgadas e sujas.Então, aproximou-se do senhor aparentemente o pai daquela família, e questionou: - Aqui não há sinais de pontos de comércio e de trabalho. Como o senhor e sua família sobrevivem? E o senhor respondeu calmamente: - Caro amigo, temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite diariamente.Uma parte desse produto nós vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros tipos de alimentos, e com outra produzimos queijo, coalhada e outras coisas para nosso consumo, e deste modo vamos sobrevivendo. O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por alguns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho, voltou ao seu fiel discípulo e ordenou: - Aprendiz, pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre-a , jogue -a lá embaixo. O jovem arregalou os olhos, perplexo, e questionou o mestre sobre o fato de a vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas, como notou o silêncio absoluto do seu mestre , foi cumprir o que lhe fora ordenado. Então empurrou o animal morro abaixo e viu a pobre vaquinha morrer. Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante alguns anos. Um belo dia, ele resolveu deixar tudo o que havia aprendido e voltar ao mesmo lugar para contar à família , pedir perdão e ajudá-los. Quando se aproximava do local, avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, com carro na garagem e algumas crianças brincando no jardim. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela humilde família tivera que vender a propriedade para sobreviver. Apertou o passo e chegando lá, foi recebido por um caseiro muito simpático, perguntou sobre a família que ali morava há uns quatro anos, e o caseiro respondeu: -Continuam morando aqui. Espantado, ele entrou correndo na casa e viu que era a mesma família que visitara com o mestre. Elogiou o local e perguntou ao senhor o dono da vaquinha: - Como o senhor conseguiu melhorar este sítio e ficar muito bem de vida? E o senhor, entusiasmado, explicou: - Tínhamos uma vaquinha, que caiu no precipício e morreu. Depois disso, tivemos de fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que possuímos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Homem Bobo.


"Teriam as crianças algum dom especial que permitiria que elas vissem criaturas do além? Se não, como então explicar os inúmeros relatos de crianças que dizem ter visto pessoas que já partiram, bem como também criaturas bizarras em seus quartos? Seria apenas imaginação desses pequeninos, ou haveria algo a mais em suas visões?" O Relato a seguir mostra um desses estranhos acontecimentos! A um tempo atrás eu estava tomando conta dos meus dois primos para os meus tios. Um deles tinha 3 anos e o outro 1 ano de idade. E foi aí que tudo aconteceu. Nós estávamos tomando o café da manhã, e então o meu primo de 3 anos olhou para o outro lado da sala e começou a rir histericamente. Eu perguntei "por que você está rindo tanto? O que é tão engraçado?", e ele só apontava para o outro lado da sala. Então eu falei "Levanta e me mostra!" Então ele andou até o outro lado da sala e ficou em pé do lado do sofá. Ele apontou para cima, para a parede vazia. Eu olhei e falei "O que é? Eu não estou vendo nada!" Então ele falou "É o homem bobo!" Eu olhei para ele e para a parede. Não tinha nada lá, mas ele continuava rindo histericamente. Então eu falei para ele voltar para a mesa e comer. O tempo inteiro enquanto ele comia, ele continuava a rir e a olhar para a parede, para o "homem bobo". Depois de um tempo ele falou "o homem bobo foi embora." Eu perguntei para ele como o homem parecia e ele falou "ele voa!" e apontou para o teto. Duas noites depois, os meus avós foram jantar na casa dos meus tios. Enquanto eles estavam comendo, o meu primo de 3 anos começou a rir de novo. O meu avô pediu para ele mostrar o que ele achava tão engraçado. De novo ele foi até o sofá e apontou para a parede. Os meus tios ficaram surpresos, já que eu tinha contado a história todas para eles, e agora eles estavam vendo exatamente o que eu tinha contado. Algum tempo depois os meus tios arranjaram uma babá. Ela tinha uma filha de 10 meses. Ela contou que um dia ela levou a filha dela junto, e quanto ela chegou na sala da casa, a filha dela olhava para o mesmo lugar que o meu priminho olhava, e ficava rindo também. Eu fiquei completamente sem reação depois que ela me falou isso, já que ninguém tinha contado essa história para ela. O meu filho as vezes vinha para o meu quarto (quando tinha uns 2 anos) e ficava no escuro, sem nada para ver. E ele também ficava rindo descontrolado. Não havia nada nem um pouco engraçado lá no escuro. Nessa época o meu filho olhava para as fotografias da família e conhecidos, e eu nunca vi ele reagir para essas fotos do mesmo jeito que ele reagia para a foto do meu avô que já tinha falecido, e que nunca conheceu ele, em pessoa. Recordando o que aconteceu, eu fiquei imaginando se o "Homem Bobo" que o meu priminho dizia que via, poderia ser o meu avô. Eu acho que sim. Eu acredito que há espíritos que as crianças possam vê-los, e que também as pessoas que partiram voltam para ver aqueles que eram importantes para eles em vida. Será? http://www.alemdaimaginacao.com/index.html

Aura Humana.


CONCEITO Etimologia: lat. aura, - 'vento brando, brisa, o ar, sopro, hálito, brilho. Suposta manifestação de substância etérea que irradia de todos os seres vivos, somente perceptível por pessoas de sensibilidade especial. A AURA não é um corpo, é a manifestação energética de um determinado corpo. Você com certeza já deve ter conhecido alguém assim: basta chegar perto para se envolver numa maravilhosa onda de luz e paz. Sua energia é tão positiva e contagiante que poderia até ser tocada. Outras pessoas, ao contrário, provocam uma desagradável sensação de cansaço, como se roubassem nossa energia. Esta capacidade de apagar ou iluminar o ambiente reflete o poder da nossa aura. Uma pessoa altamente emotiva com um chakra do plexo solar desenvolvido e descontrolado, pode causar destruição. Por outro lado uma pessoa que use corretamente o centro do coração, leva a inspiração a centenas de pessoas, expandindo sua Aura e tornando seu campo energético mais amplo, mais forte, mais protegido e mais resistente aos ataques das energias telúricas e de energias negativas. Ela foi estudada nos anos setenta pelo físico russo Samuel Kirlian, que inventou a kirliangrafia, que não é nada mais que a fotografia da nossa aura. Através dela pode-se detectar visualmente que todo ser humano representa um gerador de energia que produz um campo energético. A aura é constituída por quatro campos, quatro camadas: Aura da saúde física Aura astral ou emocional Aura mental Aura do corpo etérico Existe uma correlação entre o estado geral de corpo-mente-alma de uma pessoa e seu corpo vibratório. Danos à alma, tensão e fraquezas físicas tornam-se perceptíveis, antes mesmo de se manifestarem em você, tais como depressões, fadigas e doenças. Quem passa por uma perda de um parente querido, por exemplo, terá chances de se recuperar mais rapidamente se seu campo energético estiver equilibrado. Uma das maneiras para deixá-la em perfeito estado é tomar o banho de água com sal. Antes de tudo, devo esclarecer a essência da aura. Todos os pensamentos e atos humanos pertencem ao bem e ao mal. A espessura da aura é proporcional à quantidade de pensamentos bons e maus. Internamente, quando uma pessoa pratica o bem, sente uma satisfação na consciência. Esses pensamentos se convertem em luz, somando-se a luz do corpo espiritual. Quando, ao contrário, os pensamentos e atos sãos maus, estes se convertem em nuvens do corpo espiritual. Externamente, quando se faz o bem aos outros, os pensamentos de gratidão das pessoas beneficiadas também se convertem em luz. Transmitidos através do fio espiritual para a pessoa que praticou o bem, aumentam a luz desta. Quando, ao contrário, a pessoa recebe transmissões de pensamentos de vingança, ódio, ciúme ou inveja, suas nuvens aumentam. Por isso, é preciso praticar o bem e proporcionar alegria aos outros, evitando provocar pensamentos de vingança, ódio ou ciúmes. Para assegurar a boa luminosidade de sua aura todo cuidado é pouco. Ciúme, raiva, ódio ou inveja podem atuar negativamente sobre o equilíbrio dos campos energéticos. O primeiro passo é combater as situações de estresse com constantes exercícios de relaxamento, caminhar todos os dias pela manhã (se possível por vinte minutos), e viver situações que salientem o seu lado alegre. TIPOS DE AURA AURA ETÉRICA: É a manifestação do duplo etérico e do corpo físico. O duplo etérico possui 4 camadas sendo a mais externa a AURA ETÉRICA, ela representa a vitalidade do corpo físico o potenciômetro das reservas energéticas do nosso organismo, portanto as informações que ela oferece a um clarividente, é meramente de natureza funcional e mecânica. Não confundir a aura etérica com o Corpo Etérico. A AURA ETÉRICA, é conhecido por outros nomes como PERIETÉRICO, VITALIDADE, prana. Sua luminosidade é próxima do Cinza Azulado por vezes prateado, lembra uma leve bruma, uma fumaça de incenso, não fosse pela sua opacidade e pela sua maneira de se mover. Porém é preciso dizer que a AURA ETÉRICA (Perietérico) é a matéria fluidificada. Camadas Etéricas URA ASTRAL: É conhecida também por aura emocional e é a manifestação do corpo Astral. Forma um ovo áurico em volta do corpo . Sua grande mobilidade, suas colorações de variações infinitas são sinais que a distinguem. Devemos considerá-la como o espelho das paixões de um indivíduo, pois fornece o reflexo exato de seu ego inferior ou personalidade. Por isso a dificuldade de ler uma aura, pelas tempestades, maremotos, variações de todos os tipos, está sempre em constante mutação, de acordo com as emoções do seu dono.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Britânica de 66 anos coloca silicone e arruma namorado de 28 anos


Joan e Phil se conheceram no Facebook Aos 66 anos, a britânica Joan Lloyd decidiu seguir o conselho de seu marido morto, colocou silicone nos seios e arrumou um namorado 38 anos mais novo. Depois da morte de David, em 2010, a viúva gastou 4.250 libras – cerca de R$ 13 mil – na plástica. “Dê um jeito nos seus seios, eles não são mais como costumavam ser”, disse David à esposa antes de falecer. Mais tarde, Phil Absolom, 28 anos, viu as fotos da antiga modelo no Facebook e resolveu entrar em contato. Após semanas de conversa on-line e por telefone, eles resolveram marcar um encontro e a química foi instantânea. Logo Phil se mudou para a casa de Joan, que tem quatro filhos e 13 netos. “Antes de morrer, David me disse para fazer plástica e arrumar um namorado mais novo (...). Eu sei que ele estaria orgulhoso de mim”, contou a britânica ao The Sun. Ela ainda afirma que Phil deu um novo sentido à sua vida. No começo, seus filhos e netos estranharam o relacionamento, mas agora o casal até planeja uma viagem a Cuba com uma das filhas, Anne e o neto, Simon, vista Phil constantemente para jogar videogame e conversar sobre futebol.

Pirâmides do Egito Antigo


Conheça as pirâmides do Egito, como foram construídas, funções sociais, estrutura, armadilhas, pinturas internas e o uso da matemática Queóps: uma das mais importantes pirâmides do Egito Antigo. Elas foram construídas há mais de 2500 anos e resistem até hoje. Cercadas de mistérios, despertam interesse de historiadores, arqueólogos e estudiosos de civilizações antigas. Como resistiram a tantos séculos? Que segredos guardavam dentro delas? Qual função religiosa exerciam na sociedade? Conhecendo as pirâmides A religião do Egito Antigo era politeísta, pois os egípcios acreditavam em vários deuses. Acreditavam também na vida após a morte e, portanto, conservar o corpo e os pertences para a outra vida era uma preocupação. Mas somente os faraós e alguns sacerdotes tinham condições econômicas de criarem sistemas de preservação do corpo, através do processo de mumificação. A pirâmide tinha a função abrigar e proteger o corpo do faraó mumificado e seus pertences (jóias, objetos pessoais e outros bens materiais) dos saqueadores de túmulos. Logo, estas construções tinham de ser bem resistentes, protegidas e de difícil acesso. Os engenheiros, que deviam guardar os segredos de construção das pirâmides, planejavam armadilhas e acessos falsos dentro das contruções. Tudo era pensado para que o corpo mumificado do faraó e seus pertences não fossem acessados. As pirâmides foram construídas numa época em que os faraós exerciam máximo poder político, social e econômico no Egito Antigo. Quanto maior a pirâmide, maior seu poder e glória. Por isso, os faraós se preocupavam com a grandeza destas construções. Com mão-de-obra escrava, milhares muitas vezes, elas eram construídas com blocos de pedras que chegavam a pesar até duas toneladas. Para serem finalizadas, demoravam, muitas vezes, mais de 20 anos. Desta forma, ainda em vida, o faraó começava a planejar e executar a construção da pirâmide. A matemática foi muito empregada na construção das pirâmides. Conhecedores desta ciência, os arquitetos planejavam as construções de forma a obter o máximo de perfeição possível. As pedras eram cortadas e encaixadas de forma perfeita. Seus quatro lados eram desenhados e construídos de forma simétrica, fatores que explicam a preservação delas até os dias atuais. Ao encontrarem as pirâmides, muitas delas intactas, os arqueólogos se depararam com muitas informações do Egito Antigo. Elas possuem inscrições hieroglíficas, contando a vida do faraó ou trazendo orações para que os deuses soubessem dos feitos realizados pelo governante.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Deuses Egípicios.


Mitologia e religião egípcia, deuses do Egito Antigo, politeísmo egípcio, características e representações. Anúbis : Deus dpos mortos, e do submundo. Mitologia egípcia e religião No Egito Antigo, as pessoas seguiam uma religião politeísta, ou seja, acreditavam em vários deuses. Estas divindades possuíam algumas cararacterísticas (poderes) acima da capacidade humana. Poderiam, por exemplo, estar presente em vários locais ao mesmo tempo, assumir várias formas (até mesmo de animais) e interferir diretamente nos fenômenos da natureza. As cidades do Egito Antigo possuíam um deus protetor, que recebia oferendas e pedidos da população local. Conheça abaixo uma relação das principais divindades do Egito Antigo e suas características. Nome do deus(a) - O que representava Rá - Sol (principal deus da religião egípcia) Toth - sabedoria, conhecimento, representante da Lua Anúbis - os mortos e o submundo Bastet - fertilidade, protetora das mulheres grávidas Hathor - amor, alegria, dança, vinho, festas Hórus - céu Khnum - criatividade, controlador das águas do rio Nilo Maet - justiça e equilíbrio Ptah - obras feitas em pedra Seth - tempestade, mal, desordem e violência Sobek - paciência, astúcia Osíris - vida após a morte, vegetação Ísis - amor, magia Tefnut - nuvem e umidade Chu - ar seco, luz do sol Geb - terra.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

O Cisne (e seu dono) De Esopo.


Dizem que os Cisnes cantam na hora da sua morte. Um homem encontrou um cisne posta á venda, e como lhe disseram que a voz era melodiosa, ele o comprou.E um dia tendo convidados para a ceia , mandou buscar o cisne e lhe pediu que cantasse na festa. O cisne porém ficou calado. Tempos depois, julgando que estava para morrer entoou uma melodia. Ao ouvi-lo o dono disse: " Ora, se tu não cantas senão na hora da morte, eu fui um tolo em pedir -te para cantar naquela ocasião, em vez de imolar-te". Moral da história: Assim são alguns homens, que não querem fazer um favor de boa vontade. mas o fazem quando obrigados. Fábulas de Esopo.

Lenda da Ninfa.


Há muitos e muitos anos, morava em certo lugar do Japão, um casal de velhos pobres que tinham como vizinho, um casal de velhos ricos. Com a aproximação do Ano Novo, o casal rico começou os preparativos para a festa. Preparou o moti (bolinho de arroz glutinoso) e vários pratos deliciosos. O casal pobre ao contrário, nada tinha para comer e foi andar na praia para esquecer o infortúnio. Depois de andar bastante, os dois sentaram numa pedra e ficaram apreciando o mar. De repente uma bela ninfa apareceu como por encanto do mar e disse aos velhinhos: -Vocês parecem tristes. Que tal vir comigo para visitar Ryugu, o palácio do Rei Dragão? -Será um grande prazer para nós - respondeu o velhinho surpreso com a presença de bela ninfa. Nisso num gesto suave com as mãos, a belaprincesa chamou para a superfície do mar três grandes tartarugas. A convite da ninfa, os velhinhos sentaram nos cascos das tartarugas e foram levados para o fundo do mar, onde se localizava o famoso Ryugu, o Palácio do Dragão, pertencente a Shiyozuchi no Kami, o deus do Mar. O casal havia ouvido falar do Palácio do Dragão várias vezes, pois estar um dia nesse local era o sonho de todos os pescadores do antigo Japão.Porém nunca tinham imaginado que o palácio fosse tão esplendoroso. Ali passaram dias maravilhosos assistindo suaves bailados e comendo ricas iguarias. Assim, um mês se foi num piscar de olhos e a velhinha disse ao velhinho: -Tivemos o melhor ano novo de nossa vida, porém é hora de voltarmos para nossa casa na aldeia. Contaram a princesa que queriam retornar a casa e agradeceram a hospedagem tão maravilhosa. A ninfa que era a princesa Toyotama Hime, filha do Deus do Mar, disse que o casal poderia ficar quanto tempo quiser, porém se realmente estava com saudade da casa, que voltasse levando como presente uma tartaruga que estava botando bonitos ovos. De volta a casa, alimentaram da tartaruga com todo carinho e cuidaram diariamente como se fosse uma filha. Alguns dias mais tarde, a tartaruga botou um ovo brilhante. Para surpresa do casal era um ovo de ouro! E todas as noites a tartaruga passou a botar religiosamente mais um ovo de ouro. Como se tratava de uma aldeia pequena, a notícia correu de boca em boca e chegou ao ouvido do casal de velhinho rico. Eles foram imediatamente visitar seus vizinhos e pediram a tartaruga emprestada. -Ficamos sabendo que vocês tem uma tartaruga maravilhosa, empreste-a por uma noite. -Não podemos, foi um presente da Princesa Toyotama. Apesar da recusa, o velhinho rico, apanhou a tartaruga à força e levou para sua casa. Colocaram a tartaruguinha no cômodo mais luxuoso da casa, sobre cobertores de seda pura e ficaram ansiosos esperando o amanhecer, para ver se tinha botado um ovo de ouro. Na manhã seguinte, quando abriram a porta, ficaram desapontados ao constatar que ela não tinha botado nenhum ovo, mas sujado todo cômodo e seus ricos lençóis de seda pura, com fétidos excrementos. Irritado o homem rico atirou a tartaruga pela janela. A coitadinha se espatifou numa rocha no precipício beira-mar, situada atrás da casa, e teve morte instantânea. O bondoso casal vizinho foi buscar os restos mortais da tartaruga e realizou uma cerimônia de enterro no melhor estilo budista. Fez uma cova no jardim e enterrou a pobre tartaruga. Tempos depois sobre a cova nasceu uma árvore. Quando essa árvore cresceu, surgiram flores brancas e cheirosas. Depois muitos frutos verdes. Quando o outono chegou, esses frutos ficaram com a casca da cor de ouro. Os velhinhos descascaram e chuparam seu suco que era delicioso. No interior do fruto encontraram pequenas sementes brancas e o velhinho disse: -Essas sementes valem ouro, vamos plantá-las e distribuir as mudas para todas as pessoas do mundo. Assim os velhinhos bondosos viveram felizes o resto de suas vidas pois haviam descoberto as sementes dos frutos de ouro. É por essa razão que a laranja ainda hoje tem a casca da cor de ouro. Fonte :Jornal Nippo-Brasil

domingo, 1 de julho de 2012

Lenda do Arco-Iris.


O João era pobre. O pai tinha morrido e era muito difícil a mãe manter a casa e sustentar os filhos. Um dia ela pediu-lhe que fosse pescar alguns peixes para o jantar. O João reparou numa coisa a mexer-se no meio do arvoredo. Aproximou-se sorrateiro, abaixou-se, afastou as folhas devagarinho e . . . viu um pequeno homem sentado num minúsculo banco de madeira. Costurava um colete verde com um ar compenetrado enquanto cantarolava uma musiquinha. À frente do João estava um anão. Rapidamente esticou o braço e prendeu o homenzinho entre os dedos. - Boa tarde, meu senhor. Como estás, João? - respondeu o homenzinho com um sorriso malicioso. Mas o anão tinha montes de truques para se libertar dos humanos. Inventava pessoas e animais a aproximarem-se, para que desviassem o olhar e ele pudesse escapar. - Diz-me lá, onde fica o tesouro do arco-íris? Mas o anão gritou para o João que vinha lá um touro bravo a correr bem na sua direcção. Ele assustou-se, abriu a mão e o anão desapareceu. O João sentiu uma grande tristeza, pois quase tinha ficado rico. E, com estas andanças, voltou para casa de mãos a abanar, sem ter pescado peixe nenhum. Mal chegou contou à mãe o sucedido. Esta, que já conhecia a manha dos anões, ensinou-o: -Se alguma vez o encontrares, diz-lhe que traga o tesouro imediatamente. Passaram-se meses. Até que um dia, ao voltar para casa, sentiu os olhos ofuscados com um brilho intenso. O anão estava sentado no mesmo pequeno banco de madeira, só que desta vez consertava um dos seus sapatos. - Cuidado! Vem lá o gavião! - gritou o anão, fazendo uma cara de medo. - Não me tentes enganar! - disse o João. - Traz já o pote de ouro! - Traz já o pote de ouro ou eu nunca mais te solto. - Está bem! - concordou o anão. - Desta vez ganhaste! O pequeno homem fez um gesto com a mão e imediatamente um belíssimo arco-íris iluminou o céu, saindo do meio de duas montanhas e terminando bem aos pés do João. As 7 cores eram tão intensas que até esconderam o pequeno pote de barro, cheio de ouro e pedras preciosas, que estava à sua frente. O anão baixou-se, com o chapéu fez-lhe um aceno de despedida, e gritou, pouco antes de desaparecer para sempre: - Adeus, João! És um menino esperto! Terás sorte e serás feliz para sempre! E foi o que aconteceu. O pote de ouro nunca se esgotou e o João e a sua família tiveram uma vida de muita fartura e de muita alegria. Lenda anómina Irlandesa

a Lenda do Arlequim.


Conta a lenda... que vivia em Veneza, no seu lindo e imponente palácio, uma Condessa muito rica que todos os anos, no Carnaval, organizava um grande baile de máscaras, para o qual convidava todos os rapazes e raparigas da cidade. A Condessa só fazia uma exigência aos convidados: tinham que se apresentar mascarados. E, durante a festa, era sempre premiado aquele que melhor se apresentasse. Então, em todas as casas de Veneza, as mães esforçavam-se por fazer os mais belos fatos de máscaras. Só Arlequim não iria ao baile por ser muito pobre e sua mãe não poder fazer-lhe nenhum traje. Os amigos, vendo-o tão triste, resolveram dar o que tinham - os bocadinhos da fazenda que sobrara da confecção dos seus fatos. E, com eles, a mãe de Arlequim conseguiu fazer uma linda fantasia, cortando os bocadinhos em losangos iguais e combinando habilidosamente as diferentes cores. Assim, o pequeno Arlequim pôde entrar no palácio da Condessa. E mais conta a lenda que foi precisamente Arlequim quem nesse ano ganhou o prémio por se ter apresentado com o fato mais vistoso e original. E quando a Condessa lhe perguntou como é que ele, tão pobre, tinha arranjado tão lindo traje, ele respondeu: - O meu fato foi feito com a bondade dos meus Amigos e o coração da minha mãe. autor Desconhecido.
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