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sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Oásis


Conta uma popular lenda do Oriente, que um jovem chegou à beira de um oásis junto a um povoado e, aproximando-se de um velho, perguntou-lhe: - Que tipo de pessoa vive nesse lugar ? - Que tipo de pessoa vivia no lugar de onde você vem? – perguntou o ancião. - Oh, um grupo de egoístas e malvados – replicou o rapaz – Estou satisfeito de haver saído de lá. - A mesma coisa você haverá de encontrar por aqui –Replicou o velho. No mesmo dia, outro jovem se acercou do oásis para beber água e vendo o ancião perguntou-lhe: - Que tipo de pessoa vive por aqui? O velho respondeu com a mesma pergunta: – Que tipo de pessoa vive no lugar de onde você vem? O rapaz respondeu: – Um magnífico grupo de pessoas, amigas, honestas, hospitaleiras. Fiquei muito triste por ter de deixá-las. - O mesmo encontrará por aqui – respondeu o ancião. Um homem que havia escutado as duas conversas perguntou ao velho: - Como é possível dar respostas tão diferentes à mesma pergunta? Ao que o velho respondeu: - Cada um carrega no seu coração o meio e os sentimentos que vive. Aquele que nada encontrou de bom nos lugares por onde passou, não poderá encontrar outra coisa por aqui. Aquele que encontrou amigos ali, também os encontrará aqui, porque, na verdade, a nossa atitude mental é a única coisa na nossa vida sobre a qual podemos manter controle absoluto.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

A escola dos bichos.


Conta-se que vários bichos decidiram fundar uma escola. Para isso reuniram-se e começaram a escolher as disciplinas. O Pássaro insistiu para que houvesse aulas de vôo. O Esquilo achou que a subida perpendicular em árvores era fundamental. E o Coelho queria de qualquer jeito que a corrida fosse incluída. E assim foi feito, incluíram tudo, mas… cometeram um grande erro. Insistiram para que todos os bichos praticassem todos os cursos oferecidos. O Coelho foi magnífico na corrida, ninguém corria como ele. Mas queriam ensiná-lo a voar. Colocaram-no numa árvore e disseram: “Voa, Coelho”. Ele saltou lá de cima e “pluft”… coitadinho! Quebrou as pernas. O Coelho não aprendeu a voar e acabou sem poder correr também. O Pássaro voava como nenhum outro, mas o obrigaram a cavar buracos como uma toupeira. Quebrou o bico e as asas, e depois não conseguia voar tão bem, e nem mais cavar buracos. Sabe de uma coisa? Todos nós somos diferentes uns dos outros e cada um tem uma ou mais qualidades próprias dadas por DEUS. Não podemos exigir ou forçar para que as outras pessoas sejam parecidas conosco ou tenham nossas qualidades. Se assim agirmos, acabaremos fazendo com que elas sofram, e no final, elas poderão não ser o que queríamos que fossem e ainda pior, elas poderão não mais fazer o que faziam bem feito. Respeitar as diferenças é amar as pessoas como elas são. ******* Rosana Rizzuti.

terça-feira, 28 de agosto de 2012

A Arte do Silêncio.


Certa vez, um homem tanto falou que seu vizinho era ladrão, que o vizinho acabou sendo preso. Algum tempo depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto e, após muito sofrimento e humilhação, processou o vizinho. No tribunal, o vizinho disse ao juiz: - Comentários não causam tanto mal… E o juiz respondeu: - Escreva os comentários que você fez sobre ele num papel. Depois pique o papel e jogue os pedaços pelo caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir sentença! O vizinho obedeceu e voltou no dia seguinte, quando o juiz disse: - Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem! - Não posso fazer isso, meritíssimo! – respondeu o homem. O vento deve tê-los espalhado por tudo quanto é lugar e já não sei onde estão! Ao que o juiz respondeu: - “Da mesma maneira, um simples comentário que pode destruir a honra de um homem, espalha-se a ponto de não podermos mais consertar o mal causado.” *******

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

O Pote Rachado.


Um carregador de água levava dois potes grandes, pendurados em cada ponta de uma vara, sobre os ombros. Um dos potes tinha uma rachadura, enquanto o outro era perfeito e sempre chegava cheio de água no fim da longa jornada entre o poço e a casa do Mestre; o pote rachado chegava sempre pela metade. Assim foi durante dois anos. Diariamente, o carregador entregava um pote e meio de água na casa de seu Mestre. O pote perfeito estava orgulhoso de suas realizações. Porém, o pote rachado estava envergonhado de sua imperfeição, e sentia-se miserável por ser capaz de realizar apenas a metade do trabalho que deveria fazer. Um dia decidiu e falou para o homem, à beira do poço: “Estou envergonhado, e quero pedir-te desculpas.” “Por quê?” Perguntou o homem. – “De que estás envergonhado?” “Nesses dois anos eu fui capaz de entregar apenas a metade da minha carga, porque essa rachadura no meu lado faz com que a água vaze por todo o caminho até a casa de teu senhor. Por causa do meu defeito, tens que fazer todo esse trabalho, e não ganhas o salário completo dos teus esforços.” O homem ficou triste pelo sentimento do velho pote, e disse-lhe amorosamente: “Quando retornarmos para a casa de meu senhor, quero que admires as flores ao longo do caminho.” De fato, à medida que eles subiam a montanha, o velho pote rachado notou flores selvagens ao longo de todo o caminho, e isto alegrou-o. Mas, ao fim da estrada, o pote ainda se sentia mal porque tinha vazado a metade, e de novo pediu desculpas ao homem por sua falha. Disse o homem ao pote: “Notaste que pelo caminho só havia flores no teu lado? Eu, ao conhecer teu defeito, transformei-o em vantagem. Lancei sementes de flores no teu lado do caminho, e cada dia, enquanto voltamos do poço, tu as regas. Por dois anos eu pude colher flores para ornamentar a mesa de meu senhor. Se não fosses do jeito que és, meu Mestre não teria essa beleza em sua casa.”; se o reconhecermos, eles poderão proporcionar beleza…

domingo, 26 de agosto de 2012

Vidas e sonhos!: Auto- Conhecimento

Vidas e sonhos!: Auto- Conhecimento: "Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram. O outro, ofendi...

Auto- Conhecimento


"Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram. O outro, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia: HOJE, MEU MELHOR AMIGO ME BATEU NO ROSTO. Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra: HOJE, MEU MELHOR AMIGO SALVOU-ME A VIDA. Intrigado, o amigo perguntou: -- Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora escreveu na pedra? Sorrindo, o outro amigo respondeu: -- Quando um grande amigo nos ofende, deveremos escrever na areia onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar. Porém quando nos faz algo grandioso, deveremos gravar na pedra da memória do coração onde vento nenhum do mundo poderá apagar".

sábado, 25 de agosto de 2012

Os Espelhos das Fadas Celestes.


No palácio celeste, moram as fadas chinesas. Elas passam os dias tecendo nuvens. São elas que emprestam às nuvens formas de animais, de brinquedos e até de algodão-doce. Mas não é divertido para elas. Todos os dias são iguais, lá no céu. Um dia duas fadinhas resolveram: - Vamos conhecer a Terra? Partiremos em segredo. O Imperador, nosso pai, nunca permitiria essa viagem. Desceram à Terra e escolheram duas velhinhas para proteger. Com o tempo, seus corpos perderam a transparência e as fadas chinesas passaram a ser confundidas com seres humanos. Conheceram crianças, trabalharam como atrizes e pintoras. Nem se lembravam da antiga vida no céu. Só depois que as fadas já estavam na Terra havia cem anos foi que o Imperador descobriu a ausência delas. Isso porque no céu o tempo demora a passar. As outras fadas disseram ao pai celeste que suas irmãs tinham desaparecido havia apenas sete dias. Mesmo assim… o Imperador ficou furioso. Quando ele se aborrecia, os céus se turvavam. Cada grito que soltava se transformava imediatamente num raio luminoso. Cada gota de suor que brotava de sua testa se tornava uma horripilante tempestade. Na Terra… as fadinhas, ao verem as chuvas torrenciais e ouvirem os trovões, lembraram-se da voz do pai. - É preciso voltar – concluiu a mais velha – se não regressarmos, papai destruirá a Terra; nossos amigos sofrerão, traremos dor e danos àqueles que nos acolheram. Tristes, as fadinhas se despediram de todas as crianças das quaiis tinham ficado amigas e subiram para o caminho do céu. Sabiam que seria difícil retornar à Terra, pois de agora em diante o Imperador as vigiaria eternamente. - Eu gostaria tanto de voltar a ver a Terra – disse a mais jovem. - E eu, de oferecer um presente para as crianças… – acrescentou a mais velha. Foi então que tiveram uma idéia maravilhosa: tiraram os espelhos mágicos das longas mangas de suas vestes, que era onde costumavam guardá-los e os lançaram na Terra. Os espelhos desceram tão rápido que os olhos humanos não foram capazes de vê-los rodopiando no ar. Quando caíram, se transformaram em dois lagos redondos, cintilantes e cristalinos. Suas águas eram doces e límpidas, refletindo perfeitamente as florestas, as colinas e o rosto das crianças. E hoje sempre que uma criança nada nas águas desses lagos, sabe que recebe a proteção das fadas celestes, que continuam a tecer as brancas nuvens dos céus. Fonte : Os Espelhos das Fadas Celestes

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Se Tudo Fosse Perfeito.


Se as coisas fossem perfeitas Não existiria lições de vida Não haveriam arrependimentos E nem descobertas... Se tudo fosse perfeito Mãos não se uniriam E sonhos não seriam valorizados. Se tudo fosse perfeito Olhares não se completariam E gestos passavam despercebidos. Se tudo fosse perfeito As lágrimas não existiriam As palavras seriam perfeitas... Se tudo fosse perfeito Eu pularia no abismo Sem medo da morte Pois asas eu ganharia... Se tudo fosse perfeito Eu atravessaria o oceano Sem medo de ser levada pelas ondas Sem receios de me perder em suas profundezas. Se tudo fosse perfeito Dores não existiriam E a cura não seria procurada... Se tudo fosse perfeito Não haveria a busca pela perfeição... Nada é por acaso Pois nem o destino É Perfeito. Rafaea vsl

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Saiba como agir.


Não te aflijas com as dores do mundo. Se elas não acontecem contigo é porque não são para ti. Aqueles que hoje passam por privações e dores, certamente estão passando exatamente pelo processo de que necessitam. Ajuda no que puderes. Seja cordial e prestativo com seus irmãos. Seja um auxiliar atuante em tudo que tiver ao seu alcance mas não sofras com a dor que que está destinadas aos outros. Assim de nada estarás ajudando aquele que sofre e estarás atraindo parte do sofrimento dele. Isto não é bom. Consumirás tua energia. Use-a de forma melhor. Se estiveres atento e com boa vontade, saberás a melhor forma de agir. de Ruth para " Vidas e Sonhos".

Os jogos Olímpicos.


Os Jogos Olímpicos foram criados pelos gregos por volta de 2500 a.C. como uma homenagem a Zeus, o maior dos deuses segundo a mitologia grega. Gregos de várias cidades se uniam no santuário de Olímpia (por isso que surgiu o termo “Olimpíadas”) para disputar as competições esportivas; o evento era tão importante, que eram selados acordos de cessar-fogo e tréguas entre cidades inimigas antes da realização dos jogos. Podiam participar das competições apenas os cidadãos livres, disputando provas de atletismo, luta, boxe, corrida de cavalo e pentatlo. Os vencedores eram cingidos por uma coroa trançada por folhas de louro, único prêmio e símbolo da maior vitória; o primeiro vencedor foi o atleta Coroebus. Os Jogos Olímpicos uniu os gregos até o ano 394 d.C., quando o imperador Teodósio II, convertido ao cristianismo, proibiu todas as festas pagãs, inclusive os Jogos Olímpicos. Após mais de 1500 anos adormecidos, os jogos foram ressuscitados através da iniciativa do francês Pierre de Fredy (1863-1937), o barão de Coubertin. Baseado na afirmação de que os jogos são uma fonte de inspiração para o aperfeiçoamento do ser humano, o mesmo propôs em 23 de junho de 1894, a criação de uma competição internacional entre atletas amadores. Na primeira edição dos Jogos Olímpicos na Idade Moderna participaram 285 atletas de 13 países, em provas de atletismo, esgrima, luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismo, natação e tênis. Os Jogos Olímpicos já serviram de palco para várias manifestações políticas ao longo da história, como o fato de Afolf Hitler não ter ficado para a premiação do atleta norte-americano negro Jesse Owens ou o boicote dos EUA aos Jogos de Moscou (1980) em pleno contexto da Guerra Fria, por exemplo. Por Thiago Ribeiro.

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

A Raposa e as Uvas. Fábulas de Esopo.


Uma Raposa, morta de fome, viu ao passar, penduradas nas grades de uma viçosa videira, alguns cachos de Uvas negras e maduras. Ela então usou de todos os seus dotes e artifícios para pegá-las, mas como estavam fora do seu alcance, acabou se cansando em vão, e nada conseguiu. Por fim deu meia volta e foi embora, e consolando a si mesma, meio desapontada disse: Olhando com mais atenção, percebo agora que as Uvas estão todas estragadas, e não maduras como eu imaginei a princípio. Moral da História: Ao não reconhecer e aceitar as próprias limitações, o vaidoso abre assim o caminho para sua infelicidade. Autor: Esopo

Lições...


Sabe hoje mais do que nunca percebo, se somos passageiros nessa vida é como turistas que devemos viver, sempre aproveitando todos os momentos, e querendo viver mais e mais momentos novos, sem descanso, se ficarmos parados para sempre podemos perder toda viagem, lindas paisagens, novidades, aprendizado. A vida tem muito a nos ensinar, nos ensina coisas em meio a lágrimas e trovões ou sorrisos e dias belos, depende da forma como vemos o que ela tem a nos mostrar, às vezes ela nos tira pessoas especiais... E se ficarmos tentando buscá-las para sempre, sem perceber que a maior mágica foi as ter tido do nosso lado, nunca vamos aprender a lição nem nos permitir novas pessoas por perto, as pessoas são insubstituíveis, por que cada uma que aproxima a sua vida da nossa tem algo a nos ensinar, mas às vezes elas têm apenas que passar e dar lugar a uma nova pessoa com novos aprendizados. Por incrível que pareça é assim, para cada pessoa que a vida nos levou, recebemos uma nova, cheia de novidades, e se não nos libertarmos da antiga nunca conseguiremos apreciá-la. Tomara que um dia a gente consiga aprender a deixar quem amamos livres, sem desejo de posse e sermos felizes assim... Por que amor de verdade, precisa de espaço para voar e ser livre! Diéssani Barbosa Lopes

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Tornando o campo fértil.


Um mestre encarregou o seu discípulo de cuidar do campo de arroz. No primeiro ano, o discípulo vigiava para que nunca faltasse a água necessária. O arroz cresceu forte, e a colheita foi boa. No segundo ano, ele teve a idéia de acrescentar um pouco de fertilizante. O arroz cresceu rápido, e a colheita foi maior. No terceiro ano, ele colocou mais fertilizante. A colheita foi maior ainda, mas o arroz nasceu pequeno e sem brilho. Então o mestre advertiu-o: - Se continuar aumentando a quantidade de adubo, não terá nada de valor no ano que vem. Moral da história: Você fortalece alguém quando ajuda um pouco. Mas você enfraquece alguém e pode até estragá-lo se ajuda muito. ( autor desconhecido ).

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Lendas de Lampião e Maria Bonita.( 70 anos de morte de Lampião e Maria Bonita).


Histórias sobre cangaceiro ainda assustam os nordestinos. Pesquisador conta quais foram os fatos que fizeram a fama de mau do rei do cangaço. O medo provocado pela presença física ou até mesmo pelas histórias e lendas contadas sobre Lampião ainda persiste. O rei do cangaço morreu há 70 anos, na Grota de Angicos, em Poço Redondo (SE), durante uma emboscada montada pelos policiais. O cangaço terminou em 1940, mas mesmo assim as pessoas, principalmente no Nordeste do país, sentem desespero quando se fala em Lampião. Testículos na gaveta Segundo Lima, uma dessas lendas revelava que um sujeito estava cometendo incesto e foi flagrado por Lampião. O cangaceiro separou os dois irmãos e foi conversar com o rapaz. Ele falou para o homem que era para colocar os testículos na gaveta e fechar com chave. Lampião, então, colocou um punhal sobre o criado-mudo e disse: "Volto em dez minutos, se você ainda estiver aqui eu te mato". “A crueldade de Lampião estaria em fazer a tortura e obrigar o sujeito a cortar sua masculinidade para continuar vivo”, disse o historiador. Crianças no punhal Em outra história lembrada pelo pesquisador, a população, com medo da fama de violento de Lampião, acreditava em todas as histórias sobre o cangaço. Uma delas foi criada com o objetivo de afugentar os sertanejos que ajudavam a esconder os cangaceiros, os conhecidos coiteiros. As volantes (polícia da época) espalharam que Lampião matava crianças com punhal. Segundo uma das histórias contadas pelos policiais, o cangaceiro jogava as crianças para o alto e as parava com um punhal. Outra lenda contada nas rodas de amigos no Nordeste até hoje é a de que Lampião chegou à casa de uma senhora e pediu que ela fizesse comida para ele e para os cangaceiros. Ela cozinhou e, com medo da presença de Lampião em sua casa, esqueceu de colocar sal durante o preparo. Um dos cangaceiros do grupo de Lampião reclamou que a comida estava sem gosto. O rei do cangaço, então, teria pedido um pacote de sal para a mulher. Ele despejou o sal na comida servida ao cangaceiro reclamante e o forçou a comer todo o prato. O integrante do grupo de Lampião teria morrido antes mesmo de terminar de comer.

sábado, 18 de agosto de 2012

Robin Hood.


Robin Hood (conhecido em Portugal como Robin dos Bosques) é um herói mítico inglês, um fora-da-lei que roubava dos ricos para dar aos pobres, aos tempos do Rei Ricardo Coração de Leão. Era hábil no arco e flecha e vivia na floresta de Sherwood. Era ajudado por seus amigos "João Pequeno" e "Frei Tuck", entre outros moradores de Sherwood. Teria vivido no século XIII, gostava de vaguear pela floresta e prezava a liberdade. Ficou imortalizado como "Príncipe dos ladrões"[1]. Tenha ou não existido tal como o conhecemos, "Robin Hood" é, para muitos, um dos maiores heróis da Inglaterra. No entanto o herói não é de fato um ladrão errante que vive em florestas. A história começa quando Robin of Locksley, filho do Barão Locksley é um cruzado e viaja com o Rei Ricardo para a o pai de Robin, destruindo também seu castelo. Não tendo onde morar, Robin Hood encontra um grupo de homens que moram na floresta e os lidera em uma batalha com o príncipe. Ele quer reaver sua posição nobre e também ajudar aos que se tornaram pobres graças a ganância de John. Na História, Robin Hood, que ganha o apelido por usar um hood (tipo de chapéu com pena) vence o príncipe John e casa-se com Maid Marian, sobrinha de Ricardo. No fim da história, Ricardo Coração de Leão reaparece após sua derrota em terras estrangeiras e nomeia Robin Hood cavaleiro, tornando o nobre novamente. Se existiu de fato, viveu durante o século XIII. Uma das primeiras referências a tal personagem é o poema épico Piers Plowman, escrito por William Langand em 1377. A compilação Gesta de Robin Hood, de 1400, sugere que as histórias que compõem a lenda circulavam bastante anos antes. Para quem vive hoje em Nottingham, cidade no centro de Inglaterra que serve d'e cenário à maioria das baladas iniciais, Robin continua a existir. Além das estátuas, há as ruas batizadas com o seu nome ou o festival anual que lhe é dedicado. E há também o que resta da Floresta de Sherwood, onde é possível encontrar a árvore em redor da qual o bando de Robin se reunia em conselho. É claro que, caso tenha vivido em Yorkshire, a floresta não era a de Sherwood mas a de floresta de Barnsdale. No convento de Kirklees, hoje em ruínas, existe também aquela que se pensa ser a sua campa e onde se pode ler: "Aqui jaz Robard Hude". "Robin Hood" é, desde sempre, por motivos que as versões às vezes alteram, um fora-da-lei. As referências históricas que sustêm as várias teorias da sua existência prendem-se, aliás, na maior parte dos casos, com registos de comparência em tribunais. Por Robin ter existido como "Robin Hood", por a lenda ser já contada ou por simples coincidência, parece ter havido antes de 1300, na mesma região, pelo menos cinco homens acusados de actividade criminal conhecidos pela alcunha de "Robinhood".

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Só de passagem...


Era uma vez um viajante que se perdera na floresta e viu-se sozinho em meio ao cair da noite, saindo a procura de um abrigo. Encontrou uma pequenina casa onde vivia um velho. Explicou sua situação o e o velho gentilmente ofereceu sua casa para que ele lá pernoitasse. Quando entrou, o viajante pôs a mala no chão e surpreendeu-se com a pequenez da, construção. Naquela diminuta casa, além de um velho fogão de barro, só havia uma cama, uma mesa e uma cadeira. Sem esconder a incredulidade, o viajante perguntou ao velho se ele vivia ali mesmo. O velho indo além da pergunta respondeu que não precisava de mais nada do que realmente tinha. Mas o viajante, curioso insistiu em saber como ele se virava com tão poucas coisas. O velho apontou para a mala no chão e disse que ele devia saber, pois também tinha poucas coisas. - Mas eu estou aqui só de passagem sorriu o viajante, muito lógico. O velho, com toda sabedoria, disse-lhe: - Eu também! (autor desconhecido)

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

A dor pode ser mais doce se você quiser....


Um velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d'água e bebesse. - "Qual é o gosto?" perguntou o Mestre. - "Ruim " disse o aprendiz. O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse a um lago. Os dois caminharam em silêncio e o jovem jogou o sal no lago, então o velho disse: - "Beba um pouco dessa água". Enquanto a água escorria do queixo do jovem, o Mestre perguntou: - "Qual é o gosto?" - "Bom!" disse o rapaz. - Você sente gosto do "sal" perguntou o Mestre? - "Não" disse o jovem. O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou sua mão e disse: - A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende aonde a colocamos. Então quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido das coisas. Deixe de ser um copo. Torne-se um lago... autor desconhecido.

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Contos de Fada- O Patinho Feio.


Era uma vez uma mamãe pata que pôs cinco ovos. Quatro lindos patinhos saíram primeiro da casca e, por último, um patinho tão feio que dava dó. - Quando crescer ficará bonito - pensou esperançosa, a mamãe pata.O patinho crescia e a mamãe pata ficava mais triste. Ele continuava feio e esquisito.Os mais velhos o olhavam com pena. Os mais moços zombavam dele chamando-o de"Patinho Feio".Pobre patinho! Vivia triste e não brincava com ninguém por causa da sua feiúra. O patinho preferia ficar sozinho a perto daqueles que riam dele. Um dia, resolveu ir embora para bem longe. Andou muito pela floresta, até que anoiteceu. Ele estava cansado, com fome e com muito medo. Também estava triste com seus amigos e, por isso venceu o medo e adormeceu ali mesmo. De manhã quando acordou ainda tinha fome, andou mais um pouco e ouviu um brulho de água. Correu e encontrou um lago, onde alguns patos selvagens brincavam alegremente.Quis falar com eles, mas um barulho de espingarda espantou a todos. E ele ficou sozinho novamente.O patinho resolveu ficar ali mesmo, pois tinha muitos peixes para se alimentar. Com o tempo, foi ficando mais forte e robusto.A primavera chegou e todos os cisnes resolveram aparecer no lago. Um deles veio conversar com o patinho. Ele não acreditava que um belo cisne quisesse ser seu amigo de verdade. - Ora, olhe seu reflexo na água - pediu o cisne. O patinho viu o reflexo e descobriu que ele também, era um cisne! Então resolveu juntar-se aqueles lindos e majestosos cisnes e viveui feliz para sempre. Hans Christian Andersen

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A Lenda do Guaraná


Um casal de índios pertencente a tribo Maués, vivia junto por muitos anos sem ter filhos mas desejavam muito ser pais. Um dia eles pediram a Tupã para dar a eles uma criança para completar aquela felicidade. Tupã , o rei dos deuses, sabendo que o casal era cheio de bondade, lhes atendeu o desejo trazendo a eles um lindo menino. O tempo passou rapidamente e o menino cresceu bonito, generoso e bom. No entanto, Jurupari , o deus da escuridão, sentia uma extrema inveja do menino e da paz e felicidade que ele transmitia , e decidiu ceifar aquela vida em flor. Um dia , o menino foi coletar frutos na floresta e Jurupari se aproveitou da ocasião para lançar sua vingança. Ele se transformou em uma serpente venenosa e mordeu o menino, matando-o instantaneamente. A triste notícia se espalhou rapidamente. Neste momento, trovões ecoaram e fortes relâmpagos caíram pela aldeia. A mãe, que chorava em desespero, entendeu que os trovões eram uma mensagem de Tupã, dizendo que ela deveria plantar os olhos da criança e que deles uma nova planta cresceria dando saborosos frutos. Os índios obedeceram aos pedidos da mãe e plantaram os olhos do menino. Neste lugar cresceu o guaraná, cujas sementes são negras, cada uma com um arilo em seu redor, imitando os olhos humanos. (Lenda indígena )

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Lembranças.


Um velho sábio chinês estava caminhando por um campo de neve quando viu uma mulher chorando. Dirigiu-se a ela e perguntou: _" Por que choras?" - Porque estou me lembrando do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho...Deus foi cruel comigo trazendo-me recordações . Ele sabia que,ao lembrar a primavera da minha vida, sofreria e acabaria chorando. O sábio, então, silenciosamente, ficou contemplando o campo de neve, com o olhar em determinado ponto...A mulher intrigada,com aquela atitude, parou de chorar e perguntou: - "O que está vendo aí?" - Vejo um campo florido- respondeu o sábio - Deus foi bondoso comigo por fazer-me lembrar. Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera e sorrir. autor desconhecido.

domingo, 12 de agosto de 2012

Sabedoria do Mendigo.


Serapião era um velho mendigo que perambulava pelas ruas da cidade. Ao seu lado o fiel escudeiro um vira-latas que atendia pelo nome de Malhado. Serapião não pedia dinheiro. Aceitava sempre um pão uma banana, um pedaço de bolo ou um almoço feito de sobras de comidas das mais abastadas. Quando suas roupas estavam emprestáveis, logo era socorrido por alguma alma caridosa. Mudava a apresentação, e era alvo de brincadeiras. Serapião era conhecido como um homem bom, que perdera a razão, a família , os amigos e até a identidade. Não bebia bebida alcoólica, estava sempre tranquilo, mesmo não havia recebido um pouco de comida. Dizia sempre que Deus lhe daria um pouco na hora certa, e sempre na hora que Deus determinava alguém lhe estendia uma porção de alimentos. Serapião agradecia com reverência e rogava a Deus pela pessoa que o ajudara. Tudo que ganhava dava primeiro para o Malhado, que paciente comia e ficava a esperar por mais um pouco. Não tinham aonde dormir, aonde anoiteciam lá dormiam. Quando chovia, procurava abrigo debaixo da ponte, e ali o mendigo ficava a meditar, com um olhar perdido no horizonte. Aquela figura me deixava sempre pensativo, pois eu não entendo aquela vida vegetativa, sem progresso, sem esperanças e sem um futuro promissor. Certo dia, com a desculpas de lhe oferecer umas bananas, fui bater um papo com o velho Serapião. Iniciei a conversa falando do Malhado,perguntei a idade dele, o que Serapião não sabia.Dizia não ter ideia, pois se encontraram um certo dia, quando ambos andavam pelas ruas e falou: Nossa amizade começou com um pedaço de pão. Ele parecia estar faminto, e lhe ofereci um pouco co meu almoço, e ele agradeceu abanando o rabinho. Daí não me largou mais. ele me ajuda muito e retribuo essa ajuda sempre que posso. Curiosamente perguntei: - Como vocês se ajudam? -Ele me vigia quando estou dormindo, ninguém pode chegar perto que ele late e ataca. Também quando ele dorme, eu fico vigiando para que outro cachorro não o incomode.Continuando a conversa, perguntei:- Serapião você tem algum desejo na vida? Sim, respondeu ele , tinha vontade de comer cachorro quente, daqueles que a ZeZé vende ali na esquina. - Só isso? indaguei. É no momento é só isso que desejo. Pois bem, vou satisfazer sua vontade, Saí e comprei um cachorro quente para o mendigo. Volteie lhe entreguei. Ele arregalou os olhos , deu um sorriso, agradeceu a dádiva e em seguida tirou a salsicha deu para o Malhado e comeu o pão com os temperos. Não entendi aquele gesto do mendigo imaginara ser a salsicha ser o melhor pedaço. Não me contive e perguntei, intrigado: Por que você deu para o Malhado logo a salsicha? Ele com a boca cheia respondeu: Para o melhor amigo, o melhor pedaço! E continuou comendo alegre satisfeito. Despedi-me do Serapião passei a mão na cabeça do Malhado e sai pensando. Aprendi como é bom ter amigos. Pessoas que possamos confiar. Por outro lado é bom ter a satisfação de ser reconhecido como tal. Jamais esquecerei a Sabedoria daquele Eremita: " PARA O MELHOR AMIGO O MELHOR PEDAÇO" Autoria : Innocêncio de Jesus Vi é gas.

Mula sem cabeça.


Nos pequenos povoados ou cidades, onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-Sem-Cabeça. Também se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece. Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. Toda passagem de quinta para sexta feira ela vai numa encruzilhada e ali se transforma na besta. Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e se encontrar alguém chupa seus olhos, unhas e dedos. Apesar do nome, Mula-Sem-Cabeça, na verdade, de acordo com quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro. Nas noites que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos. Às vezes, parece chorar como se fosse uma pessoa. Ao ver a Mula,deve-se deitar de bruços no chão e esconder Unhas e Dentes para não ser atacado. Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e a Mula-Sem-Cabeça, voltará a ser gente, ficando livre da maldição que a castiga, para sempre Nomes comuns: Burrinha do Padre, Burrinha, Mula Preta, Cavalo-sem-cabeça, Padre-sem-cabeça, Malora (México), Origem Provável: É um mito que já existia no Brasil colônia. Apesar de ser comum em todo Brasil, variando um pouco entre as regiões, é um mito muito forte entre Goiás e Mato Grosso. Mesmo assim não é exclusivo do Brasil, existindo versões muito semelhantes em alguns países Hispânicos. Conforme a região, a forma de quebrar o encanto da Mula, pode variar. Há casos onde para evitar que sua amante pegue a maldição, o padre deve excomungá-la antes de celebrar a missa. Também, basta um leve ferimento feito com alfinete ou outro objeto, o importante é que saia sangue, para que o encanto se quebre. Assim, a Mula se transforma outra vez em mulher e aparece completamente nua. Em Santa Catarina, para saber se uma mulher é amante do Padre, lança-se ao fogo um ovo enrolado em fita com o nome dela, e se o ovo cozer e a fita não queimar, ela é. É importante notar que também, algumas vezes, o próprio Padre é que é amaldiçoado. Nesse caso ele vira um Padre-sem-Cabeça, e sai assustando as pessoas, ora a pé, ora montado em um cavalo do outro mundo. Há uma lenda Norte americana, O Cavaleiro sem Cabeça, que lembra muito esta variação. Algumas vezes a Mula, pode ser um animal negro com a marca de uma cruz branca gravada no pelo. Pode ou não ter cabeça, mas o que se sabe de concreto é que a Mula, é mesmo uma amante de Padre.

sábado, 11 de agosto de 2012

O mestre e o Escorpião.


Um mestre do Oriente passeava junto ao rio, quando viu que um escorpião se estava a afogar e decidiu tirá-lo da água; mas quando o fez, o escorpião picou-o. Numa reacção instintiva à dor provocada pela picada, o mestre largou o animal que voltou a cair à agua e rapidamente se estava a afogar. O mestre tentou novamente salvá-lo, mas voltou a ser picado. Alguém que estava a observar a cena aproximou-se do mestre e disse-lhe: "Desculpe-me, mas o senhor é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?" O mestre respondeu: "A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar”. Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou a sua vida. Autor desconhecido

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

COISAS QUE APRENDI COM VOCÊ


[Essa é uma mensagem que todos os pais deveriam ler, porque seus filhos estão olhando você e memorizando o que você faz, não o que você diz.] -------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- "Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você pegar o primeiro desenho que fiz e prendê-lo na geladeira, e, imediatamente, eu tive vontade de fazer outro para você. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando comida a um gato de rua, e eu aprendi que é legal tratar bem os animais. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazer meu bolo favorito para mim e eu aprendi que as coisas pequenas podem ser as mais especiais na nossa vida. Quando você pensava que eu não estava olhando, ouvi você fazendo uma oração, e eu aprendi que existe um Deus com quem eu posso sempre falar e em Quem eu posso sempre confiar. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você fazendo comida e levando para uma amiga que estava doente, e eu aprendi que todos nós temos que ajudar e tomar conta uns dos outros. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você dando seu tempo e seu dinheiro para ajudar as pessoas mais necessitadas e eu aprendi que aqueles que têm alguma coisa devem ajudar quem nada tem. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu senti você me dando um beijo de boa noite e me senti amado e seguro. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi você tomando conta da nossa casa e de todos nós, e eu aprendi que nós temos que cuidar com carinho daquilo que temos e das pessoas que gostamos. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi como você cumpria com todas as suas responsabilidades, mesmo quando não estava se sentindo bem, e eu aprendi que tinha que ser responsável quando eu crescesse. Quando você pensava que eu não estava olhando eu vi lágrimas nos seus olhos, e eu aprendi que, às vezes, acontecem coisas que nos machucam, mas que não tem nenhum problema a gente chorar. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu vi que você estava preocupada e eu quis fazer o melhor de mim para ser o que quisesse. Quando você pensava que eu não estava olhando foi quando eu aprendi a maior parte das lições de vida que eu precisava para ser uma pessoa boa e produtiva quando eu crescesse. Quando você pensava que eu não estava olhando, eu olhava para você e queria te dizer: Obrigado por todas as coisas que eu vi e aprendi quando você pensava que eu não estava olhando!" (Autor Desconhecido)

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A FÁBULA DA ÁGUIA E DA GALINHA


Esta é uma história que vem de um pequeno país da África Ocidental, Gana, narrada por um educador popular, James Aggrey, nos inícios deste século, quando se davam os embates pela descolonização. Oxalá nos faça pensar sempre a respeito. ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ "Era uma vez um camponês que foi à floresta vizinha apanhar um pássaro, a fim de mantê-lo cativo em casa. Conseguiu pegar um filhote de águia. Colocou-o no galinheiro junto às galinhas. Cresceu como uma galinha. Depois de cinco anos, esse homem recebeu em sua casa a visita de um naturalista. Enquanto passeavam pelo jardim, disse o naturalista: - Esse pássaro aí não é uma galinha. É uma águia. - De fato, disse o homem.- É uma águia. Mas eu a criei como galinha. Ela não é mais águia. É uma galinha como as outras. - Não, retrucou o naturalista.- Ela é e será sempre uma águia. Este coração a fará um dia voar às alturas. - Não, insistiu o camponês. Ela virou galinha e jamais voará como águia. Então decidiram fazer uma prova. O naturalista tomou a águia, ergueu-a bem alto e, desafiando-a, disse: - Já que você de fato é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, então abra suas asas e voe! A águia ficou sentada sobre o braço estendido do naturalista. Olhava distraidamente ao redor. Viu as galinhas lá embaixo, ciscando grãos. E pulou para junto delas. O camponês comentou: - Eu lhe disse, ela virou uma simples galinha! - Não, tornou a insistir o naturalista. - Ela é uma águia. E uma águia sempre será uma águia. Vamos experimentar novamente amanhã. No dia seguinte, o naturalista subiu com a águia no teto da casa. Sussurrou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, abra suas asas e voe! Mas, quando a águia viu lá embaixo as galinhas ciscando o chão, pulou e foi parar junto delas. O camponês sorriu e voltou a carga: - Eu havia lhe dito, ela virou galinha! - Não, respondeu firmemente o naturalista. - Ela é águia e possui sempre um coração de águia. Vamos experimentar ainda uma última vez. Amanhã a farei voar. No dia seguinte, o naturalista e o camponês levantaram bem cedo. Pegaram a águia, levaram-na para o alto de uma montanha. O sol estava nascendo e dourava os picos das montanhas. O naturalista ergueu a águia para o alto e ordenou-lhe: - Águia, já que você é uma águia, já que você pertence ao céu e não à terra, abra suas asas e voe! A águia olhou ao redor. Tremia, como se experimentasse nova vida. Mas não voou. Então, o naturalista segurou-a firmemente, bem na direção do sol, de sorte que seus olhos pudessem se encher de claridade e ganhar as dimensões do vasto horizonte. Foi quando ela abriu suas potentes asas. Ergueu-se, soberana, sobre si mesma. E começou a voar, a voar para o alto e voar cada vez mais para o alto. Voou. E nunca mais retornou. ------------------------------------------------------------------- Existem pessoas que nos fazem pensar como galinhas. E ainda até pensamos que somos efetivamente galinhas. Porém é preciso ser águia. Abrir as asas e voar. Voar como as águias. E jamais se contentar com os grãos que jogam aos pés para ciscar.” Extraído de artigo publicado pela Folha de São Paulo, por Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor de ética da UERJ.

As coisas que aprendi na vida.


05 Anos Aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina. 06 Anos Aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite. 08 Anos Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. 09 Anos Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. 11 Anos Aprendi que os meus melhores amigos são os que sempre me metem em confusão. 12 Anos Aprendi que, se tenho problemas na escola, tenho mais, ainda, em casa. 13 Anos Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. 14 Anos Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e mão mais pesada. 25 Anos Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe, quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. 29 Anos Aprendi que se pode fazer, num instante, algo que vai lhe dar dor de cabeça a vida toda. 35 Anos Aprendi que quando minha mulher e eu temos, finalmente, uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando delas. 37 Anos Aprendi que casais que não têm filhos, sabem melhor como você deve educar os seus. 40 Anos Aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles. 42 Anos Aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem nenhum motivo. 43 Anos Aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada. 44 Anos Aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados. 45 Anos Aprendi que a época que preciso, realmente, de férias é justamente quando acabei de voltar delas. 46 Anos Aprendi que você sabe que sua esposa o ama, quando sobram dois bolinhos e ela pega o menor. 47 Anos Aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles. 48 Anos Aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de conseguí-lo. 49 Anos Aprendi que você pode fazer alguém ganhar o dia, simplesmente, mandando-lhe um pequeno cartão. 50 Anos Aprendi que a qualidade de serviço de um hotel é diretamente proporcional à espessura das toalhas. 51 Anos Aprendi que crianças e avós são aliados naturais. 52 Anos Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. 54 Anos Aprendi que o objeto mais importante de um escritório é a lata de lixo. 57 Anos Aprendi que é legal curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele. 63 Anos Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar prá lá. 64 Anos Aprendi que a maioria das coisas com que me preocupo nunca acontecem. 66 Anos Aprendi que todas as pessoas que dizem que "dinheiro não é tudo", geralmente, têm muito. 67 Anos Aprendi que se você espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais. 72 Anos Aprendi que quando as coisas vão mal, eu não tenho que ir com elas. 88 Anos Aprendi que amei menos do que deveria. 90 anos Aprendi que tenho muito a aprender!

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Siga o seu coração...


Nada menos que o amor pode ser seu guia nessa caminhada. E bem sabeis que o amor reside no seu coração e, curiosamente, você vai perceber que as atitudes amorosas não são banais e tolas. As atitudes amorosas envolvem os mais altos propósitos da criação. Tudo foi criado pelo amor. Por que, exatamente agora, ha de surgir essa presunção de que outro tipo de poder esteja no controle? Mera ilusão a de pensarem que podem criar outra forma de movimentar as formas da natureza, pois elas obedecem apenas uma lei e suas coordenadas, e todas essas leis partem sempre do mesmo ponto, o amor, e o coração. Se por acaso pensam que vão determinar o futuro da criação a partir desse pequeno controle que começam a ter sobre a matéria do seu planeta, percam a ilusão. Podem agrupar e desagrupar, átomos, células, moléculas, podem desvendar códigos genéticos, inúmeros segredos e até criar nova raça,mas se não colocarem tudo o que vierem aprender sobre o controle do coração, regredirão sempre no mesmo ponto de onde param. Podem até imaginar que estão caminhando, na verdade, quando acharem que acharem que encontraram o caminho, estarão aqui de volta para resgatar tudo o que deixaram de fazer por amor. Só para resumir, guiar-se pelo coração é encurtar o caminho sem contudo, significar um atalho. Ruth para "Vidas e Sonhos".

terça-feira, 7 de agosto de 2012

ESPELHOS.


"Seriam os espelhos somente simples objetos, ou poderiam ser portais para outros mundos e dimensões?" ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Segundo o Relato a seguir, realmente pode existe algo a mais do que somente simples reflexos! ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ Bom, esse é o meu primeiro relato, e quero pedir a compreensão e a ajuda de todos pois não tenho experiência em contar meus relatos sobrenaturais, mesmo por que minha mente está atordoada com esses fatos. Sempre tive uma relação exemplar com Deus, porém no carnaval de 2008 aconteceu um acidente de carro com a minha mãe, inclusive, eu era pra estar nesse carro, mas não quis ir. Foi um momento difícil, mas minha mãe sobreviveu, porém ficou com marcas no rosto pois o vidro se quebrou e acabou acertando seu rosto. Agradeci muito a deus pela vida da minha mãe, mas algo dentro de mim mudou, não consigo mais ter essa relação com Deus, me afastei muito! E como eu vejo vultos, esse momento de crise parece que aumentou ainda mais as aparições, foi quando então eu tive a minha maior experiência. Algum tempo depois do acidente, estava me arrumando pra sair de manhã cedo, estava quase saindo de casa, e parei na frente do espelho do meu quarto para dar uma última olhada, foi quando olhei pelo espelho para a porta do meu quarto e vi uma mulher de cabelos encaracolados alta e morena de vestido branco olhando fixamente para mim. Foi a primeira vez que eu vi um vulto que estivesse olhando pra mim, ela me deu muito medo, e seu olhar era perturbador. Então parei de olhar pro espelho e olhei pra porta do meu quarto onde ela supostamente estaria, mas não vi mais nada. Ela só aparecia no "espelho". Desde então, tenho tido uma estranha relação com espelhos, que só percebi tempos depois. Eu quebrei todos os espelhos da minha casa, não propositalmente, mas se eu pego em um espelho, mas cedo ou mais tarde, acabo quebrando ele. Não sou muito de acreditar em crendices e lendas, mas esse fato me intriga. Será só coincidência, ou isto é realmente sobrenatural? Desde já agradeço a paciência de todos por lerem esse meu relato. ================================================================================= Existem diversos relatos pelo mundo sobre estranhos e misteriosos acontecimentos envolvendo espelhos. Nesse artigo "Os Mistérios dos Espelhos", existe uma descrição dos mistérios que envolvem os espelhos. No mundo em que vivemos existem inúmeros mistérios inexplicáveis, por isso devemos sempre ficar com os olhos abertos para o que poderá acontecer ao nosso redor, mesmo com simples imagens refletidas em inocentes espelhos. Amanda Teixeira - Brasil Além da Imaginação Home Page

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

A Mulher e a Galinha Fábulas de Esopo.


Uma mulher tinha uma galinha, que todos os dias sem falta, botava um ovo. Ela então pensava consigo mesma, como conseguiria fazer com que, ao invés de um, ela botasse dois ovos por dia. Assim, disposta a conseguir atingir seu ideal, decidiu alimentar a galinha com um dobro de porção de ração. A partir daquele dia, a galinha ficou gorda e preguiçosa, e nunca mais botou nenhum ovo. Autor: Esopo Moral da História: O Ganancioso, cedo ou tarde, acaba por se tornar vítima de sua própria ganância.

A VIDA É O TREM QUE PASSA.


vida é o trem que passa Os sonhos são vagões O amor é o maquinista Somos nós, a estação! Adquira seu bilhete, faça sua escolha O trem vai seguindo continuadamente Em cada vagão, o desejo de sua mente ...há também tristezas, desilusões Com a passagem na mão, escolha! A viagem, se longa não sabemos A bagagem é cada dia vivenciada Mudar o rumo, podemos Sem mesmo saber da parada A estação nunca pode estar vazia Será sempre um passeio viver Se sentar na janela, aprecie Tudo é passagem, algo pode reter Cada dia que passa é contagem regressiva Viaje como se cada instante fosse único Cada olhar como se fosse o último Respire fundo, o caminho é longo Encontrará adversidades ...tristezas ...saudades ...abismos ...retas .curvas inúmeras serão as vezes que não veremos o que há além da curva Mas o percurso seguirá sonhando A vida é uma viagem Somos mutantes Somos passageiros Somos nuvens Somos fumaça Por não saber decifrar o mapa da vida Algumas vezes nos perderemos no trajeto Mas, para quem sonha, nada é impossível nunca se perde, sempre se encontra Escute, ouça, é o apito de mais uma partida Poderá estar partindo para novos lugares sem roteiros sem destino sem poente ou nascente A direção é para a felicidade Conduzirá e será conduzido O maquinista sempre atento na história, na vida De tudo que viver, uma coisa é certa: Não se canse da viagem, prossiga Lute, grite, implore Mas não desista ...se cansar, acene, sorria O maquinista não te deixará Não hesite, não tema Onde parar, um coração certamente o acalentará A viagem prossegue ...e sabendo onde quer ir Vá seguro, você consegue Sabendo sempre que vai valente... sua viagem será eternamente... no vagão de primeira classe. Marillena S. Ribeiro autoria

domingo, 5 de agosto de 2012

A Piscina e a Cruz


Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho... Alguém intrigado com aquele comportamento lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu e respondeu: Há alguns anos eu era um professor de natação de um grupo de homens. Eu os ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus Cristo tinha morrido para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento as palavras daquele ensinamento me vieram à Mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus Cristo. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos. Finalmente desci do trampolim fui até à escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu ultimo salto. Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar. Naquela noite fui salvo duas vezes, e para nunca mais esquecer, sempre que vou à piscina molho o dedão do pé antes de saltar para a água.

sábado, 4 de agosto de 2012

Mudando de Vida.


Expulsarei tudo que contraria, tirarei dentro de mim até os velhos hábitos e palavras que não gosto de ouvir, como palavras bruscas, debochadas, que me fazem ficar em baixo astral.Vou agir deliberadamente no sentido oposto, e fugir de certas pessoas que até hoje me causaram mal. No inicio parecia ser uma coisa boa que entrara na minha vida, me dando esperanças de dias melhores, mas com o passar do tempo fui percebendo que me enganara. Foi a vontade de ter alguém que me desse felicidade que me fez iludir com o romantismo do inicio, mas que este mesmo romantismo não passou de uma meras palavras ditas em vão, quem sabe dizia para todas que o agradava , para somente conquistar, e depois de conseguir seu intuito, mostrar que não era realmente tudo que imaginara. Hoje porém, já o vejo de outra forma, até seu rosto está se distanciando, as vezes nem consigo lembrar seu semblante, está se tornando transparente na minha mente. Só consigo lembrar das amargas palavras que cansou de falar. Se por acaso me chamar para conversar, também farei minha representação, encarnarei um personagem que escuta, e responde agressivamente, e se não agradar, não me importarei, se por acaso amanhã não me sinta bem com minha transformação , explicarei tudo, ou quem sabe talvez nem explique. Agora será o dia do contrário, principalmente em relação aquilo que costumeiramente faço, mas vejo que não vale a pena! Se me tratam mal, tratarei da mesma forma. Minha autoria , "Ruth, para Vidas e Sonhos "

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

A Lenda da Gralha Azul


Gralha Azul: uma das mais importantes lendas do folclore paranaense. A lenda da Gralha Azul é típica da região sul do Brasil, principalmente do estado do Paraná. A gralha azul é a ave replantadora da árvore símbolo do estado do Paraná: a araucária (tipo de pinheiro). De acordo com a lenda, a ave tem a missão divina de ajudar na disseminação desta árvore. Durante o outono, os bandos de gralhas azuis pegam os pinhões (frutos das araucárias) e os estocam no solo ou em pedaços de árvores apodrecidos no chão. Neste processo, favorecem o nascimento de novas árvores. A lenda De acordo com a lenda, a muito tempo atrás, a gralha azul era apenas uma gralha parda, semelhante as outras de sua espécie. Mas um dia a gralha azul resolveu pedir para Deus lhe dar uma missão que lhe faria muito útil e importante. Deus lhe deu um pinhão, que a gralha pegou com seu bico com toda força e cuidado. Abriu o fruto e comeu a parte mais fina. A outra parte mais grodinha resolveu guardar para depois, enterrando a no solo. Porém, alguns dias depois ela havia esquecido o local onde havia enterrado o restante do pinhão. A gralha procurou muito, mas não encontrou aquela outra parte do fruto. Porém, ela percebeu que havia nascido na área onde havia enterrado uma pequena araucária. Então, toda feliz, a gralha azul cuidou daquela árvore com todo amor e carinho. Quando o pinheiro cresceu e começou a dar frutos, ela começou a comer uma parte dos pinhões e enterrar a parte mais gordinha (semente), dando origem a novas araucárias. Em pouco tempo, conseguiu cobrir grande parte do Estado do Paraná com milhares de pinheiros, dando origem a floresta de Araucária. Quando Deus viu o trabalho da gralha azul, resolveu dar um prêmio a ela: pintou suas penas da cor do céu, para que as pessoas pudessem reconhecer aquele pássaro, seu esforço e dedicação. Assim, a gralha que era parda, tornou-se azul. Curiosidade: - A gralha azul é a mascote do Paraná Clube, importante time de futebol de Curitiba. A ave também aparece no escudo do time.

O Lobo e a Garça. Fábulas de Esopo.


Um Lobo, ao se entalar com um pedaço de osso, combinou com uma Garça, para que esta colocasse a cabeça dentro da sua goela, e de lá pudesse retirá-lo. Em troca teria de lhe dar uma grande quantidade em dinheiro, Quando a Garça retirou o osso e exigiu o seu pagamento, o Lobo, rosnando ferozmente, exclamou: Ora, Ora! Você já foi devidamente recompensada. Quando permiti que sua cabeça saisse a salvo de dentro da minha boca, você já foi muito bem paga. Autor: Esopo Moral da História: Ao servir a alguém de má índole, não espere recompensas, e ainda agradeça caso o mesmo vire as costas e vá embora sem lhe fazer mal algum. Autor Esopo.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

A Chave Perdida.


"Dizem que os sonhos são um portal que liga nosso subconsciente à outra dimensão, permitindo que mensagens sejam transferidas para nós através de seres misteriosos. Mas quais mensagens seriam enviadas para o nosso mundo, e qual seriam seus objetivos?" O Relato a seguir é sobre esse estranho fernômeno! ================================================================================= Depois de completar 12 anos, comecei a ter sonhos que curiosamente se realizavam em dias, semanas ou um certo tempo, não inferior a 3 meses. Como falava sempre sem parar no assunto, minha irmã acreditava em mim (e ela ainda acredita, apesar de não gostar de falar no assunto). Na época, ela trabalhava em seu primeiro emprego, numa faculdade perto de nossa casa. Ela era recepcionista e às vezes se ocupava de fechar as salas da secretaria da faculdade. Como contavam histórias assombrosas de lá (pois essa faculdade possuía curso de medicina e uma enorme sala de anatomia, cheia de corpos), as pessoas creio eu, inventavam tudo que é coisa. Isso deixava minha irmã assustadíssima e na época ela tinha uns 17 anos. Em uma sexta-feira, quando havia poucas pessoas na faculdade após as 22 horas (ela saía as 22:30h), ela se apressava para sair de lá. Nesse dia ela precisava fechar a cozinha e estava sozinha, só ficava o vigia. Ela fechou tudo apressadamente e foi para casa. No outro dia, quando a turma da limpeza chegou, a chave da reitoria não se encontrava em lugar nenhum. Preocupada, ela não sabia o que fazer, pois a perda da chave daria muita dor de cabeça além de despesas e ela era nova no trabalho. Ela veio conversar comigo e me disse que acreditava em mim (naqueles meus sonhos). Então eu disse à ela que sonharia onde estava a tal chave... Minha irmã mais velha (pois tenho duas irmãs) riu, dizendo que isso não seria possível, mas eu afirmei que conseguiria. Bem, aquela noite eu sonhei: Via uma janela basculante aberta, um vento suave balançava uma cortina xadrez de branco com amarelo; ali pertinho tinha um fogão (que eu via somente a lateral) e um botijão de gás com aquele vestidinho (capa) no mesmo material que a cortina. Ao lado do botijão de gás, quase debaixo dele, havia um molho de chaves. O chão era de ladrilho pequeno terracota, muito em moda nos edifícios naquela época. Lembro que o chaveiro do molho de chaves era branco. Descrevi para minha irmã esse local e ela lembrou-se da cozinha da faculdade. Como a faculdade era perto de casa e o vigia morava perto também, ela pediu que a cozinha fosse aberta para ela (ela contou a história de ter perdido a chave). Então ela entrou na cozinha, se abaixou ao lado do fogão e de uma forma inacreditável, encontrou a chave exatamente onde sonhei. O detalhe é que eu nunca havia entrado nesse lugar e não conhecia nada de lá. Até os dias de hoje esse caso ao ser contado, causa mal-estar na família. Eu não me espanto mais. Minha mãe diz que tenho "um estranho talento". www.alemdaimaginacao.com Relato enviado em nome de Adrianne Silveira - Brasil

Vitória Régia


Os pajés tupis-guaranis, contavam que, no começo do mundo, toda vez que a Lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a Lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do Céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história. Então, à noite, quando todos dormiam e a Lua andava pelo céu, Ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perseguia a Lua na esperança que esta a visse. E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a Lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu, nas águas límpidas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que a lua havia chegado para buscá-la, se atirou nas águas profundas do lago e nunca mais foi vista. A lua, quis recompensar o sacrifício da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente, daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa "Estrela das Águas", que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma planta cujas flores perfumadas e brancas só abrem à noite, e ao nascer do sol ficam rosadas. Origem: Indígena. Para eles assim nasceu a vitória-régia.

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Simpatia para se saber se uma pessoa ausente nos é fiel ou não.


Muito usada no passado, ou seja, nos tempos em que nossa civilização não tinha ainda. logicamente, atingido o ponto em que ora se encontra, era essa simpatia. Não obstante e com os mesmos resultados antes obtidos, poderá ela , mesmo nos tempos atuais ser feita. É simples e fácil. Consiste no seguinte: 1) forra-se a mesa em que se costuma fazer as refeições diárias uma toalha branca, limpíssima, isto é, que nunca tenha sido usada antes: 2) Ao centro da mesa, por cima dessa toalha , coloca-se o retrato da pessoas cuja fidelidade se quer conhecer; 3) por trás do retrato, coloca-se uma vela acesa, em um castiçal ou em um pires; 4) durante o maior tempo que se possa, aguentar (sem pestanejar) s sem se pensar em qualquer outra coisa , que não seja a pessoa cuja fidelidade se quer saber, fita-se.olhe firmemente o retrato, observando-se então , o seguinte: a) se nos parecer que o retrato se mantém nítido e claro, tal como é na realidade, podemos ter a certeza de que a pessoa nos é fiel, não obstante se encontrar longe de nós, isto é ausente; b) Se, ao contrário nos parecer que o retrato está escuro ou escurecido e como que desaparecendo de nossa vista, aí é o caso de se ter a absoluta certeza de que a pessoa não nos é fiel, ou seja, está nos traindo, seja lá como ou com quem for. Simpatia da Bruxinha Valentina.

Afastar das pessoas negativas.


Me afastarei das pessoas perturbadas, agressivas e negativas. Todas as pessoas são verdadeiros rádios transmissores e receptores, enviando e recebendo ondas de padrões mentais das mais variadas intensidades. Entendo que alguns dos meus problemas são desiquilíbrios provocados pelo contato com quem está em total desarmonia com a vida. Às vezes, por armadilha do destino, elas são parentes próximos, colegas, ou superiores de trabalho, ou são pessoas de quem a gente precisa. Mas hoje, sejam elas quem forem, me distanciarei delas.Arrumarei qualquer pretexto, como reunião urgente, ou tenho que sair, enfim, vou 'fugir"do perímetro de negatividade gerado por quem quer que seja. Se de tudo não der, não for possível a retirada estratégica , me ausentarei mentalmente, criando ao meu redor um escudo de luz que me impedirá de ser atingido pelo negativismo alheio. E tenho certeza que desde então tudo irá se transformar, porque de uns tempos para cá venho sentindo que estou cercada demais por pessoas negativas, e que me travam até o caminho de luz que vinha caminhando. E se com o tempo sentir-me melhor , afastarei de mim de vez, essa gente que parecem sugar minhas energias positivas. de Ruth para "Vidas e Sonhos".
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