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quinta-feira, 30 de julho de 2015

DE QUAL VOCÊ GOSTA MAIS?,


Tenho um monte de bonecas - dizia a menininha a uma visita. - Você não quer vê-las? - É claro que quero? A menininha saiu correndo e trouxe uma porção de bonecas, algumas delas muito atraentes. Uma era a Barbie. - De qual delas você gosta mais? - perguntou-lhe a visita. Ela estava certa de que a menina iria indicar a Barbie. Imaginem sua surpresa quando a menininha pegou uma boneca estropiada, de nariz quebrado, com um braço faltando e com as bochechas arranhadas. - Mas como? - inquiriu a visitante. - Pensei que você gostasse mais da Barbie! - Se eu não gostar desta, ninguém mais vai gostar dela! - respondeu ela. A menininha deu uma grande lição. Deus ama os mau-amados, os pobres, os abatidos, os miseráveis, os desventurados, os esquecidos, os abandonados, os humildes e os perdidos. Aprendamos a amar assim, e nós também iremos crescer à semelhança de Deus.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Simpatia para ter lucros EXTRAS.


Pegue uma nota velha de qualquer valor e rasgue-a em quantos pedacinhos puder . Depois, vá a uma encruzilhada e jogue os pedacinhos da nota para o alto. Nesse momento, firme o pensamento e peça que seu dinheiro vá aumentando com ganhos extras. Quando isso acontecer volte lá e jogue uma Rosa vermelha no lugar em agradecimento. E vá sempre pedindo. E agradecendo. Simpatia da Bruxinha Valentina.

terça-feira, 14 de julho de 2015

COMO SE ESCREVE...


Quando Joey tinha somente cinco anos, a professora do jardim de infância pediu aos alunos que fizessem um desenho de alguma coisa que eles amavam. Joey desenhou a sua família. Depois traçou um grande círculo com lápis vermelho ao redor das figuras. Desejando escrever uma palavra acima do círculo, ele saiu de sua mesinha e foi até a mesa da professora e disse: - Professora, como a gente escreve... Ela não o deixou concluir a pergunta. Mandou-o voltar para o seu lugar e não se atrever mais a interromper a aula. Joey dobrou o papel e o guardou no bolso. Quando retornou para sua casa, naquele dia, ele se lembrou do desenho e o tirou do bolso. Alisou-o bem sobre a mesa da cozinha, foi até sua mochila, pegou um lápis e olhou para o grande círculo vermelho. Sua mãe estava preparando o jantar, indo e vindo do fogão para a pia, para a mesa. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para ela e disse: - Mamãe, como a gente escreve... - Menino, não dá para ver que estou ocupada agora? Vá brincar lá fora. E não bata a porta, foi a resposta dela. Ele dobrou o desenho e guardou no bolso. Naquela noite, ele tirou outra vez o desenho do bolso. Olhou para o grande círculo vermelho, foi até a cozinha e pegou o lápis. Ele queria terminar o desenho antes de mostrá-lo para seu pai. Alisou bem as dobras e colocou o desenho no chão da sala, perto da poltrona reclinável do seu pai e disse. - Papai, como a gente escreve... - Joey, estou lendo o jornal e não quero ser interrompido. Vá brincar lá fora. E não bata a porta. O garoto dobrou o desenho e o guardou no bolso., No dia seguinte, quando sua mãe separava a roupa para lavar, encontrou no bolso da calça do filho enrolado um papel, uma pedrinha, um pedaço de barbante e duas bolinhas de gude. Todos os tesouros que ele catara enquanto brincava fora de casa. Ela nem abriu o papel. Atirou tudo no lixo. Os anos passaram... Quando Joey tinha 28 anos, sua filha de cinco anos, Annie, fez um desenho. Era o desenho de usa família. O pai riu quando ela apontou uma figura alta, de forma indefinida e ela disse. - Este aqui é você, papai! A garota também riu. O pai olhou para o grande círculo vermelho feito por sua filha, ao redor das figuras e lentamente começou a passar o dedo sobre o círculo. Annie desceu rapidamente do colo do pai e avisou: - Eu volto logo! E voltou. Com um lápis na mão. Acomodou-se outra vez nos joelhos do pai, posicionou a ponta do lápis perto do topo do grande círculo vermelho e perguntou: - Papai, como a gente escreve amor? Ele abraçou a filha, tomou a sua mãozinha e foi conduzindo, devagar, ajudando-a a formar as letras, enquanto dizia: - Amor, querida, se escreve com as letras T...E....M...P...O. Conjugue o verbo amar todo o tempo. Use o seu tempo para amar. Crie um tempo extra para amar, não esquecendo que para os filhos, em especial, o que Importa é ter quem ouça e opine, quem participe e vibre, quem conheça e incentive. Não espere seu filho ter que descobrir sozinho como se soletra amor, família, afeição... Por fim lembre: se você não tiver tempo para amar, crie. Afinal, o ser humano é um poço de criatividade e o tempo... bom, o tempo é uma questão de escolha.

domingo, 5 de julho de 2015

O PODER DA PRECE.


Uma pobre senhora, com visível ar de derrota estampado no rosto, entrou num armazém, aproximou-se do proprietário conhecido pelo seu jeito grosseiro, e lhe pediu fiado alguns mantimentos. Ela explicou que o seu marido estava muito doente e não podia trabalhar e que tinha sete filhos para alimentar. O dono do armazém zombou dela e pediu que se retirasse do seu estabelecimento. Pensando na necessidade da sua família, ela implorou: - Por favor senhor, eu lhe darei o dinheiro assim que eu tiver” ao que lhe respondeu que ela não tinha crédito e nem conta na sua loja. Em pé no balcão ao lado, um freguês que assistia à conversa entre os dois se aproximou do dono do armazém e lhe disse que ele deveria dar o que aquela mulher necessitava para a sua família, por sua conta. Então o comerciante falou meio relutante para a pobre mulher: - “Você tem uma lista de mantimentos?”, Sim! Respondeu ela. “Muito bem, coloque a sua lista na balança e o quanto ela pesar, eu lhe darei de mantimentos”. A pobre mulher hesitou por uns instantes e com a cabeça curvada, retirou da bolsa um pedaço de papel, escreveu alguma coisa e o depositou suavemente na balança. Os três ficaram admirados quando o prato da balança com o papel desceu e permaneceu embaixo. Completamente pasmado com o marcador da balança, o comerciante virou-se lentamente para o seu freguês e comentou contrariado: - Eu não posso acreditar! O freguês sorriu e o homem começou a colocar os mantimentos no outro prato da balança. Como a escala da balança não equilibrava, ele continuou colocando mais e mais mantimentos até não caber mais nada. O comerciante ficou parado ali por uns instantes olhando para a balança, tentando entender o que havia acontecido... Finalmente, ele pegou o pedaço de papel da balança e ficou espantado, pois não era uma lista de compras e sim uma oração que dizia: - Meu Senhor, o Senhor conhece as minhas necessidades e eu estou deixando isto em suas mãos... O homem deu as mercadorias para a pobre mulher no mais completo silêncio, que agradeceu e deixou o armazém. O freguês pagou a conta e disse: - Valeu cada centavo... Só mais tarde o comerciante pôde reparar que a balança havia quebrado, entretanto, só Deus sabe o quanto pesa uma prece... Para refletir: “Pedi e te darei, batei abri-se-vos-á... Estes são os ensinamentos recebidos que, associados à paciência e perseverança, asseguram o poder da prece. Continue orando ou rezando uns pelos outros... vale a pena
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