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domingo, 30 de setembro de 2012

MANEIRA DE DIZER AS COISAS


Uma sábia e conhecida anedota árabe diz que, certa feita, um sultão sonhou que havia perdido todos os dentes. Logo que despertou, mandou chamar um adivinho para que interpretasse seu sonho. - Que desgraça, senhor! - exclamou o adivinho. Cada dente caído representa a perda de um parente de vossa majestade. - Mas que insolente! - gritou o sultão, enfurecido. Como te atreves a dizer-me semelhante coisa? Fora daqui! Chamou os guardas e ordenou que lhe dessem cem acoites. Mandou que trouxessem outro adivinho e lhe contou sobre o sonho. Este, após ouvir o sultão com atenção, disse-lhe: - Excelso senhor! Grande felicidade vos está reservada. O sonho significa que haveis de sobreviver a todos os vossos parentes. A fisionomia do sultão iluminou-se num sorriso e ele mandou dar cem moedas de ouro ao segundo adivinho. E quando este saía do palácio, um dos cortesãos lhe disse admirado: - Não é possível ! A interpretação que você fez foi a mesma que o seu colega havia feito. Não entendo porque ao primeiro ele pagou com cem acoites e a você com cem moedas de ouro. - Lembra-te meu amigo - respondeu o adivinho - que tudo depende da maneira de dizer... Um dos grandes desafios da humanidade é aprender a arte de comunicar-se. Da comunicação depende, muitas vezes, a felicidade ou a desgraça, a paz ou a guerra. Que a verdade deve ser dita em qualquer situação, não resta dúvida. Mas a forma com que ela é comunicada é que tem provocado, em alguns casos, grandes problemas. A verdade pode ser comparada a uma pedra preciosa. Se a lançarmos no rosto de alguém pode ferir, provocando dor e revolta. Mas se a envolvemos em delicada embalagem e a oferecemos com ternura, certamente será aceita com facilidade. A embalagem, nesse caso, é a indulgência, o carinho, a compreensão e, acima de tudo, a vontade sincera de ajudar a pessoa a quem nos dirigimos. Ademais, será sábio de nossa parte se antes de dizer aos outros o que julgamos ser uma verdade, dizê-la a nós mesmos diante do espelho. E, conforme seja a nossa reação, podemos seguir em frente ou deixar de lado o nosso intento. Importante mesmo, é ter sempre em mente que o que fará diferença é a maneira de dizer as coisas...

sábado, 29 de setembro de 2012

A Borboleta Azul


Havia um viúvo que morava com suas duas filhas curiosas e inteligentes. As meninas sempre faziam muitas perguntas. Algumas ele sabia responder,outras não. Como pretendia oferecer a elas a melhor educação, mandou as meninas passarem férias com um sábio que morava no alto de uma colina. O sábio sempre respondia todas as perguntas sem hesitar. Impacientes com o sábio, as meninas resolveram inventar uma pergunta que ele não saberia responder. Então, uma delas apareceu com uma linda borboleta azul que usaria para pregar uma peça no sábio. - O que você vai fazer? - perguntou a irmã. - Vou esconder a borboleta em minhas mãos e perguntar se ela está viva ou morta. Se ele disser que ela está morta, vou abrir minhas mãos e deixá-la voar. Se ele disser que ela está viva, vou apertá-la e esmagá-la. E assim qualquer resposta que o sábio nos der estará errada! As duas meninas foram então ao encontro do sábio, que estava meditando. - Tenho aqui uma borboleta azul. Diga-me sábio, ela está viva ou morta? Calmamente o sábio sorriu e respondeu: - Depende de você... ela está em suas mãos. Assim é a nossa vida, o nosso presente e o nosso futuro. Não devemos culpar ninguém quando algo dá errado. Somos nós os responsáveis por aquilo que conquistamos (ou não conquistamos). Nossa vida está em nossas mãos, como a borboleta azul... Cabe a nós escolher o que fazer com ela. O valor das coisas não está no tempo que elas duram, mas na intensidade com que acontecem. "Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis." autor desconhecido.

LIÇÃO DE SABEDORIA.


Um cientista muito preocupado com os problemas do mundo passava dias em seu laboratório, tentando encontrar meios de minorá-los. Certo dia, seu filho de 7 anos invadiu o seu santuário decidido a ajudá-lo. O cientista, nervoso pela interrupção, tentou fazer o filho brincar em outro lugar. Vendo que seria impossível removê-lo, procurou algo que pudesse distrair a criança. De repente, deparou-se com o mapa do mundo. Estava ali o que procurava. Recortou o mapa em vários pedaços e, junto com um rolo de fita adesiva, entregou ao filho dizendo: - Você gosta de quebra-cabeça? Então vou lhe dar o mundo para consertar. Aqui está ele todo quebrado. Veja se consegue consertá-lo bem direitinho! Mas faça tudo sozinho!. Pelos seus cálculos, a criança levaria dias para recompor o mapa. Passadas algumas horas, ouviu o filho chamando-o calmamente. A princípio, o pai não deu crédito às palavras do filho. Seria impossível na sua idade conseguir recompor um mapa quem jamais havia visto. Relutante, o cientista levantou os olhos de suas anotações, certo de que veria um trabalho digno de uma criança. Para sua surpresa, o mapa estava completo. Todos os pedaços haviam sido colocados nos devidos lugares. Como seria possível? Como o menino havia sido capaz? - Você não sabia como era o mundo, meu filho, como conseguiu? - Pai, eu não sabia como era o mundo, mas quando você tirou o papel da revista para recortar, eu vi que do outro lado havia a figura de um homem. Quando você me deu o mundo para consertar, eu tentei, mas não consegui. Foi aí que me lembrei do homem, virei os recortes e comecei a consertar o homem que eu sabia como era. Quando consegui consertar o homem, virei a folha e vi que havia consertado o mundo.!!! (autor desconhecido)

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

MILAGRE DA VIDA.


Como qualquer mãe, quando Karen soube que um bebê estava a caminho, fez todo o possível para ajudar o seu outro filho, Michael, com três anos de idade, a se preparar para a chegada. Os exames mostraram que era uma menina, e todos os dias Michael cantava perto da barriga de sua mãe. Ele já amava a sua irmãzinha antes mesmo dela nascer. A gravidez se desenvolveu normalmente. No tempo certo, vieram as contrações. Primeiro, a cada cinco minutos; depois a cada três; então, a cada minuto uma contração. Entretanto, surgiram algumas complicações e o trabalho de parto de Karen demorou horas. Todos discutiam a necessidade provável de uma cesariana. Até que, enfim, depois de muito tempo, a irmãzinha de Michael nasceu. Só que ela estava muito mal. Com a sirene no último volume, a ambulância levou a recém-nascida para a UTI neonatal do Hospital Saint Mary. Os dias passaram. A menininha piorava. O médico disse aos pais: "Preparem-se para o pior. Existem poucas esperanças". Karen e seu marido começaram, então, os preparativos para o funeral. Alguns dias atrás estavam arrumando o quarto para esperar pelo novo bebê. Hoje, os planos eram outros. Enquanto isso, Michael todos os dias pedia aos pais que o levassem para conhecer a sua irmãzinha. "Eu quero cantar pra ela", ele dizia. A segunda semana de UTI entrou e esperava-se que o bebê não sobrevivesse até o final dela. Michael continuava insistindo com seus pais para que o deixassem cantar para sua irmã, mas crianças não eram permitidas na UTI. Entretanto, Karen decidiu. Ela levaria Michael ao hospital de qualquer jeito. Ele ainda não tinha visto a irmã e, se não fosse hoje, talvez não a visse viva. Ela vestiu Michael com uma roupa um pouco maior, para disfarçar a idade, e rumou para o hospital. A enfermeira não permitiu que ele entrasse e exigiu que ela o retirasse dali. Mas Karen insistiu: "Ele não irá embora até que veja a sua irmãzinha!" Ela levou Michael até a incubadora. Ele olhou para aquela trouxinha de gente que perdia a batalha pela vida. Depois de alguns segundos olhando, ele começou a cantar, com sua voz pequenininha: "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro" Nesse momento, o bebê pareceu reagir. A pulsação começou a baixar e se estabilizou. Karen encorajou Michael a continuar cantando. "Você não sabe querida, quanto eu te amo. Por favor, não leve o meu sol embora..." Enquanto Michael cantava, a respiração difícil do bebê foi se tornando suave. "Continue, querido!", pediu Karen, emocionada. "Outra noite, querida eu, sonhei que você estava em meus braços..." O bebê começou a relaxar. "Cante mais um pouco, Michael." A enfermeira começou a chorar. "Você é o meu sol, o meu único sol. Você me deixa feliz mesmo quando o céu está escuro...Por favor, não leve o meu sol embora..." No dia seguinte, a irmã de Michael já tinha se recuperado e em poucos dias foi para casa. O Woman's Day Magazine chamou essa história de "O milagre da canção de um irmão". Os médicos chamaram simplesmente de milagre. Karen chamou de milagre do amor de Deus. NUNCA ABANDONE AQUELE QUE VOCÊ AMA. O AMOR É INCRIVELMENTE PODEROSO

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

O Leão e o Rato - Fábulas de Esopo


Um Leão dormia sossegado, quando foi despertado por um Rato, que passou correndo sobre seu rosto. Com um bote ágil ele o pegou, e estava pronto para matá-lo, ao que o Rato suplicou: xxxx Ora, se o senhor me poupasse, tenho certeza que um dia poderia retribuir sua bondade. Rindo por achar rídícula a idéia, assim mesmo, ele resolveu libertá-lo. xxxx Aconteceu que, pouco tempo depois, o Leão caiu numa armadilha colocada por caçadores. Preso ao chão, amarrado por fortes cordas, sequer podia mexer-se. xxxx O Rato, reconhecendo seu rugido, se aproximou e roeu as cordas até deixá-lo livre. Então disse: xxxx O senhor riu da simples idéia de que eu seria capaz, um dia, de retribuir seu favor. Mas agora sabe, que mesmo um pequeno Rato é capaz de fazer um favor a um poderoso Leão. xxxx Autor: Esopo xxxx Moral da História: Nenhum ato gentileza é coisa vã. Não podemos julgar a importância de um favor, pela aparência do benfeitor.

O DINHEIRO.


Ele pode comprar uma casa, Mas não um lar Ele pode comprar uma cama, Mas não o sono Ele pode comprar um relógio, Mas não o tempo Ele pode comprar um livro, Mas não o conhecimento Ele pode comprar um título, Mas não o respeito Ele pode comprar um médico, Mas não a saúde Ele pode comprar um sangue, Mas não a vida Ele pode comprar o sexo, Mas não o amor (Ensinamento chinês

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Céu e Inferno. Contos de Samurai.


Um samurai corajoso e de temperamento violento foi a um mosteiro à procura de algumas respostas para suas inquietações. Lá foi recebido por um monge jovem e franzino. Olhando o frágil corpo vestido com uma roupa cor ocre, o Samurai disse, prepotente: - Quero saber sobre o céu e o inferno. O monge olhou para o guerreiro e respondeu com enorme desprezo: - Ensinar-lhe sobre o céu e o inferno? Como poderia ensinar alguma coisa? Olhe para você mesmo: imundo, malcheiroso. Você envergonha os samurais. Saia daqui! Não suporto a sua presença! O samurai, atônito a princípio, foi tomado de fúria e tremia de ódio, com o rosto cor de púrpura e os lábios trêmulos. Tentava em vão balbuciar algumas palavras. Puxou a espada violentamente e preparou-se para cortar a cabeça do pequeno monge. - O Inferno é isso - disse o monge fixando-o nos olhos docemente. O samurai deteve a espada no ar assombrado. A dedicação ao serviço e a fraternidade compassiva do monge o levaram a arriscar a própria vida para que ele sentisse o inferno. O guerreiro sentiu o coração aquecido pelo sentimento de gratidão e companheirismo. Olhou para o monge, com a mente pacificada. - Isso é o céu - disse o monge, com serenidade.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Mistérios da Sexualidade.


Quando se fala de casamento , namoro," um caso", imaginamos logo uma dupla, um casal hétero ou homossexual, já que hoje em dia, as relações com alguém do mesmo sexo não são mantidas em secretas como há muito tempo. Mas quando o assunto é problema sexual, começam os comentários "Ah, é porque fulano é impotente ou fulana é frígida".Esses comentários mostra que fica todo mundo á procura de um culpado. é quando chegam a conclusão de que o culpado afinal não tem culpa, pois ele ou ela, na verdade, sofre de um problema que, a culpa é da sociedade, dos pais, da educação , dos maus espíritos ou dos astros. Qualquer coisa. Para compreender,vamos pensar um pouco. Cada pessoa é um universo de mistério, e os motivos para as preferências e particularidades de cada um de nós, inclusive na área sexual, precisam ser procurados no interior mais íntimo e profundo, nas idéias que muitas vezes são esquecidas. é que chamamos de inconsciente. Idéias inconscientes têm um poder muito grande sobre a gente.São aquelas idéias que de repente, fazem que uma pessoa sem saber por quê, fique com medo do escuro, outra fique fica desconfiada de tudo, outra , ao contrário, sem uma grande paz no final da tarde. São também as idéias inconscientes que fazem com que uma pessoa, sem saber por quê, não sinta prazer na relação com um parceiro querido. de Ruth para "Vida e Sonhos".

domingo, 23 de setembro de 2012

As Duas Cabras - Fábulas de Esopo.


Duas Cabras brincavam alegremente sobre as pedras, na parte mais elevada de um vale montanhoso. Ocorre que se encontravam separadas, uma da outra, por um abismo, em cujo fundo corria um caudaloso rio que descia das montanhas. O tronco de uma árvore caída era o único e estreito meio de cruzar de um lado ao outro do despenhadeiro, e nem mesmo dois pequenos esquilos eram capazes de cruzá-lo ao mesmo tempo, com segurança. Aquele estreito e precário caminho era capaz de amedrontar mesmo o mais bravo dos pretendentes à travessia, Exceto aquelas Cabras. Mas, o orgulho de cada uma delas, não permitiria que uma permanecesse diante da outra, sem que isso não representasse uma afronta aos seus domínios, mesmo estando separadas pela funda garganta. Então resolveram, ao mesmo tempo, atravessarem o estreito caminho, para brigarem entre si, com o propósito de decidir qual delas deveria permanecer naquele local. E no meio da travessia as duas se encontraram, e começaram a se agredir mutuamente com seus poderosos chifres. Desse modo, firmes na decisão de levar adiante o forte desejo pessoal de dominação, nenhuma das duas mostrava disposição em ceder caminho à adversária. Assim, pouco tempo depois, acabaram por cair na profunda grota, e logo foram arrastadas pela forte correnteza do rio. Moral da História: É melhor abrir mão do orgulho do que chamar para si a desgraça através da vaidade e teimosia.

O FRIO QUE VEM DE DENTRO.


Conta-se que seis homens ficaram presos numa caverna por causa de uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Eles sabiam que se o fogo apagasse todos morreriam de frio antes que o dia clareasse. Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira: era a única maneira de poderem sobreviver. O primeiro homem era racista. Ele olhou demoradamente para os outros cinco e descobriu que um deles tinha a pele escura. Então, raciocinou consigo mesmo: "Aquele negro! Jamais darei minha lenha para aquecer um negro". E guardou-a protegendo-a dos olhares dos demais. O segundo homem era um rico avarento. Estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida. Olhou ao redor e viu um homem da montanha que trazia sua pobreza no aspecto rude do semblante e nas roupas velhas e remendadas. Ele calculava o valor da sua lenha e, enquanto sonhava com o seu lucro, pensou: "Eu, dar a minha lenha para aquecer um preguiçoso? Nem pensar". O terceiro homem era negro. Seus olhos faiscavam de ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou de resignação que o sofrimento ensina. Seu pensamento era muito prático: "É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem". E guardou suas lenhas com cuidado. O quarto homem era um pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Este pensou: "Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha." O quinto homem parecia alheio a tudo. Era um sonhador. Olhando fixamente para as brasas, nem lhe passou pela cabeça oferecer a lenha que carregava. Ele estava preocupado demais com suas próprias visões (ou alucinações?) para pensar em ser útil. O último homem trazia nos vincos da testa e nas palmas calosas das mãos os sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido. "Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos gravetos". Com estes pensamentos, os seis homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e, finalmente apagou. No alvorecer do dia, quando os homens do socorro chegaram à caverna encontraram seis cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Olhando para aquele triste quadro, o chefe da equipe de socorro disse: "O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro". ...................................................................................................... Não deixe que a friagem que vem de dentro mate você. Abra o seu coração e ajude a aquecer aqueles que o rodeiam. Não permita que as brasas da esperança se apaguem, nem que a fogueira do otimismo vire cinzas. Contribua com seu graveto de amor e aumente a chama da vida onde quer que você esteja.

sábado, 22 de setembro de 2012

PARA ENTENDER O VALOR DO TEMPO.


Para entender o valor de um ano: Pergunte a um estudante que não passou nos exames finais; Para entender o valor de um mês: Pergunte a mãe que teve um filho prematuro; Para entender o valor de uma semana: Pergunte ao editor de uma revista semanal; Para entender o valor de uma hora: Pergunte aos apaixonados que estão esperando o momento do encontro; Para entender o valor do minuto: Pergunte a uma pessoa que perdeu o avião, o trem, ou o ônibus; Para entender o valor de um segundo: Pergunte a uma pessoa que sobreviveu a um acidente; Para entender o valor de um milisegundo: Pergunte a uma pessoa que ganhou a medalha de prata nas olimpiadas; O tempo não espera por ninguém. Valorize cada momento de sua vida. (autor desconhecido)

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

DEUS ESTÁ FALANDO COM VOCÊ!!!


Um homem sussurrou: Deus, fale comigo! E um rouxinol começou a cantar Mas o homem não ouviu. Então o homem repetiu: Deus, fale comigo! E um trovão ecoou nos céus Mas o homem foi incapaz de ouvir. O Homem olhou em volta e disse: Deus, deixe-me vê-lo! E uma estrela brilhou no céu Mas o homem não a notou. O homem começou a gritar: Deus, mostre-me um milagre! E uma criança nasceu, Mas o homem não sentiu o pulsar da vida. Então o homem começou a chorar e a se desesperar: Deus, toque-me e deixe-me sentir que você está aqui comigo... E uma borboleta pousou suavemente em seu ombro O homem espantou a borboleta com a mão e desiludido Continuou o seu caminho triste, sozinho e com medo.

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

PRESENTE


Existe somente uma idade para a gente ser feliz. Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar, fazer planos e ter energia bastante para realizá-los a despeito de todas as dificuldades e obstáculos. Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente, desfrutar tudo com intensidade, sem medo nem culpa de sentir prazer. Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria semelhança e vestir-se com todas as cores, experimentar todos os sabores e entregar-se a todos os amores. Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta. Que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso. Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se presente e tem a duração do instante que passa.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

VALORIZE


Certa vez, o dono de um pequeno sítio, amigo do grande poeta Olavo Bilac, abordou-o na rua: - Sr. Bilac, estou precisando vender o meu sítio, que o senhor tão bem conhece. Será que o senhor poderia redigir o anúncio para o jornal? Olavo Bilac apanhou o papel e escreveu: "Vende-se encantadora propriedade, onde cantam os pássaros ao amanhecer no extenso arvoredo, cortada por cristalinas e marejantes águas de um ribeirão. A casa banhada pelo sol nascente, oferece a sombra tranqüila das tardes, na varanda". Meses depois, o poeta encontra o homem e pergunta-lhe se havia vendido o sítio. - Nem pense mais nisso, disse o homem. Quando li o anúncio é que percebi a maravilha que tinha! Às vezes, não descobrimos as coisas boas que temos conosco e vamos longe atrás da miragem de falsos tesouros. Valorize o que você tem, os amigos que estão perto de você, o emprego que Deus lhe deu, o conhecimento que você adquiriu, a sua saúde, o sorriso do seu filho. Esses são os verdadeiros tesouros. autor desconhecido.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

VISITANTES DO ALÉM.


Uma das grandes certezas que todos podemos ter um nosso mundo, é de que "Não Estamos Sozinhos". A qualquer momento, estranhos visitantes do além podem estar presentes onde menos esperamos." O Relato a seguir mostra que isso realmente é verdade! ================================================================================= Olá, tenho 18 anos e o que vou relatar aconteceu comigo a mais ou menos uns 2 anos atrás. Em uma certa noite, estava eu e meu irmão em um quarto, e minha mãe com meu irmãozinho caçula no quarto dela. (Obs: eu sou o mais velho dos três). Nós estávamos todos conversando, porque o quarto da minha mãe é ao lado do meu e por isso se entende nitidamente o que se fala de um quarto paro outro. Passado algum tempo paramos de conversar e tudo ficou no silêncio, sendo que o único barulho que se ouvia era dos grilos la fora. Lembro que naquela noite eu estava sem sono, e como de costume eu estava com o rosto virado paro lado da parede, sendo que o beliche fica encostado na mesma. De repente senti um calafrio e ao mesmo tempo senti como se algueé estivesse passando a mão bem de leve na minha cabeça, junto com um leve assopro na nuca. Eu sentia nitidamente o formato e o peso de uma mão ali, só que ela se movimentava de forma tranquila, não parecia querer fazer mal a mim. Como meu irmão sempre foi atentado e vivia me zuando, na hora achei que fosse ele querendo me assustar, e na tentativa de pegar ele no flagra após um tempo tendo aquelas sensações, eu rapidamente virei-me paro o outro lado, mas não vi ninguém, apenas senti aquele friozinho na espinha, mas como eu durmo na parte de cima e meu irmão na parte de baixo do beliche, ainda acreditei que ele pudesse ter feito aquilo e se deitado rapidamente. Por isso levantei da cama dando risada e xingando ele, mas quando eu o olhei vi que ele já estava dormindo, e tipo dormindo mesmo, e não finjindo para me assustar. Nessa hora eu "pulei" para a parte de cima e fiquei quieto e orando para que aquilo não acontecesse novamente. Naquela noite eu não consegui mais dormir. Fiquei acordado a madrugada inteira, mas graças a Deus seja lá o que era aquilo, não me visitou mais, pelo menos até à alguns meses atrás, quando tive um sonho, ou melhor dizendo, um pesadelo. Nesse pesadelo, o mundo parecia estar acabando, e me lembro que nele, eu estava com uma arma atirando em alguma coisa, e do nada um espectro vestido de preto e com o rosto todo vermelho apareceu na minha frente rindo de forma sinistra e um tanto debochada, e nessa hora senti como se algo me pressionasse me deixando imovel. O pior de tudo foi quando eu acordei, e de uma forma inexplicavel, sentia a mesma pressão que quando estava sonhando. Eu tinha a sensação de como se alguém estivesse em cima da minhas costas, pois eu estava debruçado na cama, e da mesma forma eu não conseguia me mexer e nem se quer falar ou gritar, apenas sentia aquele peso que parecia piorar a cada segundo. Naquele momento a única coisa que pensei em fazer foi orar e pedir a Deus que me ajudasse, sendo que na mesma hora aquilo simplesmente sumiu e eu me senti livre de novo, mas ainda assim eu escutava passos, só que não eram no chão, e sim nas paredes ao redor, como se algo andasse de um lado para o outro, e eu mesmo com vondade de olhar para ver o que era, o medo não permitia que eu fizesse isso, sendo que a única coisa que eu continuei a fazer, foi orar até que tudo se acalmou, sendo que depois disso, eu nunca mais senti nada parecido como aquilo. O que teria sido aquilo? Será que o que me visitou da primeira vez foi o mesmo que me visitou depois? Ou o primeiro seria um espiríto benigno e o segundo um maligno? Não sei se algum dia vou encontrar respostas para todas essas perguntas, mas sei que o que aconteceu comigo foi real, e foi uma prova da existência do SOBRENATURAL. www.alemdaimaginacao.com Geremias Vieira - PR - Brasil

SE ALGUÉM TE PROCURAR...


Com frio... É porque você tem o cobertor. Com alegria... É porque você tem o sorriso. Com lágrimas... É porque você tem o lenço. Com versos... É porque você tem a música. Com dor... É porque você tem o curativo. Com palavras... É porque você tem a audição. Com fome... É porque você tem o alimento. Com beijos... É porque você tem o mel. Com dúvidas... É porque você tem o caminho. Com orquestras... É porque você tem a festa. Com desânimo... É porque você tem o estímulo. Com fantasias... É porque você tem a realidade. Com desespero... É porque você tem a Serenidade. Com entusiasmo... É porque você tem o brilho. Com segredos... É porque você tem a cumplicidade. Com tumulto... É porque você tem a calma. Com confiança... É porque você tem a força. Com medo... É porque você tem o AMOR! (autor desconhecido) Ninguém chega até VOCÊ por acaso. Em "TUDO" há o propósito de Deus!

sábado, 15 de setembro de 2012

PROCURANDO DEUS


Passei tanto tempo te procurando... Não sabia onde estavas... Olhava para o infinito. Não te via. E pensava comigo: será que Tu existes? Não me contentava na busca e prosseguia. Tentava te encontrar nas religiões e nos templos. Tu também não estavas. Te busquei através de sacerdotes e pastores. Também não te encontrei. Senti-me só, vazio, desesperado e descri. E na descrença te ofendi, E na ofensa tropecei, E no tropeço cai, E na queda senti-me fraco. Fraco, procurei socorro. No socorro encontrei amigos, Nos amigos encontrei carinho. No carinho vi nascer o amor, Com amor vi um mundo novo, E no mundo novo resolvi viver. O que recebi, resolvi doar. Dando alguma coisa muito recebi. E recebendo, senti-me feliz E ao ser feliz encontrei a paz. E tendo paz foi que enxerguei. Que dentro de mim é que tu estavas. E foi em mim que te encontrei.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Hoje preciso de me distrair...


Hoje mais do que nunca, quero sair, ver bastante gente, andar e olhar a que tudo me interessar. Tomar sorvete, e se por acaso encontrar umas amigas convidá-las a ir num clube ou uma casa de show para ouvir músicas que nos embalam nossa alma e sair dançando sem pensar em nada só no instante ali vivido que nos faz esquecer os momentos que as vezes passamos e que nos entristecem muito,mas agora neste momento vou me transportar para a música que nos faz sonhar, imaginar que até somos felizes, ela nos traz uma paz e uma euforia que até sentimos que estamos voando até as estrelas, sim...é como uma energia positiva que nos rodeia e nos faz sentir leve como uma pluma, nos apaga até os momentos desagradáveis, e um sorriso verdadeiro nos faz modificar nosso semblante, e todos pensam que somos muito felizes. Ah como seria bom se o tempo parasse neste instante, mas quero aproveitar o máximo este momento sublime, sem achar que as horas são as vezes nos faz nos tirar os melhores momentos em que vivemos, e deixar só nas lembranças as boas coisas que nem sempre podemos aproveitar. Mas a realidade nem sempre é a nosso favor, quando temos alguém que não nos compreende, e estamos sempre em conflito. Ter alguns momentos de encanto e sonhos mesmo não sendo verdadeiro, nos ajuda a suportar aos dores de uma solidão , "as vezes a dois". de Ruth para "Vidas e Sonhos".

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O VESTIDO AZUL.


Num bairro pobre de uma cidade distante, morava uma garotinha muito bonita. Ela freqüentava a escola local. Sua mãe não tinha muito cuidado e a criança quase sempre se apresentava suja. Suas roupas eram muito velhas e maltratadas. O professor ficou penalizado com a situação da menina. "Como é que uma menina tão bonita, pode vir para a escola tão mal arrumada?". Separou algum dinheiro do seu salário e, embora com dificuldade, resolveu lhe comprar um vestido novo. Ela ficou linda no vestido azul. Quando a mãe viu a filha naquele lindo vestido azul, sentiu que era lamentável que sua filha, vestindo aquele traje novo, fosse tão suja para a escola. Por isso, passou a lhe dar banho todos os dias, pentear seus cabelos, cortar suas unhas. Quando acabou a semana, o pai falou: "mulher, você não acha uma vergonha que nossa filha, sendo tão bonita e bem arrumada, more em um lugar como este, caindo aos pedaços?.Que tal você ajeitar a casa? Nas horas vagas, eu vou dar uma pintura nas paredes, consertar a cerca e plantar um jardim." Logo mais, a casa se destacava na pequena vila pela beleza das flores que enchiam o jardim, e o cuidado em todos os detalhes. Os vizinhos ficaram envergonhados por morar em barracos feios e resolveram também arrumar as suas casas, plantar flores, usar pintura e criatividade. Em pouco tempo, o bairro todo estava transformado. Um homem, que acompanhava os esforços e as lutas daquela gente, pensou que eles bem mereciam um auxílio das autoridades. Foi ao prefeito expor suas idéias e saiu de lá com autorização para formar uma comissão para estudar os melhoramentos que seriam necessários ao bairro. A rua de barro e lama foi substituída por asfalto e calçadas de pedra. Os esgotos a céu aberto foram canalizados e o bairro ganhou ares de cidadania. E tudo começou com um vestido azul. Não era intenção daquele professor consertar toda a rua, nem criar um organismo que socorresse o bairro. Ele fez o que podia, deu a sua parte. Fez o primeiro movimento que acabou fazendo que outras pessoas se motivassem a lutar por melhorias. Será que cada um de nós está fazendo a sua parte no lugar em que vive? Por acaso somos daqueles que somente apontamos os buracos da rua, as crianças à solta sem escola e a violência do trânsito? Lembremos que é difícil mudar o estado total das coisas. Que é difícil limpar toda a rua, mas é fácil varrer a nossa calçada. É difícil reconstruir um planeta, mas é possível dar um vestido azul. Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade. Você acaba de receber um lindo vestido azul.!!!!!! Faça a sua parte. Ajude-nos a melhorar o PLANETA!

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Deixe a raiva secar...


Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas. No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar. Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio. Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial. Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada. Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou: "Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo? Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão. Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações. Mas a mãe, com muito carinho ponderou: "- Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você lembra o que a vovó falou? - Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar. - Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo. Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão. Logo depois alguém tocou a campainha. Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando: "Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado. Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você. Espero que você não fique com raiva de mim. Não foi minha culpa." "Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou." E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro. Moral da História: Nunca tome qualquer atitude com raiva. A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são. Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta diante de uma situação difícil. Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Para refletir...


Se você acordou esta manhã com mais saúde do que doença... você é mais abençoado do que o milhão que não sobreviverá a esta semana. Se você nunca passou pelo perigo de uma batalha, a solidão de uma prisão, a agonia de uma tortura, ou as aflições da fome, você está à frente de quinhentos milhões de pessoas no mundo. Se você pode freqüentar uma sessão de igreja sem o medo de molestamento, prisão, tortura, ou morte... você é mais abençoado do que três bilhões de pessoas no mundo. Se você tem comida no refrigerador, roupas no corpo, um telhado sobre a cabeça e um lugar para dormir, você é mais rico do que setenta e cinco por cento desse mundo. Se você tem dinheiro no banco ou na carteira, e trocados em algum lugar... você está entre os oito por cento no topo desse rico mundo. Se você mantém sua cabeça erguida com um sorriso no rosto e é realmente agradecido... você é abençoado porque a maioria pode, mas não o faz. Se você segura a mão de alguém, o abraça ou mesmo o toca no ombro... você é abençoado porque está a oferecer o toque de cura de Deus. Se você pode ler esta mensagem, você é mais abençoado do que dois bilhões no mundo que absolutamente não podem ler. Se você conhece o caminho da Verdade, o caminho da Liberação, você é abençoado e especial e, se não o põe em prática, está desperdiçando a maior oportunidade de sua vida! Vale a pena refletir não é??

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

VIVA COMO AS FLORES


Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam. - Pois viva como as flores, advertiu o mestre. - Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo. Repare nestas flores, continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas. É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento. Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. Isso é viver como as flores.

domingo, 9 de setembro de 2012

ILUSÃO DE ÓTICA.


Olhe atentamente no pontinho preto da bandeira por 30 seg.. Em seguida olhe para o quadro branco ao lado. Você verá a bandeira do Brasil com suas cores reais.

NÃO ESQUEÇA O PRINCIPAL


Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma voz misteriosa que lá dentro lhe dizia: "Entre e apanhe tudo o que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porém, de uma coisa: Depois que você sair, a porta se fechará para sempre. Portanto, aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal...." A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente: "Você só tem oito minutos." Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou... Lembrou-se, então, que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre! A riqueza durou pouco e o desespero, sempre. O mesmo acontece, às vezes, conosco. Temos uns oitenta anos para viver, neste mundo, e uma voz sempre nos adverte: "Não se esqueça do principal!" E o principal são os valores espirituais, a oração, a vigilância, a família, os amigos, a vida! Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais nos fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado... Assim, esgotamos o nosso tempo aqui, e deixamos de lado o essencial: "Os tesouros da alma!" Que jamais nos esqueçamos que a vida, neste mundo, passa rápido e que a morte chega de inesperado. E quando a porta desta vida se fechar para nós, de nada valerão as lamentações. Portanto, que jamais esqueçamos do principal! (Autor desconhecido)

sábado, 8 de setembro de 2012

Lidando com o próprio veneno.


Há muito tempo atrás, uma menina chamada Lili se casou e foi viver com o marido e a sogra. Depois de alguns dias, passou a não se entender com a sogra. As personalidades delas eram muito diferentes e Lili foi se irritando com os hábitos da sogra que freqüentemente a criticava. Meses se passaram e Lili e sua sogra cada vez discutiam e brigavam mais. De acordo com antiga tradição chinesa, a nora tinha que se curvar a sogra e a obedecer em tudo. Lili já não suportando mais conviver com a sogra decidiu tomar uma atitude e foi visitar um amigo de seu pai, que a ouviu e depois com um pacote de ervas lhe disse: - Você não poderá usá-las de uma só vez para se libertar de sua sogra porque isso causaria suspeitas. Vou lhe dar várias ervas que irão lentamente envenenando sua sogra. A cada dois dias ponha um pouco destas ervas na comida dela. Agora, para ter certeza de que ninguém suspeitará de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável. Não discuta, ajudarei a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e seguir todas as instruções que eu lhe der. Lili respondeu: - Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que o que o senhor me pedir. Lili ficou muito contente, agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra. Semanas se passaram e a cada dois dias, Lili servia a comida especialmente tratada à sua sogra. Ela sempre lembrava do que Sr.Huang tinha recomendado sobre evitar suspeitas e assim ela controlou o seu temperamento, obedeceu a sogra e a tratou como se fosse sua própria mãe. Depois de seis meses a casa inteira estava com outro astral. Lili tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Nesses seis meses não tinha tido nenhuma discussão com a sogra, que agora parecia muito mais amável e mais fácil de lidar. As atitudes da sogra também mudaram e elas passaram a se tratar como mãe e filha. Um dia Lili foi novamente procurar o Sr. Huang para pedir-lhe ajuda e disse: - Querido Sr. Huang, por favor me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou numa mulher agradável e eu a amo como se fosse minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei. Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça. - Lili, não precisa se preocupar. As ervas que eu dei eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O veneno estava na sua mente e na sua atitude, mas foi jogado fora e substituído pelo amor que você passou a dar a ela. "Na China existe uma regra dourada que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada." Na grande parte das vezes recebemos das outras pessoas o que damos a elas... por isso C U I D A D O !!! LEMBRE-SE SEMPRE: O plantio é opcional... A colheita é obrigatória... Por isso cuidado com o que planta !! autor desconhecido.

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Ouvir mais e falar menos.


Vou ouvir mais do que falar. Vou refrescar meu ímpeto de falar, discutir, argumentar,ao invés disso, vou ouvir. Vou prestar atenção sincera nos palavras e declarações das pessoas, " mesmo nas dos insensatos e ignorantes, pois eles também têm a sua própria verdade". A velha expressão "serei todo ouvidos" será meu lema no dia de hoje. Vou ouvir atentamente e assim ouvirei também as vozes da minha consciência, do meu Deus interior. A vida é muito agitada, e nessa agitação a gente acaba passando batido pelas pessoas à nossa volta. Às vezes, isso acarreta perdas, pois Deus costuma falar-nos usando a boca de outras pessoas. às vezes desimportantes para nós. Agora vou ouvir interessadamente a todos que cruzarem o meu caminho, como se cada um tivesse uma grande revelação para me fazer. Como disse um famoso mestre " o importante é ouvir criativamente". - farei isso ouvindo e procurando entender aquilo é dito e principalmente o que não é dito. Ruth, para "Vidas e Sonhos".

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

SERINGA MACABRA


Nos primeiros anos do surgimento da AIDS, o medo e a ignorância alimentaram várias histórias destinadas a provocar pânico na população. Entre as muitas lendas urbanas que surgiram em torno da doença, a da seringa contaminada no cinema foi uma das que fez mais sucesso. Um homem revoltado por ter sido infectado com o vírus da AIDS teria colocado seu sangue contaminado em várias seringas e as espalhado pelas poltronas de vários cinemas. Os incautos que fossem espetados por elas seriam contaminados com a doença. A ideia da seringa com sangue contaminado gerou outras variações como a lenda sobre os ataques aos passageiros do metrô ou de assaltantes que usavam desse expediente para roubar suas vítimas.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Vou pensar mais em mim...


Serei egoísta.Vou parar um pouco de olhar para fora, e olharei mais para meu umbigo. Hoje, nada de preocupação com os outros, nada de querer resolver os problemas dos outros, nada de querer endireitar o mundo. Serei eu o centro do mundo, e só me importarei comigo mesmo. Ser egoísta na medida certa é assumir a própria importância como ser o único no universo. Vou visitar lojas, à procura de roupas para mim ( se puder comprarei), vou fazer coisas que há muito tempo estou querendo, mas sempre adio. Se eu gosto de doces, irei na melhor doceria e comerei à vontade. Caso , durante o dia , apareçam outras chances de me colocar em primeiro lugar, farei isso sem culpa e sem hesitar. Já estou saboreando o gostinho de azeitona na minha empadinha. Hoje quero o máximo para mim, sem crise. Como disse aquele escritor francês: " No dia de hoje é preciso cultivar o meu jardim". Ruth... para "Vidas e Sonhos"

terça-feira, 4 de setembro de 2012

O silêncio.


Vou cultivar o silêncio. Os antigos diziam que as palavras são de prata, mas o silêncio é de ouro. Nossa sociedade é essencialmente verbal, e nós nos viciamos em falar. As palavras hoje já não correspondem aos sentimentos, em grande parte , são fortuitas e levianas.Uma célebre esoterista disse que muitos males da nossa civilização se devem as palavras vãs. Reconheço que gasto ( e me desgasto) muita energia falando desnecessariamente, falando por falar. Hoje vou guardar o máximo possível o silêncio. Vou falar apenas que for realmente indispensável. Se for preciso, poderei fingir que estou com um problema nas cordas vocais, e o médico me proibiu falar. Durante o dia vou perder como eu falava bobagens, coisas inúteis, fúteis. A energia que se vai com as palavras estará mais contida, me alimentarei com ela, com o meu silêncio. Talvez, ao diminuir a enxurrada de sons que emito, possa ouvir mais e melhor a minha voz interior, talvez ela tenha coisas muito interessantes para me dizer. Ruth...Um pouquinho de mim.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Preciso de alguém.


Que me olhe nos olhos quando falo. Que ouça as minhas tristezas e neurose com paciência. E, ainda que não compreenda, respeite os meus sentimentos. Preciso de alguém, que venha brigar ao meu lado sem precisar ser convocado:alguém Amigo o suficiente para dizer-me as verdades que não quero ouvir. mesmo sabendo que posso odiá-lo por isso. Nesse mundo de céticos, preciso de alguém que creia nessa coisa misteriosa, desacreditada, quase impossível: Amizade. Que teime em ser leal simples e justo, que não vá embora se algum dia eu perder o meu ouro e não ser mais a sensação da festa. Preciso de um Amigo que receba com gratidão o meu auxilio, a minha mão estendida. Mesmo que isto seja muito pouco para suas necessidades. Preciso de um Amigo que também seja companheiro nas farras e pescarias, nas guerras e alegrias, e que no meio da tempestade, grite em coro comigo: "Nós ainda vamos rir muito disso tudo" Não pude escolher os que me trouxeram ao mundo, mas posso escolher um Amigo. E nessa busca empenho a minha própria alma, pois com uma Amizade verdadeira, a vida se torna mais simples, mais rica e mais bela... Charles Chaplin.

domingo, 2 de setembro de 2012

CHÁCARA À VENDA.


São inúmeros os casos de pessoas que relatam estranhas experiências, como passarem por lugares de outras épocas, verem pessoas de outros tempos, e mesmo verem e visitarem locais fora do nosso tempo, sendo que os mesmos desaparecem por completo em seguida, nunca mais resurgindo. Teriam essas pessoas passado por portais "espaço-tempo", permitindo que tivessem contato com outras épocas já distantes da nossa? Se não for isso, o que mais poderia provocar esses estranhos e inexplicáveis acontecimentos?" O Relato a seguir descreve uma dessas estranhas experiências! ================================================================================= O relato que vou contar, aconteceu no ano de 1995 quando eu estava freqüentando uma faculdade em São Paulo. Eu estava entrando no segundo semestre do último ano. Em um final de semana eu resolvi pegar o meu carro e ir visitar a minha mãe. Ela morava em uma cidade que fica à 3½ horas de São Paulo. Eu estava toda confortável no carro, ouvindo as músicas que o radio tocava. Já estava dirigindo quase que meia hora quando eu vi uma placa pendurada em um poste que estava escrito: "CHÁCARA À VENDA", e embaixo tinha um flecha apontando para uma estradinha de terra isolada e empoeirada do lado da rodovia. Eu pensei em dar uma olhada, já que eu precisaria de um lugar para morar quando acabasse a faculdade e sempre gostei de morar em chácara (eu morava em uma quando morava com os meus pais). Então parei o carro, dei a ré e fui para a estradinha de terra. Depois de uns 15 minutos nela, a casa apareceu lá na frente. Era uma casa branca de dois andares com uma varanda bem grande na frente. Impressionada com a beleza da casa eu não notei o quanto era estranho uma casa ficar em um lugar tão isolado como aquele. Eu parei na frente da casa, peguei a minha câmera fotográfica (eu tinha levado para tirar umas fotos da minha família) para tirar umas fotos da casa e mostrar para a minha mãe, para ver o que ela achava do que poderia ser a minha futura casa. A casa tinha uma pequena cerca de madeira, com um pouco mais de 1½ metro de altura e um portãozinho, de madeira também. A varanda era cercada de plantas e flores e tinha uma mesa de madeira nela. Eu fiquei no portão e toquei a campainha. Um pouco depois a porta da frente abriu e uma mulher já de idade avançada, vestindo uma calça preta e uma blusa marrom, veio ao meu encontro. Ela era baixinha, um pouco gorducha e tinha a cabeça coberta de cabelos grisalhos. Ela falou um "Bom dia!" todo simpático e com um sorriso que ia de orelha até orelha, como se já me conhecesse. Eu tirei fotografias de todos os cômodos enquanto ela ia me mostrando a casa. Depois de ter visto a casa toda, eu voltei para o meu carro e segui o meu caminho. Enquanto voltava para a rodovia, uma sensação de felicidade e contentamento se apossou de mim. Eu pensei comigo mesma que tinha achado a casa dos meus sonhos a um preço que eu podia pagar. Uma semana depois, já de volta em São Paulo, eu fui em uma loja de revelação de fotos para revelar o meu rolo de filme. Peguei as fotos, e voltei para a minha casa e liguei para a minha mãe para falar que no final de semana eu ia lá de novo para mostrar as fotos da casa. Enquanto ainda falava com ela no telefone eu sentei na sala para ver as fotos. Eu peguei aquele envelope amarelo, dei uma olhada das fotos e soltei um grito. O telefone que eu segurava com a cabeça e o meu ombro caiu no chão, junto com as fotos. Eu pulei para trás passando por cima do sofá e parei atrás dele olhando as fotos no chão. Eu estava chocada, não acreditava no que tinha visto. Então eu me toquei que a minha mãe ainda estava no telefone e devia estar assustada. Eu peguei ele e ela estava falando "Alô? Filha? Você está bem? Alô?". Eu falei que estava tudo bem e pedi para ela esperar um pouco. Depois de um tempo em choque e um pouco confusa, eu juntei coragem e abaixei até o chão, para examinar melhor as fotos. Não eram as fotos da casa que eu tinha visto, mas sim de uma casa completamente queimada. Em todas as fotos os quartos estavam negros feito carvão, as paredes completamente chamuscadas e somente o resto das estruturas do que algum dia já tinham sido alguns móveis. Parecia que a casa tinha sido devorada pelo fogo. O choque e a confusão logo se transformaram em medo. Eu pensei que eu podia ter pegado as fotos de outra pessoa, mas as fotos que eu não tirei da casa estavam lá, da minha mãe, do meu pai, dos meus irmãos. Aquelas eram as minhas fotos! Eu peguei todas elas, sem exceção e queimei. Simplesmente queimei todas, sem um segundo pensamento de reflexão. No final de semana eu peguei o meu carro e fui ver a minha mãe. Eu fui pela mesma estrada. Ansiosa e nervosa eu fui devagar na rodovia, procurando a placa de "CHÁCARA À VENDA" e a estrada empoeirada e isolada. Para a minha surpresa eu não achei nenhuma das duas. Eu fiquei indo e voltando naquele pedaço da rodovia e não achava a estrada que eu tinha pegado antes. Desde aquele dia eu não sou mais a mesma. Se alguém me falar que eu estou enlouquecendo, é capaz de eu acreditar. O meu psicólogo falou que aquilo tudo não aconteceu, que eu não vi a casa e nem as fotos, que eu imaginei tudo. Talvez ele esteja certo, mas quem pode realmente dizer o que é real e o que não é? As vezes eu me arrependo de ter queimado as fotos. Talvez se eu ainda estivesse com elas, as pessoas acreditariam em mim. www.alemdaimaginacao.com Catarina - São Paulo - Brasil

O GALO DE BRIGA E A ÁGUIA.


Dois galos estavam disputando em feroz luta, o direito de comandar o galinheiro de uma chácara. Por fim, um põe o outro para correr e é o vencedor. O Galo derrotado afastou-se e foi se recolher num canto sossegado do galinheiro. O vencedor, voando até o alto de um muro, bateu as asas e exultante cantou com toda sua força. Uma Águia que pairava ali perto, lançou-se sobre ele e com um golpe certeiro levou-o preso em suas poderosas garras. O Galo derrotado saiu do seu canto, e daí em diante reinou absoluto livre de concorrência. Autor: Esopo Moral da História: O orgulho e a arrogância é o caminho mais curto para a ruína e o infortúnio.
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