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quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Transmutação de uma Vida.


Num certo ponto da vida, quando tudo parece tranquilo, sem muitas esperanças, os dias começam a transformar, em uma brincadeira que agora com a tecnologia dos aparelhos que nos transportam para um mundo distante, e passa a ser um cotidiano de palavras tecladas num computador , em que do outro lado tem algúem trocando ideias alí com você , e que nos momentos que está sozinha, você tenta as vezes desabafar seus momentos horas tristes, e também alegres, e só em saber que do outro lado nem sabe onde a pessoa te responde as vezes como lhe dando conselhos, ou participando dos seus pensamentos conforme o dia que se passa. Com isso o tempo vai passando e sempre que possível os dois marcam encontros só alí na telinha, que se trocam papos longos, e até vão para sites de jogos para matar o tempo. Passam-se meses, e sempre estão juntos, a qualquer hora tem um encontro distante , mas com a mente unida em um só pensamento. Um amor ou uma forte amizade nasce entre os dois, e quando um não aparece na hora prevista , outro se choca, ou até acha que não está mais interessado um no outro. Um certo ciúme ou uma desconfiança, por que sabe que a vida as vezes nos faz umas reviravoltas, e que de repente tudo pode terminar. Mas tudo continua quando logo um aparece, os fantasmas das desconfianças desaparecem por completo e aquela magia entre os dois ficam cada vez mais fortes. Um dia um encontro real se realiza, aquela espera é uma realização de um desejo muito contido nos dois . Ao chegar um corre aos braços do outro, passando toda a felicidade à muito trancada dentro do peito, é como se aflorasse todo o amor saísse pelos poros , era uma realização completa. E ali em diante a vida mudaria de rumo. Já não seria um estranho qualquer, era um amor que aos poucos foi nascendo e que se tornou um imenso sentimento, que seria difícil separar, mesmo com todos os impedimentos que surgiriam, ou se acaso o destino mudasse o rumo, ficaria sempre gravado na mente, uma felicidade que ninguém poderia apagar. de Ruth para "Vidas e Sonhos".

A DIFERENÇA ENTRE FORÇA E CORAGEM.


É preciso ter força para ser firme, mas é preciso coragem para ser gentil. É preciso ter força para se defender, mas é preciso coragem para baixar a guarda. É preciso ter força para ganhar uma guerra, mas é preciso coragem para se render. É preciso ter força para estar certo, mas é preciso coragem para ter dúvida. É preciso ter força para manter-se em forma, mas é preciso coragem para ficar de pé. É preciso ter força para sentir a dor de um amigo, mas é preciso coragem para sentir as próprias dores. É preciso ter força para esconder os próprios males, mas é preciso coragem para demonstrá-los. É preciso ter força para suportar o abuso, mas é preciso coragem para fazê-lo parar. É preciso ter força para ficar sozinho, mas é preciso coragem para pedir apoio. É preciso ter força para amar, mas é preciso coragem para ser amado. É preciso ter força para sobreviver, mas é preciso coragem para viver. - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - Colaboração sobre a autoria: Rosângela Aliberti

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Simpatia para nunca ficar sem dinheiro.


Todo dia 29, a pessoa tem que comer nhoque, colocando embaixo do prato uma nota de dinheiro de valor pequeno. Depois terminar de comer, pegar a nota e guardar na carteira por um mês. Passado este período, gastar a nota que ficou guardada (pode ser com qualquer coisa). No mesmo dia comer nhoque mais uma vez com uma nota pequena embaixo do prato e repetir toda a simpatia. Esta simpatia que tem que ser renovada sempre a cada trinta dias, sempre no dia 29. Simpatia da bruxinha Valentina para "Vidas de Sonhos".

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Acredite.


Não importa o que é o mundo… O importante são seus sonhos. Não importa o que você é… Importa o que você quer ser. Não importa onde você está… Importa para onde você quer ir. Não importa o porquê… O importante é o querer. Não importa suas mágoas… O que importa são suas alegrias. Não importa o que já passou… O passado? Guarde na sua lembrança. O mundo é um espelho. Portanto, não seja só o seu reflexo. Acreditando só num futuro. Você conseguirá a paz… para alcançar seus sonhos. Afinal, o que importa? Você importa. Acredite em você. Eu acredito… e você?

Estrelas-do-mar


Havia um homem que morava numa bela praia, junto a uma colônia de pescadores. Num dos seus passeios matinais, ele viu um jovem jogando de volta ao oceano as estrelas-do-mar que estavam na areia. - Por que você faz isso? – perguntou o homem. - Porque a maré está baixa, e elas vão morrer. - Meu jovem, existem milhares de quilômetros de praia por este mundo e centenas de milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela areia. Que diferença você pode fazer? O jovem pegou mais uma estrela e atirou-a no oceano. Depois virou-se para o homem respondendo: - Para esta, eu fiz uma grande diferença.

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Solidariedade.


Solidariedade… É uma palavra diferente. É uma palavra que incomoda um pouco… Incomoda porque embora seja difícil de pronunciar, é o seu verdadeiro significado que “faz mexer”… Fundamenta-se em valores que não conseguimos quantificar Mas o que é a Solidariedade? O que é ser solidário? Ser Solidário é acima de tudo, respeitar, incondicionalmente tudo o que nos rodeia… É sentir a necessidade de partilhar… É perceber que as diferenças só existem porque é mais fácil criar distâncias do que ajudar nas dificuldades… É sentir que é possível mudar o que está errado, e que para isso basta acreditar… É querer ir mais além, é ser mais alto interiormente, é ser maior de coração… É perceber que a alegria de dar é indiscutivelmente superior à de receber… É estender a mão, sem olhar à cor, ao sexo… Acredito que a interiorização de um sentimento desta índole, torna-nos efetivamente “pessoas melhores”… E Solidariedade só quando é Natal? Ou quando a Natureza “avisa” que ainda manda nisto tudo?? NÃO!! Sermos solidários, quando percebermos que é possível fazer alguma coisa, dizer NÃO, ao egoísmo em que todos vivemos, ao nosso fácil acomodamento, face à miséria, à solidão, à injustiça social e a tantas, mas tantas coisas mais… É mais fácil pensar que não é conosco se algo de profundamente errado e injusto se passa ao nosso lado. - Sabia que há pessoas passando fome? - Sabia que há crianças com apenas poucos meses que vivem em carros abandonados? - Sabia que há crianças que tem como companheiros de brincadeiras, nos seus “pseud0-quartos”, muitas baratas, e até cobras? - Sabia que se pode morrer de solidão? Se não sabia, ficou sabendo que tudo isto é real e que se passa bem mais perto de si do que pensa… CONSEGUE, AINDA ASSIM, SENTIR-SE UMA PESSOA FELIZ??? Vivemos num mundo atolado de “mentes vazias” perdidas no seu “ego”, na sua majestosa moradia, nos seus carros de última geração, completamente mergulhadas numa vida egocêntrica, que nos condena irreversivelmente à solidão. Acredita que podemos mudar isto? Eu acredito, porque afinal a DISTÂNCIA É DE UM PASSO.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

O dia de hoje!


Calma! Esse será o meu emblema no dia de hoje. Há dias em que a minha vida parece um filme em câmera acelerada. Encho de tal forma o meu dia com compromissos, trabalhos, obrigações, que acabo fazendo tudo no atropelo,às pressas, sempre no último minuto da última hora.Acabo me acostumando a agitação viciando-me na adrenalina que produzo, vou por aí distribuindo frases do tipo "a vida está corrida" "não tenho tempo" "tudo muito rápido, estou morrendo de pressa". Hoje programarei para reduzir o ritmo, terei calma, saberei esperar na fila sem angústia, vou aguardar o sinal de trânsito ficar verde para mim, tomarei o café ou a água bem devagarinho, sorvendo cada gole com calma. Vou me vigiar para falar pausadamente com as pessoas e ouvi-las como se eu tivesse todo o tempo do mundo. De vez em quando, se a correria tentar voltar, vou parar, respirar profundamente cinco vezes e repetir: " agora estou mais calmo e bem mais tranquilo". No fim do dia talvez eu descubra que , com calma, consegui realizar mais, melhor e, principalmente , ganhei mais alguns anos de vida. Para "Vidas e sonhos"

O ABORTO.


Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se: – Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro. Indaga o médico: – Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça? A mulher, já esperançosa, respondeu: – Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda. O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher: – Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora. A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer: – Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco. A mulher apavorou-se: – Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!! O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo LUCHINI.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

A cor do mundo.


O ancião descansava sentado em um velho banco à sombra de uma árvore, quando foi abordado pelo motorista de um automóvel que estacionou a seu lado: - Bom dia! - Bom dia! – respondeu o ancião. - O senhor mora aqui? - Sim, há muitos anos… - Venho de mudança e gostaria de saber como é o povo daqui. Como o senhor vive aqui há tanto tempo deve conhecê-lo muito bem. - É verdade, falou o ancião. Mas por favor, me fale antes da cidade de onde vem. - Ah! É ótima. Maravilhosa! Gente boa, fraterna… Fiz lá muitos amigos. Só a deixei por imperativos da profissão. - Pois bem, meu filho. Esta cidade é exatamente igual. Vai gostar daqui. O forasteiro agradeceu e partiu. Minutos depois apareceu outro motorista e também se dirigiu ao ancião: - Estou chegando para morar aqui. O que me diz do lugar? O ancião lançou-lhe a mesma pergunta: - Como é a cidade de onde vem? - Horrível! Povo orgulhoso, cheio de preconceitos, arrogante! Não fiz um único amigo naquele lugar horroroso! - Sinto muito, meu filho, pois aqui você encontrará o mesmo ambiente… Todos vemos no mundo e nas pessoas algo do que somos, do que pensamos, de nossa maneira de ser. Se somos nervosos, agressivos ou pessimistas, veremos tudo pela ótica de nossas tendências, imaginando conviver com gente assim. Em outras palavras, o mundo tem a cor que lhe damos através das nossas lentes. Se nossas lentes estão escurecidas pelo pessimismo, tudo à nossa volta nos parecerá escuro. Tudo, para nós, parecerá constantemente envolto em trevas. Se nossas lentes estão turvadas pelo desânimo, o universo que nos rodeia se apresenta desesperador. Mas, se ao contrário, nossas lentes estão clarificadas pelo otimismo, sentiremos que em todas as situações há aspectos positivos. Se o entusiasmo é o detergente das nossas lentes, perceberemos a vida em variados matizes de luzes e cores. A cor do mundo, portanto, depende da nossa ótica. O exterior estará sempre refletindo o que levamos no interior.

A Crise. Contos reais.


Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorro quente. Ele não tinha rádio, televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia bons cachorros quentes. Ele se preocupava com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava. As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e a melhor salsicha. Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender grande quantidade de fregueses e o negócio prosperava. Seu cachorro quente era o melhor de toda região! Vencedor, ele conseguiu pagar uma boa escola ao filho. O menino cresceu e foi estudar Economia numa das melhores faculdades do país. Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vidinha de sempre e teve uma séria conversa com ele: - Pai, então você não ouve rádio? Você não vê televisão e não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso país é crítica. Está tudo ruim. O Brasil vai quebrar. Depois de ouvir as considerações do filho estudado, o pai pensou: bem, se meu filho estudou Economia, lê jornais, vê televisão, então só pode estar com a razão. Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior) e começou a comprar salsicha mais barata (que era, também, a pior). Para economizar, parou de fazer seus cartazes de propaganda na estrada. Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta. Tomadas todas essas providências, as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo e chegaram a níveis insuportáveis e o negócio de cachorro quente do velho, que antes gerava recursos até para fazer o filho estudar Economia, quebrou. O pai, triste, então falou para o filho: Você estava certo, meu filho, nós estamos no meio de uma grande crise. E comentou com os amigos, orgulhoso: Bendita a hora em que eu fiz meu filho estudar Economia. Ele me avisou da crise.

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Não importa fingir-se de tolo.


Mullah Nasrudin já se havia transformado numa espécie de atração da feira principal da cidade. Quando se dirigia até ali para pedir esmolas, as pessoas costumavam lhe mostrar uma moeda grande e uma pequena: Nasrudin sempre escolhia a pequena. Um senhor generoso, cansado de ver as pessoas rirem de Nasrudin, explicou-lhe: - Sempre que lhe oferecerem duas moedas, escolha a maior. Assim terá mais dinheiro, e não será consideraedo idiota pelos outros. - O senhor deve ter razão, – respondeu Nasrudin – mas se eu sempre escolher a moeda maior, as pessoas vão me deixar de me oferecer dinherio, para provar que sou mais idiota que elas. E, desta maneira, não poderei mais ganhar meu sustento. Não há nada de errado em se passar por tolo, se na verdade o que você está fazendo é inteligente.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A MULHER NO CORREDOR... ALÉM DA IMAGINAÇÃO.


"Desaparecimentos misteriosos de pessoas, carros, navios, aviões, coisas e até de animais ocorrem em todo o mundo sem explicação, sendo que nunca mais são encontratos. O que seria a causa desses misteriosos desaparecimentos? Portais interdimensionais? Uma passagem temporal para outra época? Ou o que?" O Relato a seguir é sobre um desses inúmeros e misteriosos acontecimentos! ================================================================================= Bom pessoal. Depois que eu escrevi aqui o que ocorreu comigo por duas vezes, desta vez estou escrevendo por uma história que eu escutei a poucos dias conversando com algumas pessoas do trabalho. Trabalho em uma repartição pública do estado, aqui em Fortaleza, e o expediente já tinha terminado, e como muitas vezes eu fazia quando ainda cursava faculdade, eu ficava até mais tarde na recepção conversando com as pessoas daqui. Apesar de ser uma repartição muito grande, eu conheço quase todos que trabalham aqui, já que o setor que eu sou lotado é muito requisitado. Mas vamos o que escutei. Estávamos falando de ficar até mais tarde aqui, eu já fiquei e ainda fico várias vezes e já ouvi histórias de aparições através dos policiais que ficam aqui a noite, mas eu nunca ví nenhuma. Já andei em todas as salas de todos os andares a noite e nada aconteceu, e conversando sobre isso uma colega minha contou que, um certo dia ela precisou ficar até tarde da noite para verificar uns papeis que seriam entregues no dia seguinte para a primeira dama do estado autorizar, e a mesma teria que assinar no inicio do expediente devido a urgência. Então quando essa minha colega já tinha terminado tudo, ela resolveu se preparar para ir embora, mas antes de ajeitar as coisas dela ela foi ao banheiro para lavar as mãos e etc... Quando ela saiu na porta da sala, ela viu uma mulher alta toda de branco caminhando pelo corredor na frente dela indo em direção a porta de saída. Ela não ligou muito e pensou que fosse outra pessoa que trabalha aqui também e falou para a mulher: "Que coincidência fulana, estamos saindo quase no mesmo horário". A tal mulher nem olhou para tráz. Então ela pensou que a mesma não poderia ter ouvido, já que o corredor que dá para a sala de saída é longo. No outro dia ela encontrou uma colega, a qual ela imaginava que seria a pessoa que havia saído tarde na noite anterior, sendo que quando ela questionou o porque ela não tinha respondido na noite anterior, a moça disse: "Mas eu não fiquei até tarde, eu saí antes do horário final do expediente porque precisava pegar minha filha no colégio mais cedo". Quando a minha colega foi perguntar para o policial que estava de plantão a noite, ele informou aquela "mulher de branco" já tinha o costume de aparecer na secretaria, inclusive ele mesmo já tinha visto muitas vezes. Até hoje não se sabe quem é essa tal mulher alta que aparece por aqui. Eu tenho muita curiosidade de vê-la, e se eu me encontrar com ela, escreverei como foi. www.alemdaimaginacao.com Emanuel - Fortaleza - Ceará Contato: assombracoes@gmail.com

APROVEITE CADA MOMENTO.


Um amigo meu abriu a gaveta da cômoda de sua esposa e pegou um pequeno pacote embrulhado com papel de seda: "Isto - disse - não é um simples pacote." Tirou o papel que o envolvia e observou a bonita seda e a caixa. "Ela comprou isto na primeira vez que fomos a Nova York, há uns 8 ou 9 anos. Nunca o usou. Estava guardando-o para uma ocasião especial. Bem, creio que esta é a ocasião." Aproximou-se da cama e colocou a prenda junto com as outras roupas que ia levar para a funerária. Sua esposa tinha acabado de morrer. Virando-se para mim, disse: "Não guarde nada para uma ocasião especial. Cada dia que se vive é uma ocasião especial". Ainda estou pensando nestas palavras... já mudaram minha vida. Agora estou lendo mais e limpando menos. Sento-me no terraço e admiro a vista sem preocupar-me com as pragas. Vivo mais tempo com minha família e menos tempo no trabalho. Compreendi que a vida deve ser uma fonte de experiências a desfrutar, não para sobreviver. Já não guardo nada. Uso meus copos de cristal todos os dias. Coloco uma roupa nova para ir ao supermercado, se me dá vontade. Já não guardo meu melhor perfume para ocasiões especiais, uso-o quando tenho vontade. As frases "algum dia..." e "qualquer dia..." estão desaparecendo de meu vocabulário. Se vale a pena ver, escutar ou fazer, quero ver, escutar ou fazer agora. Não estou certo do que teria feito a esposa de meu amigo se soubesse que não estaria aqui para a próxima manhã que todos nós ignoramos. Creio que teria chamado seus familiares e amigos mais próximos. Talvez chamasse alguns amigos antigos para desculpar-se e fazer as pazes por possíveis desgostos do passado. Gosto de pensar que teria ido comer comida chinesa, sua favorita. São estas pequenas coisas deixadas por fazer que me fariam desgostoso se eu soubesse que minhas horas estão limitadas. Desgostoso, porque deixaria de ver amigos com quem iria encontrar, cartas que pensava escrever "qualquer dia destes". Desgostoso e triste, porque não disse a meus irmãos e meus filhos, com suficiente freqüência, que os amo. Agora, trato de não atrasar, adiar ou guardar nada que traria risos e alegria para nossas vidas. E, a cada manhã, digo a mim mesmo que este será um dia especial. Cada dia, cada hora, cada minuto, é especial.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A Raposa e a Cegonha. "Esopo"


"A raposa e a cegonha mantinham boas relações e pareciam ser amigas sinceras. Certo dia, a raposa convidou a cegonha para jantar e, por brincadeira, botou na mesa apenas um prato raso contendo um pouco de sopa. Para ela, foi tudo muito fácil, mas a cegonha pode apenas molhar a ponta do bico e saiu dali com muita fome.- Sinto muito, disse a raposa, parece que você não gostou da sopa.- Não pense nisso, respondeu a cegonha. Espero que, em retribuição a esta visita, você venha em breve jantar comigo.No dia seguinte, a raposa foi pagar a visita. Quando sentaram à mesa, o que havia para o jantar estava contido num jarro alto, de pescoço comprido e boca estreita, no qual a raposa não podia introduzir o focinho. Tudo o que ela conseguiu foi lamber a parte externa do jarro.- Não pedirei desculpas pelo jantar, disse a cegonha, assim você sente no próprio estomago o que senti ontem. Moral: Quem com ferro fere, com ferro será ferido Fábulas de "Esopo".

Simpatia para ganhar no Jogo de Cartas.


Para ganhar dinheiro no jogo de cartas, leve sempre consigo, quando for jogar, um pouco de sal grosso e um pouquinho de pimenta do reino. Se você estiver perdendo, sem deixar que os seus parceiros percebam, jogue sal e pimenta a mesa em círculo. Se conseguir atingir os pés dos parceiros, tanto melhor. Verá que o azar irá embora e você passará a ganhar continuamente. Simpatia da Bruxinha Valentina para "Vidas e Sonhos".

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Calúnia.


Uma mulher tanto falou que seu vizinho era um ladrão que o rapaz acabou sendo preso. Dias depois, descobriram que ele era inocente. O rapaz, então, foi solto e processou a mulher. - Comentários não causam tanto mal, disse ela em sua defesa diante do tribunal. - Escreva os comentários num papel, depois pique-o e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença, respondeu o juiz. A mulher obedeceu e voltou no dia seguinte. - Antes da sentença, terá que recolher todos os pedaços de papel que espalhou ontem, disse o juiz. - Impossível, respondeu ela. Já não sei onde estão. - Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, e depois você não tem como consertar o mal, respondeu o juiz, condenando a mulher à prisão.

Entre a areia e a pedra (lenda árabe)


Diz uma linda lenda árabe que dois amigos viajavam pelo deserto e em um determinado ponto da viagem discutiram. O outro, ofendido, sem nada a dizer, escreveu na areia: Hoje, meu melhor amigo me bateu no rosto. Seguiram e chegaram a um oásis onde resolveram banhar-se. O que havia sido esbofeteado começou a afogar-se sendo salvo pelo amigo. Ao recuperar-se pegou um estilete e escreveu numa pedra: Hoje, meu melhor amigo salvou-me a vida. Intrigado, o amigo perguntou: - Por que depois que te bati, você escreveu na areia e agora escreveu na pedra? Sorrindo, o outro amigo respondeu: - Quando um grande amigo nos ofende, devemos escrever na areia, onde o vento do esquecimento e do perdão se encarregam de apagar; porém, quando nos faz algo grandioso, devemos gravar na pedra da memória do coração, onde vento nenhum do mundo poderá apagar.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

O bom coração.


No tempo do Buda vivia uma velha mendiga chamada "Confiando na Alegria". Ela observava os reis, príncipes e o povo em geral fazendo oferendas ao Buda e a seus discípulos, e não havia nada que quisesse mais do que poder fazer o mesmo. Saiu então pedindo esmolas, mas o fim do dia não havia conseguido mais do que uma moedinha. Levou-a ao mercado para tentar trocá-la por algum óleo mas o vendedor lhe disse que aquilo não dava para comprar nada. Quando soube que ela queria fazer uma oferenda ao Buda, encheu-se de pena e deu-lhe o óleo que queria. A mendiga foi para o mosteiro e acendeu a lâmpada. Colocou-a diante do Buda e fez o seguinte pedido: "Nada tenho a oferecer senão esta pequena lâmpada. Mas com esta oferenda possa eu no futuro ser abençoada com a lâmpada da sabedoria. Possa eu libertar todos os seres das suas trevas, purificar todos os seus obscurecimento e levá-los a iluminação". Durante a noite, o óleo de todas as outras lâmpadas se acabou. Mas a lâmpada da mendiga ainda queimava na alvorada, quando Maudgalyayana, o discípulo do Buda, chegou para recolher as lâmpadas. Ao ver aquela única ainda brilhando, cheia de óleo e com pavio novo, pensou: "Não há razão para que essa lâmpada continue ainda queimando durante o dia", e tentou apagar a chama com os dedos, mas foi inútil. Tentou abafá-la com suas vestes, mas ela ainda ardia. O Buda o observando há algum tempo, e disse: Maudgalyayana, você quer apagar essa lâmpada? não vai conseguir. Não conseguiria nem movê-la daí, que dirá apagá-la. Se jogasse nela toda a água dos oceanos, ainda assim não adiantaria. A água de todos os rios e lagos do mundo não poderia extinguir esta chama. Por que não? "Porque ela foi oferecida com devoção e com pureza de coração e mente. Essa motivação produziu um enorme benefício". Quando o Buda terminou de falar, a mendiga se aproximou e ele profetizou que no futuro ela se tornaria um perfeito buda, conhecido como "Luz da lâmpada". Em tudo, o nosso sentimento é que importa, a intenção boa ou má influencia diretamente nossa vida no futuro. Qualquer ação por mais simples que seja, se feita com coração produz benefícios na vida das pessoas. Outra versão desta história diz que a mulher teria vendido o cabelo para oferecer uma lâmpada ao Buda, a noite teve uma ventania e todas as lâmpadas dos ricos foram apagadas, a desta mulher continuou acesa queimando a noite toda. Não importa a versão mas sim lição de vida contida nela.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

O eterno descontente.


Um homem descontente com a sorte queixava-se de Deus. Dizia ele - Deus dá aos outros as riquezas, e a mim não dá coisa alguma. Como é que eu hei de poder fazer o meu caminho nesta vida, sem nada possuir? Um velho ouviu estas palavras e disse-lhe: _ Acaso és tu tão pobre quanto dizes? Deus não te deu , porventura saúde e mocidade? - Não digo que não e até me orgulho bastante da minha força e do verdor dos meus anos. O velho então pegou na mão direita do homem e perguntou-lhe: -Deixa cortar-te esta mão por mil rublos? - Nem por doze mil! _ E a esquerda? - Também não! - E por dez mil rublos consentirias em ficar cego por toda a vida? - Nem um olho dava tal dinheiro! - Vês - observou o velho- quanta riqueza Deus te deu e tu ainda te queixas!

Ogum será o orixá regente em 2013, segundo o Candomblé


Em 2013 o ano será regido por Ogum. O orixá guerreiro divide o próximo ano com Nanã. Segundo a previsão da ialorixá Iara de Oxum, da associação Pássaro das Águas, o ano será muito quente e de bastantes conflitos sociais. Considerado como orixá do caminho, Ogum receberá a ajuda da dona da vida e da morte, Nanã. "Este será um ano de muitas confusões relacionadas às drogas com menores e policiais, além de muitas mortes", alertou a mãe de santo. Segundo a Iara de Oxum, a situação social não irá melhorar em nada no próximo ano por Nanã além de trazer o prazer da vida, também trazer a tristeza da morte. Ogum - é o temível guerreiro, violento e implacável, deus do ferro, da metalurgia e da tecnologia Dia: Terça-Feira Cores: Azul-marinho Símbolos: Bigorna, Faca, Pá, Enxada e outras ferramentas Elementos: Terra (florestas e estradas) e Fogo Domínios: Guerra, Progresso, Conquista e Metalurgia Saudação: Ògúm ieé!! Nanã - a deusa dos mistérios, é uma divindade de origem simultânea à criação do mundo. Dia: Terça-feira Cores: Lilás Símbolo: Bastão de hastes de palmeira (Ibiri) Elemento: Terra, Água, Lodo Domínios: Vida e Morte, Saúde e Maternidade Saudação: Salubá

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

O ACOMPANHANTE . Além da Imaginação.


"Poderia um visitante do Além ficar "ligado" à uma determinada pessoa em nosso mundo, sendo um "acompanhante" invisível o qual traz perturbações indecifráveis com sua presença?" Segundo o relato a seguir isso pode acontecer! ================================================================================= Esta historia aconteceu com a minha irmã (25 anos) e uma vizinha nossa, amiga da minha irmã (24 anos) a 2 anos atrás. Está vizinha sempre relatou a minha irmã, que a noite em seu quarto, sente alguma coisa estranha mas não sabe nunca descrever direito. Em uma certa noite estava calor em nossa cidade, a amiga de minha irmã (Andrea) não conseguia dormir em seu quarto em sua casa, de jeito nenhum. Resolveu ligar para minha irmã Rosane para perguntar se ela poderia vir dormir em nossa casa. Como era na mesma quadra a Rosane concedeu. Ao chegar ao quarto, ela relatou que fazia alguns dias que não conseguia dormir direito. Enfim, foram dormir no mesmo quarto que tinha duas camas de solteiro, que é da Rosane. Passado algum tempo naquela noite quem não conseguia dormir era minha irmã, ela achou estranho, pois nunca teve problemas para dormir. Passaram horas e ela acordada e a Andrea dormindo. Aí ela teve uma idéia, saiu do quarto e foi até a Sala de Estar que é conjugada com a cozinha e tem um sofá. Deitou ali e dormiu. Em certo momento da noite a Rosane acordou com um barulho na cozinha e percebeu que estava meio escuro ainda, e achando que era a mãe que teria ido até a cozinha, a Rosane foi explicando... olha mãe, estou aqui dormindo porque não conseguia dormir no meu quarto e a Andrea está lá. Quando ela meio sonolenta abriu os olhos e tentou localizar a mãe, que até então não havia dito nada referente o que ela falou. Aí ela viu um homem feio com expressão de bravo olhando para ela, ali na Sala de Estar próximo dela. Ela gelou, por um momento ficou parada olhando aquele homem e tentando imaginar quem era e o que estava fazendo ali. Naquele momento lembrou que um antigo amigo dela disse que quando visse algo assim em algum lugar é para mandar embora. Morrendo de medo e querendo gritar para alguém, sem pensar muito apontou para porta e falou, saia daqui, saia daqui, saia daqui já. O homem passou por ela encarando-a e foi saindo em sentido a porta e sumiu. Naquele momento minha irmã quase morreu de tanto medo. Ela foi para quarto onde estava a Andrea dormindo e deitou na cama toda assustada, depois de um tempo acabou dormindo. No outro dia contou a historia para nós e concluímos que a Andrea quando veio para dormir em nossa casa, trouxe com ela aquele homem feio e mau. Quem sabe, era essa presença que não deixavam elas dormirem. Mas a Rosane não contou nada a Andrea sobre isso, para não apavorar ela mais ainda. Mas concluímos que ela é muito carregada, porque sempre conta que não consegue dormir direito, e em sua vida as coisas não vão muito bem. Quem sabe essa presença está sempre com ela, não a deixando dormir e atrapalhando sua vida. www.alemdaimaginacao.com Adriane - Curitipa - PR - Brasil

Contos de Buda - As quatro esposas.


“Em um dos sutras Agama, que foi um dos primeiros sermões do Buda, havia um conto bastante interessante: “Era uma vez um homem indiano que possuía quatro esposas. De acordo com o sistema social e circunstâncias da Índia antiga, era possível um homem possuir várias esposas. Não raro também era, no período Heian no Japão, uma mulher possuir vários maridos. O indiano estava bastante doente, e estava para morrer. Ao final de sua vida, ele se sentia extremadamente solitário e foi então que ele resolver perguntar ‘a sua primeira esposa se ela o acompanharia ao “outro mundo”. “Minha amada esposa”, disse, “Eu tenho amado você dia e noite, e cuidei de você por toda a minha vida. Neste momento, que estou para morrer, me diga se, por favor, viria comigo aonde quer que eu vá após minha morte?” Ele esperava que sua mulher lhe respondesse sim, no entanto, ela lhe disse: “Meu amado marido, eu sei que você sempre me amou, e agora você vai morrer...porém, este é o momento em que me separo de você. Adeus, meu amor”. Então ele chamou sua segunda esposa ao leito de sua morte e implorou a ela que o seguisse e disse: “Minha querida segunda esposa, você sabe do meu amor por você. Algumas vezes me senti inseguro que me deixasse, mas lhe segurei firme e intensamente. Minha querida, lhe peço, venha comigo...”A segunda esposa, ao contrário, se expressou friamente: “Querido marido, sua primeira esposa se negou a acompanhá-lo, por qual motivo eu haveria de seguí-lo? Você me amou somente pelo seu próprio ego e sentimento egoísta”. Deitado em seu leito de morte, chamou sua terceira esposa e também lhe pediu que o acompanhasse, e ela respondeu-lhe com lágrimas em seus olhos: “Meu querido, tenho pena de ti, e me sinto muito entristecida, por isto lhe acompanharei até ao momento de seu enterro. Este será meu último dever a cumprir contigo”. E ela também refutou em acompanhá-lo em sua morte. Três esposas se recusaram a tal pedido, e agora, ele se lembrava que tinha uma quarta esposa, por quem ele nunca teve nenhum afeto. Ele a tratava como uma escrava, e sempre se mostrava enfadado com ela. Ele agora, refletindo, pensava que ela certamente diria não a ele, mas estava tão amedrontado e sentindo-se extremamente solitário, que resolveu se esforçar em pedir a ela que o acompanhasse ao “outro mundo”. A quarta esposa, para sua surpresa, contente, aceitou o pedido de seu esposo. “Meu querido esposo”, ela disse, “Irei com você. Não importa o que aconteça, estou determinada a estar ao seu lado para todo o sempre. Não há como eu ficar separada de você’.” Esta é a parábola sobre ‘Um homem e suas quatro esposas’. O Buda Sakyamuni concluiu tal história com as seguintes palavras: “Todo homem e toda mulher possui 4 esposas ou maridos. O que estas “esposas” deste conto representam?’ A PRIMEIRA ESPOSA A primeira esposa consiste em nosso corpo. Nós amamos nosso corpo dia e noite. De manhã, lavamos o rosto, escolhemos nossas roupas e sapatos, e os vestimos. Nós alimentamos nosso corpo, cuidamos, amamos e o contemplamos como a primeira esposa do conto. Mas infelizmente, ao final de nossas vidas, o corpo, ‘a primeira esposa’, não pode nos acompanhar em nosso momento de morte seguindo ao ‘próximo mundo’. Conforme é dito: ‘Quando o último suspiro deixa nossos corpos, a cor saudável de nossas faces se transforma, e perdemos esta aparência de uma vida radiante. Nossos queridos entes e amigos podem lamentar nossa morte, mas nada podem fazer diante disto. Nosso corpo então é cremado, e tudo o que resta são nada mais do que cinzas brancas.’ Este é o destino de nosso corpo. A SEGUNDA ESPOSA Qual o significado da segunda esposa? A segunda esposa representa as coisas materiais, nossa fortuna, dinheiro, propriedades, fama, posição social, e emprego que lutamos bastante para conquistar. Nós somos afeiçoados a estas posses materiais. Sentimos medo em perder todas estas coisas, e ainda sempre desejamos obter mais e mais. Não há limite. Ao final de nossas vidas, tais posses não podem vir junto conosco ao momento de nossa morte. Qualquer que seja esta fortuna acumulada e conquistada, nós simplesmente a deixamos aqui. Viemos a este mundo de mãos vazias, e durante nossas vidas, alimentamos a ilusão de que realmente conquistamos uma verdadeira fortuna. Ao momento de nossa morte, também seguimos de mãos vazias. Não há como levarmos conosco tal fortuna material, assim como a segunda esposa disse ao marido: ‘Você me segurou e cuidou de mim pelo seu ego e sentimento egoísta. Agora é o momento de dizer adeus’. A TERCEIRA ESPOSA Todos nós temos uma terceira esposa. Esta consiste no relacionamento que temos com nossos pais, irmãos, irmãs, todos os parentes, amigos e a sociedade em geral. Eles nos acompanharão somente até o momento de nosso sepultamento, com lágrimas em seus olhos. Eles ficam entristecidos e compadecidos com nossa morte, mas não há nada mais além que possam fazer. Portanto, não podemos basear nossas vidas e nos tornar dependentes de nosso corpo físico, da fortuna que acumulamos, e das pessoas que nos circundam, e da sociedade em geral. Nascemos sozinhos, e morreremos sozinhos. Não há ninguém e nada que nos acompanhará no momento de nossa morte. A QUARTA ESPOSA O Buda Sakyamuni mencionou a quarta esposa, a pessoa quem acompanhou seu marido em sua morte. O que ela representa? A quarta esposa é a nossa mente (ou a consciência ALAYA). Quando observamos e reconhecemos profundamente que nossas mentes estão preenchidas com sentimentos de ira, avidez (gula) e descontentamento, estamos tendo uma boa percepção e realmente enxergando nossas próprias vidas. A ira, a avidez e tal descontentamento representam nosso CARMA, a lei de causa e efeito. Nós nunca nos separamos do carma que cada um possui. Como a quarta esposa disse: ‘Eu o seguirei onde quer que vá’. A tradução deste texto é uma preciosa colaboração de Cristiane Kajimura

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

A borboleta e a chama


Uma borboleta multicor estava voando na escuridão da noite quando viu, ao longe, uma luz. Imediatamente voou naquela direção e ao se aproximar da chama, pôs-se a rodeá-la, olhando-a maravilhada. Como era bonita! Não satisfeita em admirá-la, a borboleta resolveu fazer o mesmo que fazia com as flores perfumadas. Afastou-se e, em seguida, voou em direção à chama e passou rente a ela. Viu-se subitamente caída, estonteada pela luz e muito surpresa por verificar que as pontas de suas asas estavam chamuscadas. - O que aconteceu comigo? – pensou ela. Mas não conseguiu entender. Era impossível crer que uma coisa tão bonita quanto a chama pudesse causar-lhe mal. E assim, depois de juntar um pouco de forças, sacudiu as asas e levantou voo novamente. Rodou em círculos e mais uma vez dirigiu-se para a chama, pretendendo pousar sobre ela. Imediatamente caiu, queimada, no óleo que alimentava a brilhante e pequenina chama. - Maldita luz! – murmurou a borboleta agonizante – Pensei que ia encontrar em ti a felicidade e em vez disso encontrei a morte. Arrependo-me desse tolo desejo, pois compreendi, tarde demais, para minha infelicidade, o quanto você é perigosa. - Pobre borboleta! – respondeu a chama – Eu não sou o sol, como você tolamente pensou. Sou apenas uma luz. E aqueles que não conseguem se aproximar de mim com cautela, são queimados. Mensagem: Essa lição serve para aqueles que, como a borboleta, são atraídos pelos prazeres mundanos, ignorando a verdade. Então, quando percebem o que perderam, já é tarde demais.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Mensageiros da Luz...


Quem senão tu és o mensageiro da luz neste planeta? Quem senão a pessoa que está ao teu lado? Somos nós, são vocês, são os seres que foram iluminados com a Luz Divina, com a Centelha da Divina Chama e que estão encarregados de expandi-la até torná-la uma só Chama, uma só Fonte Luminosa, expandindo luz na forma do mais puro amor, que , afinal, é no que tudo se transforma : Luz em amor e Amor em luz. Tudo é a mesma energia, a mola-mestra de toda essa engrenagem cósmica, de todo esse aparato que estamos todos tentando compreender. Somos sim, os mensageiros da luz. Tu é um deles. Expanda tua luz, e ilumina o outro, vá transmitindo uma corrente luminosa até que ela possa circundar todo esse vasto planeta. De Ruth para "Vidas e Sonhos"

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O filho perdido.


"Um jovem viúvo, que gostava muito do seu filho de cinco anos, estava fora, a trabalho, quando bandidos puseram fogo na cidade e levaram seu filho. Quando o homem volta para casa, vê tudo destruído e entra em pânico. Pega o corpo queimado de uma criança que toma por seu filho e chora copiosamente. Organiza a cerimônia de cremação e põe as cinzas num bonito e pequeno saco, que passa a carregar sempre consigo. Um pouco mais tarde, seu filho verdadeiro escapa dos bandidos e acha o caminho de casa. Chegando na nova casa de seu pai, tarde da noite, bate à porta. O pai, ainda desgostoso, pergunta: "Quem é?"A criança responde, "sou eu, pai, abra a porta!" Mas em seu agitado estado de alma, convencido de que seu filho já esta morto, o pai pensa que algum menino o está ridicularizando. Ele então grita: "Vá embora" e continua a chorar. Depois de algum tempo, a criança vai embora. Pai e filho nunca mais se encontram de novo." Sobre esta história, Buda disse: "Às vezes, achamos que alguma coisa é verdadeira. Se nos apegamos fortemente a esta "verdade", mesmo que a verdade bata à nossa porta, não a abriremos."
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