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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Raios de luz pairam sobre ti.


O que buscas amigo, que tua consciência não te dá um momento de paz? O que buscas tanto do lado de fora, que sequer te dá tempo de olhar para dentro de ti mesmo e ver as riquezas que aí se escondem? Pare um momento. Esqueças toda sorte de armadilhas que existem para fazer-te crer que encontrastes um caminho. O único caminho é do coração e o que leva ao coração. Se te mostrem um caminho que alegra apenas um dos sentidos do homem, ou mesmo vários , não te deixe enganar e recuse-o.pois o coração deverá ser o teu alvo maior, a tua fonte única de inspiração , a tua busca mais constante. Quando chegares ao coração de um outro ser humano, nem que3 seja de um só, terás atingido uma centelha do universo e terás encontrado um igual , desde que o contate também do fundo do teu coração. Busque esse contato, busque o abrigo dentro de cada ser humano. Não deixe que te levem por outros caminhos e pór outras estradas que pareçam no momento, mais floridas que aquela que sabes bem , levará ao seu coração. Isso mesmo: "sabes bem", pois , com todo 0 conhecimento que possuis, mesmo que disso não tenhas consciência sempre que quiseres, mas sempre saberás a direção a tomar. E não a tomas por que? O que te impede? Sabes que o coração é o teu único refúgio e a única grande coisa que tens a oferecer, pois teu coração é a sede de todo o teu grande amor. Dê o teu amor, não te prives e nem prives a quem dele precisa. Autor desconhecido.

sábado, 11 de janeiro de 2014

As Mil e uma noites,Sherazade ou Sheherazade,


Conta a lenda que na antiga Pérsia o Rei Shariar descobriu ter sido traído pela esposa, que tinha um servo como amante. Enfurecido o rei mandou matar os dois. Depois, toma uma terrível decisão: todas as noites, casar-se-ia com uma nova mulher e, na manhã seguinte, ordenaria a sua execução, para não mais ser traído. E assim foi por três anos, causando medo e lamentações em todo o reino.2 Um dia, a filha mais velha do primeiro-ministro, a bela e astuta Sherazade, diz ao pai que tem um plano para acabar com aquela barbaridade. Porém, para aplicá-lo, precisa casar-se com o rei. O pai tenta convencer a filha a desistir da ideia, mas Sherazade estava decidida a acabar de vez com a maldição que aterrorizava a cidade. E assim aconteceu, Sherazade casou-se com o Rei.2 Terminada a curta cerimônia nupcial, o rei levou a esposa a seus aposentos; entretanto, antes de trancar a porta, ouviu uma ruidosa choradeira. “Oh, Majestade, deve ser minha irmãzinha, Duniazade”, explicou a noiva. “Ela está chorando porque quer que eu lhe conte uma história, como faço todas as noites. Já que amanhã estarei morta, peço-lhe, por favor, que a deixe entrar para que eu a entretenha pela última vez!”2 Sem esperar resposta, Sherazade abriu a porta, levou a irmã para dentro, instalou-a no tapete e começou: “Era uma vez um mágico muito malvado...”. Furioso, Shariar se esforçou para impedir a história de prosseguir; resmungou, reclamou, tossiu, porém as duas irmãs o ignoraram. Vendo que de nada adiantava pestanejar, ele ficou quieto e se pôs a ouvir o relato da jovem, meio distraído no início, e muito interessado após alguns instantes. A pequena Duniazade adormeceu, embalada pela voz suave da rainha. O soberano permaneceu atento, visualizando na mente as cenas de aventura e romance descritas pela esposa. Repentinamente, no momento mais empolgante, Sherazade calou-se. “Continue!”, Shariar ordenou. “Mas o dia está amanhecendo, Majestade! Já ouço o carrasco afiar a espada!”. “Ele que espere”, declarou o rei. Shariar deitou-se e dormiu profundamente. Despertou ao anoitecer e ordenou à esposa que concluísse a história, mas não se deu por satisfeito: “Conte-me outra!”. Sherazade com sua voz melodiosa começou a narrar histórias de aventuras de reis, de viagens fantásticas de heróis e de mistérios. Contava uma história após a outra, deixando o Sultão maravilhado.2 Sem que Shariar percebesse, as horas passaram e o sol nasceu. Sherazade interrompeu uma história na melhor parte e disse: “Já é de manhã, meu senhor!”. O rei, muito interessado na história, deixou Sherazade no palácio por uma noite mais. E assim Sherazade fez o mesmo naquela noite, contou-lhe mais histórias e deixou a última sem terminar. Muito alegre, ora contava um drama, ora contava uma aventura, às vezes um enigma, em outras uma história real. E assim passaram-se dias, semanas, meses, anos. E coisas estranhas aconteceram. Sherazade engordou e de repente recuperou seu corpo esguio. Por duas vezes ela desapareceu durante várias noites e retornou sem dar explicação, e o rei nunca lhe perguntou nada. Certa manhã ela terminou uma história ao surgir do sol e falou: “Agora não tenho mais nada para lhe contar. Você percebeu que estamos casados há exatamente mil e uma noites?” Um som lhe chamou a atenção e, após uma breve pausa, ela prosseguiu; “Estão batendo na porta! Deve ser o carrasco. Finalmente você pode me mandar para a morte!”.2 Quem adentrou nos aposentos reais foi, porém, Duniazade, que com o passar dos anos se transformara numa linda jovem. Trazia dois gêmeos nos braços, e um bebê a acompanhava, engatinhando. “Meu amado esposo, antes de ordenar minha execução, você precisa conhecer meus filhos”, disse Sherazade. “Aliás, nossos filhos. Pois desde que nos casamos eu lhe dei três varões, mas você estava tão encantado com as minhas histórias que nem percebeu nada...” Só então Shariar constatou que sua amargura desaparecera. Olhando para as crianças, sentiu o amor lhe inundar o coração como um raio de luz. Contemplando a esposa, descobriu que jamais poderia matá-la, pois não conseguiria viver sem ela. Assim, escreveu a seu irmão e lhe propondo que se casasse com Duniazade. O casamento se realizou numa dupla cerimônia, pois Shariar desposou Sherazade pela segunda vez, e os dois reis reinaram felizes até o fim de seus dias.

domingo, 5 de janeiro de 2014

A EXPERIÊNCIA DA FILADELFIA.


"Em diversos meios de comunicação existem em determiadas épocas, comentários sobre estranhas experiências e testes efetuados por agências governamentais de diversos países. Essas experências seriam voltadas para diversas finalidades, como contatos com Alienígenas, Viagens no Tempo e até Invisibilidade. É interessante observar que sempre existem dúvidas à respeito dessas lendárias e misteriosas experiências, não se obtendo provas e nem tão pouco informações detalhadas sobre o que aconteceu na realidade, gerando dessa forma, dúvidas que se alastram de forma indeterminada." No ano de 1943, segundo informações diversas, ocorreu uma misteriosa e fantástica experiência feita pela Marinha Americana com o objetivo de se obter a "Invisibilidade" de suas naves militares. O Nome desse Experimento? "Philadelphia Experiment" ou "Experiência da Filadelfia"!! Em meados de Junho de 1943 no porto de Filadélfia, ocorreu um experimento baseado na teoria unificada ou teoria geral da gravidade de Albert Einstein, que consistia em dobrar a luz em torno do objeto para torná-la essencialmente invisível para os olhos utilizando uma grande quantidade de energia magnética. O experimento foi realizado no navio de guerra USS Eldridge DE-173 equipado com geradores para o desenvolvimento do teste. No momento de realizar o experimento, eles alertaram a tripulação para se preparar para iniciar o teste. Quando se deu o início, os telespectadores assistiram como o barco era coberto por uma nuvem esverdeada e desapareceu de vista e do radar. A conclusão foi de que o teste foi bem sucedido, pois o navio se tornou invisível. Na segunda etapa o navio tinha que de desaparecer do radar. Após a primeira tentativa a tripulação foi liberada, devido a náuseas e tonturas que os atormentaram. Após algum tempo foi então iniciada a segunda tentativa. Novamente o navio é coberto com uma névoa esverdeada, desaparece e reaparece perante as testemunhas e os radares> Naquele mesmo momento relata-se que nas margens do porto de Norfolk, Virgínia, o USS Eldridge foi avistado em uma distância de mais de 600 quilômetros de seu local original, reaparecendo em poucos segundos o navio no porto de Filadélfia, mas desta vez a tripulação não só sentiu-se mal, mas também estavam esquizofrênicos e paranóicos. Alguns literalmente desapareceram do navio, e o mais horripilante de tudo era de que cinco marinheiros foram fundidos ao casco do navio. Após esse evento assustador a experiência foi suspensa. Os efeitos fisiológicos na tripulação foram profundos. Quase todos adoeceram gravemente. Alguns sofreram deterioração mental após a experiência, e em alguns casos foram descritos comportamento esquizofrênico. Alguns outros membros desapareceram, e cinco tripulantes foram fundidos com o metal do navio, sendo que muitos outros sofreram dematerializações de partes de seus corpos. Horrorizados, os oficiais da Marinha cancellaram imediatamente o experimento. Todos os pacientes sobreviventes receberam alta hospitalar e, em alguns casos, sofreram lavagem cerebral para esquecer os detalhes da experiência. Em 1955, o Dr. Morris K. Jessup, um astrônomo amador antes de pesquisador de pós-graduação, publicou The Case for the UFO , uma análise do fenômeno UFO (OVNI em Inglês), na qual o meio de propulsão teorizou que um disco voador estilo OVNI poderia usar. Jessup especulou que a anti-gravidade ou o eletromagnetismo poderiam ser responsáveis pelo comportamento observado nos vôo dos UFOs, e lamentou, tanto no livro como também em turnê de divulgação que se seguiram, que os estudos de propulsão realizados se concentravam na área espacial de foguetes, sendo dada pouca atenção a outros meios teóricos de vôo, que ele considerava que renderiam mais frutos no final. Em 13 de janeiro de 1956, o Dr. Jessup recebeu uma carta de um homem que se identificou como Carlos Miguel Allende. Nela, Allende informou Jessup do Experimento Filadélfia, em alusão aos artigos de jornal da época a partir de fontes duvidosas como "prova". Allende também disse ter testemunhado o desaparecimento e o reaparecimento do USS Eldridge DE-173, enquanto trabalhava em um navio mercante que estava próximo, o SS Andrew Furuseth. Ele até citou os nomes de outros membros da equipe de Andrew Furuseth, e pretendia saber o destino de alguns membros da tripulação do Eldridge após o experimento, incluindo um que afirma ter "desaparecido" durante uma briga em um bar. Jessup respondeu por cartão, pedindo mais provas e confirmação da história, como datas e os detalhes específicos do mesmo. A resposta veio alguns meses depois, mas desta vez o homem se identificou como "Carl M. Allen." Allen disse que não poderia fornecer as informações solicitadas pela Jessup, mas sugeriu que poderia ser obtido através da hipnose. Jessup decidiu descontinuar a correspondência. O Dr. Morris K. Jessup suicidou-se no seu carro aos 20/04/1959. Jessup era astrônomo e escritor e muitos dos seus livros versam sobre a ufologia. Dentre estas obras, destaca-se "The Case of the Ufo", publicado em 1955, uma exposição clara e notável de todo o problema. A morte do Dr. Jessup tem sido objeto de muita especulação. Alguns de seus amigos disseram que Jessup não era o tipo de pessoa que cometeria suicídio. Outros sugeriram que ele foi morto porque se recusou a parar com as investigações sobre o enigma dos UFOs. Também foi dito que sua morte teve algo a ver com os "Homens de Preto". Mas outros amigos disseram que Jessup estava deprimido por causa de problemas pessoais, e anunciou seu suicídio a um amigo íntimo. Projeto Arco-Íris: O nome oficial do Experimento Filadélfia da Marinha dos Estados Unidos era "Projeto Arco-Íris", para tentar escondê-lo e o manter como secreto. Informações adicionais sobre os mistérios do USS Eldridge DE-173: 1) Os gráficos informativos sobre o cronograma de atividades do navio desapareceu; 2) Seu diário de bordo, o documento mais importante de uma nave marítima, misteriosamente se perdeu; 3) A tripulação do navio desapareceu. Nada se sabe sobre eles; 4) Tudo relacionado ao código Experiência da Filadélfia ou Projeto Arco-Íris também desapareceu; 5) O personagem principal Morris Jessup cometeu suicídio de forma estranha; 6) O Sr. Carlos Allende começou a dizer que era esquizofrênico e não foi capaz de declarar nada; 7) 300 toneladas de instrumentos a bordo do Eldridge também desapareceram e o navio foi vendido para a Grécia quase desmantelado; 8) Os registros dos marinheiros também desapareceram. Filme: Tamanha foi e é até os dias de hoje a repercussão sobre o caso "Experiência da Filadélfia", que em 1984 foi feito o filme "The Philadelphia Experiment" (Experiência da Filadelfia"), comentando sobre o misterioso caso. www.alemdaimaginacao.com Contato: assombracoes@gmail.com

Madre Florzinha. Contos de" Além da Imaginação".


Nas minhas peregrinações por este (e outros) mundo, sempre me deparei com o estranho e o bizarro. Muitas regiões visitadas estavam repletas de fontes que indicavam que o sobrenatural se fazia presente por lá. Porém, por mais que pareça inusitado, o nordeste do Brasil foi uma das regiões mais ricas em histórias e fatos os quais eu presenciei e registrei, assim, hoje posso relatar sobre eles. Um dos fenômenos mais assustadores que eu presenciei foi de um espírito do mato, muito semelhante ao Curupira, do folclore brasileiro, mas os cearenses o chamam de... Madre Florzinha... Essa é a denominação de um espírito do mato que se manifesta nas noites do sertão... Quando você estiver no sertão do Ceará, lembre-se de tomar cuidado ao sair para caçar de noite. Se, durante a caçada, você ouvir um assovio de gelar a espinha, tenha certeza que se trata dela! Dizem os matutos que, quando o assovio estiver longe, ela está perto, e quando o assovio estiver perto, ela está longe. A Madre Florzinha fica se movendo em círculos em volta dos caçadores enquanto assovia... Aquele silvo parece estar todo a sua volta ao mesmo tempo, se esgueia no meio do matagal como uma cobra, rápido e sorrateiro, desorienta os caçadores e os cães de caça, que, totalmente perdidos, não sabem para onde fugir, tomados pelo terror, nem se livram do assovio que vai e vem, num longo lamuriar. Mas, se o caçador tem uma grande sorte e encontra o abrigo, como por exemplo, uma casa, esta casa será alvo de pedradas no telhado durante toda a noite... Aqueles que tiveram mais coragem e foram verificar o autor dos arremessos nunca o encontraram, apesar de dezenas de impactos de pedras castigarem o telhado a noite inteira. Alguns podem dizer que é imaginação, ou o vento, ou outra explicação totalmente imprecisa. De uma coisa eu estou certo: Nem minha imaginação e nem o vento assoviam à minha volta para me desorientar nem atiram pedras no meu telhado. Para que isso aconteça conforme foi relatado, a origem desses efeitos têm de estar... Além da imaginação! www.alemdaimaginacao.com
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